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Saltos ⭕️ & Sapatilhas

| Women’s Health Lifestyle Blog| Um blog cheio de modernices, feminices e pedacinhos de neura com ciência.

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Saltos ⭕️ & Sapatilhas

23
Jan20

E uns saldos em Nova Iorque? 😅

MartaGomes Saúde da Mulher

Depois da edição de saldos em Milão que deu pano para mangas, ficam muito amuaditas se disser que também já fui aos saldos a Nova Iorque? É que aconteceu. 🤷🏻‍♀️ 

Fevereiro em Nova Iorque é para o que dá também. Porque o frio não se aguenta nas ruas e tantas vezes é preciso entrar nas lojas para aquecer. E é impossível passar por aquela 5ta avenida sem comprar nada! Confesso!

Uma das minhas marcas favoritas é a MK. Uma mulher com uma boa mala, um bom casaco e uns bons sapatos faz sucesso. E a MK tem classe nas malas que apresenta. Tons neutros, nudes e com simples pormenores que marcam a classe. Mas nesta viagem a Nova Iorque não me perdi com uma mala. Estive quase na última hora antes de embarcar mas, resisti! Nesta viagem perdi-me mesmo com o smartwatch da MK. Uma edição semelhante à que tínhamos em Portugal nessa altura mas numa cor que referiram só existir naquela loja. Claro está que o meu namorado na altura disse logo, "se é edição única é a tua cara". A modos que o relógio era muito mais barato do que em Portugal. Foi uma poupança de cerca de 80€ por isso valeu imenso a pena. O único problema é que como sou uma Addicted to iPhones consigo receber mensagens e alertas e etc no relógio mas não consigo responder através dele. O que também é bom. Permite-me estar conectada com o mundo e ao mesmo tempo fazer a triagem do que vou responder ou não. 😅 E a agenda está sempre lá disponível o que me faz entre consultas muitas vezes não ter que recorrer ao computador. 
Cá está a beleza! <3

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Quanto a mais compras, para além da 5ta avenida temos o Macy’s. É só assim um mega centro de vários stands de roupa, malas, sapatos, acessórios, maquiagem que nem consegui correr os pisos todos. Acho que eram para aí uns 7 ou 8 pisos mas já nem sei precisar. Podem ver o video que tenho nos meus destaques de stories no Instagram relativo a Nova Iorque (@martagomes.oficial).

Imaginem só o que é a Levi’s a preço de feira quase. Imaginem a Nike igual. 

Por isso, ou não entram no Maci’s ou então, boa sorte! 

 

Para além da 5ta avenida temos o Soho para uma tarde bem passada entre as lojas. Eu deliciei-me na loja da Lululemon com dois pisos. Adoro esta marca para um fancy pilates e yoga trend. É super super confortável, as calças contribuem em muito para um rabo e pernas esculturais e o tecido é super macio. As cores são dentro dos pretos, brancos, nudes e verdes. Uns outfits super clean para quem gosta de se sentir bonita e confortável enquanto treina ou trabalha, como é o meu caso. Vi lá uns coats em género de poncho lindos lindos mas, confesso, é uma marca bem cara. Foi o meu primeiro contacto com ela em termos de tocar, ver ao vivo. Decidi não comprar nada mas suspirei bastante e disse mesmo “um dia só vou usar lululemon”. O que é certo é que após uns meses fiz a minha primeira compra através do site que me saiu mais caro do que se tivesse comprado em Nova Iorque. Na próxima ida aos saldos já sei qual será uma das minhas paragens. :)

Para quem não conhece, deliciem-se com o site:

https://www.eu.lululemon.com

Para além das marcas que cá também temos, eles têm outras como Banana Republic com coisas muito interessantes. Esta tem desde roupa, sapatos, acessórios, malas, e existe pelo menos no Soho e na Plaza Rockefeller. Na 5ta avenida já não tenho a certeza se tinha ou não. 

 

Imperdível na 5ta avenida é também a loja da Apple. Para quem gosta de tecnologia a loja tem dois pisos e tem todos os modelos de iPhones, Mac’s, IPads, Apple Watch e todos os acessórios disponíveis da Apple e ainda as lindas cases para todos os aparelhos. Vi uma para iPad que me deixou mesmo tentada. Super sóbria, com aquele toque de classe que os 30 e de uma mulher já pede. 

 

É incrivel como não tenho fotos da 5ta avenida e de Soho com as lojas!À um ano atrás andava mesmo em conflito com a moda como já referi no post dos Saldos em Milão. Só tirei mesmo uma à minha VS do coração porque foi a primeira loja de rua da Victoria Secrets que vi ao vivo e estava em extase. 

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Todas as outras resta-me a memória e alguns videos que tenho no instagram nos destaques das stories. E resta-me acreditar que brevemente irei lá voltar. Porque é tãoooo bom!! :)

 

Enquanto isso, depois de todo este momento fútil resta-me respirar fundo e voltar a pensar em diafragmas, activação abdominal e fazer um mindfullness para me livrar de todas estas simples ideias de como estourar o cartão de crédito em 2 tempos. 

08
Jan20

Só uma vez, desafio-te a aceitar ser a pior

MartaGomes Saúde da Mulher

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O post de hoje começa com uma pergunta. Podia começar com uma história e terminar com uma pergunta mas, só porque é ano novo vou inverter o sentido da coisa.
Já se propuseram fazer algo em que sabem de ante-mão que são realmente maus naquilo? Já se propuseram fazer alguma coisa que sabem que não ficarão entre os melhores?

Desafio-vos a fazerem algo em que sejam os piores. Algo em que sabem que vão perder perante os outros, que não vão estar à altura dos outros, que sentem que não têm jeito, estrutura para aquilo e que, juntando tudo, vai ser um esforço brutal fazê-lo. 
Desafio-vos a fazerem exatamente isso que estão a pensar que nunca fariam para não passar vergonhas. É isso...

Para mim não é nada fácil propor-me a fazer alguma coisa que considero que vou falhar, ficar mal em frente a outros, não ter uma boa prestação perante os outros e blá blá blá mais a história de "eu e os outros". Eu, ser a pior, que vergonha MartaIsabel!

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Não foi fácil propor-me a fazer uma coisa que de antemão sabia que iria ser a pior da equipa.  Primeiro neguei logo quando foi proposto. Depois, por várias circunstâncias, aceitei. Mas até à prova, muitas vezes, me apeteceu desistir. Principalmente no dia, principalmente in loco. Ao não aceitarmos algo em que podemos mesmo ser os piores é fácil ver como somos realmente duros, exigentes connosco próprios. E essa exigência em vez de nos construir, muitas vezes nos destrói como ser humano. É preciso muita força interior, muita construção do eu para enfrentar, para ir e não desistir sabendo que se vai “ficar mal”.

 

No fim de contas, o que aprendi. Que a vergonha, o sentir mal está tudo relacionado com o como queremos parecer aos olhos dos outros. A partir do momento em que nos desligamos desse conceito de "o que irá parecer" toda uma série de experiências que nos mostram como estamos interiormente evoluidos ficam à nossa disposição. Sei que me vão dizer, "Exato, é porque ninguém nos vai gozar". Poderá acontecer gozarem-nos. Poderá acontecer usarem esse facto de termos sido maus em alguma prestação por alguém que apenas quer competir connosco, apenas tem a necessidade de se sentir superior a nós por algum conflito mal resolvido com eles próprios. E isso, claro, irá magoar-nos durante um determinado tempo. Se desligarmos o chip da comparação, de que deviamos ser como x ou y, qualquer interjeição não vai fazer sentido para nós.

 

Para além disso, venci a minha própria limitação. Venci o meu Eu que tem medo de fazer alguma coisa em que possivelmente será fraco, será incompetente e, principalmente, passará vergonha em frente dos outros. E, a partir do momento em que assumi a vergonha como certa, um novo fólego entrou e permitiu-me fazer 5 kms em menos tempo do que os primeiros 5kms. Quando nos desarmamos as coisas fluem muito melhor do que quando decidimos arcar com a mercadoria toda. 

No fundo, se olharmos bem para nós, para o que fizemos, aos nossos olhos não ficaremos mal. Aos olhos de quem gosta realmente de nós não ficaremos mal. E vamos receber os parabéns. Porque nunca pensaram que fôssemos capazes de assumir fazer algo em que sabemos de antemão que somos maus nisso, que nunca tivemos facilidade nessa área a vida toda e que sempre fugimos dela por esse mesmo motivo. Para além disso, muitos dos que nos vão apoiar são aqueles que não foram para a "arena" e que vêem uma grande coragem em nós uma vez que nos propusemos fazer algo para o qual nunca nos sentimos capazes. E vão-se identificar connosco. Vão criar uma empatia connosco pela nossa sinceridade, pela nossa passagem do testemunho real, pelo nossa forma de nos tentarmos adaptar a algo fora do nosso conforto. E é assim que melhor comunicamos com o mundo. Contando a nossa própria história, mostrando o nosso verdadeiro eu. 

 

Não me senti rejeitada porque eu própria não me rejeitei. Não fiquei frustrada porque para mim foi uma superação brutal. Foi uma quebra dos limites, barreiras que eu própria me impunha não fazendo nada em que não me sentisse capaz de ficar entre os melhores. Falhei perante esse meu padrão de ser sempre uma das. Sim. Mas mesmo assim fui até onde diziam que era o fim, fui até à meta e não desisti. O que me permitiu ver como tantas mudanças aconteceram em mim nos últimos anos. 

Às vezes só precisamos de um empurrãozinho para cometer umas “loucuras” e testar o nosso crescimento pessoal ano após ano.  É nestas pequenas grandes provas que se auto-reconhece um novo eu e que devemos sempre lembrar-nos. Principalmente naqueles dias maus!

 

Por isso, só uma vez, desafio-te a aceitar ser a pior. E vais ver que, no final, sabe tão bem essa auto-superação! 

07
Jan20

Numa relação és co-dependente?

MartaGomes Saúde da Mulher

Confesso que é uma questão que já se vem a arrastar na minha cabeça à uns bons tempos. Depois entretanto surgiu o filme "marriage story" e eu disse, yeap! E depois vi um vídeo da Rachel Hollis a tocar também nesse assunto e foi aí que decidi instalar uma sondagem no instagram para escrever sobre o tema. 

É um tema peculiar porque cada um terá a sua percepção e os seus argumentos.

 

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Quando não estamos numa relação chamam-nos muitas vezes independentes. A minha questão é: o que é ser independente e o que é ser co-dependente? Será que só podemos manter a nossa "independência" quando não estamos numa relação?

Não tendo nenhuma relação amorosa podemos fazer coisas sozinhos ou então precisar sempre de alguém que nos acompanhe. Podemos seguir o nosso próprio instinto, fazer o que realmente queremos, o que decidimos que é melhor para nós ou podemos decidir embarcar no que os outros fazem e acoplarmos-nos a eles decidindo fazer tudo apenas com eles. 
Ou seja, podemos não estar numa relação de um para um, numa relação amorosa, mas estamos a estabelecer relações, conexões, e podemos, também, ser co-dependentes de um grupo. Podemos sê-lo sempre ou podemos ser só de vez enquando. Seremos olhados de lado nesses momentos de dita "independência"?


Agora falando numa relação, num relacionamento amoroso, num namoro ou num casamento... fará ou não sentido fazer tudo sempre com o par? 

Falando na primeira pessoa, eu sempre cometi o erro de num relacionamento fazer tudo sempre com o namorado. Ia com ele para todo o lado e ele ia comigo para todo o lado. Ele até podia fazer coisas só com os amigos dele e eu ficava em casa mas eu fazer coisas com um grupo sem ele estar presente não me fazia sentir bem. Nunca namorei com ninguém do meu grupo de amigos, ao contrário das minhas amigas, logo eu estar sem namorado enquanto os delas estavam presentes era sempre aquela sensação de "porque é que estás sem o teu namorado?!". Quando namoramos e saímos sem o namorado surgem aqueles comentários de "que relação é aquela 😱". E esses comentários entram tanto na nossa mente que nos fazem criar barreiras no campo da socialização. Se estamos sozinhas há o comentário de "o que está o teu namorado a fazer?", "namorada minha não andava sozinha na rua", "não parece nada bem andares sem o teu namorado". A minha questão é: Porquê? Porque sou mulher? Não posso sair com amigas de vez enquando? Não posso sair com amigas e amigos de vez enquando? Será que só posso sair se ele também estiver a fazer alguma coisa com amigos? Será que ficarei insegura se ele sair com amigas e eu não estiver lá? Será que tenho mesmo que estar sempre presente em todas as suas situações sociais mesmo que quase não abra a boca para mostrar que ele tem namorada? Será que a partir do momento em que namoramos a nossa vida passa a ser a do outro e a vida do outro passa a ser a nossa vida? Será que perdemos os nossos momentos, as nossas conversas só de mulheres, as nossas palhaçadas que só com quem temos imensas vivências entende? 

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Tenho tido muita sorte. Tenho amigas do coração que sempre estiveram lá. Sempre aceitaram quando embarcava num relação e me afastava e sempre me receberam de braços abertos quando voltava. E que me ensinam muito sobre relacionamentos sem se aperceberem. Ensinam-me como é possível fazer coisas com o marido, com o namorado e como é possível fazer coisas comigo quando eles ficam em casa na paz. Porque não é obrigatório que cada um saia no mesmo dia para ser permitido a mulher sair. Porque não é obrigatório andarmos sempre em par e sermos adendas. Porque não é obrigatório vivermos sempre a vida do outro e perdermos a nossa. E não é obrigatório sairmos sempre com a presença masculina. Essa crença limitadora em muito influenciou a minha vida, em muito influenciou as minhas atitudes, as minhas escolhas e a minha busca de ar fresco. E é também, essa a lição que retiro do "marriage story". Um dia vamos ficar cansadas. Um dia vamos querer a nossa vida sem ouvir comentários. E em vez de fazermos um switch off nessas crenças limitadoras de julgamentos e auto-julgamentos terminamos relações que no fundo eram realmente boas. Porque, afinal, só não soubemos estar nelas de forma a mantê-las. 

 

31
Dez19

2020 entre chinesices e numerologia

MartaGomes Saúde da Mulher

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Para finalizar o ano não poderia deixar de escrever umas linhas. Até porque agora apaixonada por outfits da alta sociedade dos anos 40 passo o meu tempo livre debruçada sobre estas altas costures.

Ora bem. 2019 a despedir-se e um novo ano a chegar. Segundo a medicina chinesa, 2019 foi um ano de fecho de um ciclo de 12 anos. O ano do javali, do porco, com muito boa disposição, muitas festas e muito dinheiro em circulação. Segundo a numerologia, 2019 foi um ano de expansão mental. Um ano de fazer viagens, cursos, trabalhar a memória, a ligação entre o consciente e o inconsciente de forma a nos dar uma boa base de autoestima e autoconfiança. Tal como nos diz o Javali da Medicina Chinesa, foi um ano que nos permitiu desfrutar dos momentos da vida mais ligeiros com humor, boa companhia e muitas gargalhadas.

Para mim, confere. Tudo está certo. Sem dúvida foi mais um ano de auto-conhecimento, de crescimento pessoal, de experimentação de coisas novas a nível profissional, de finalização de cursos, de várias viagens que me trouxeram riquezas enormes e de mais gargalhadas do que choros. Foi muito bom ver esta evolução, ver uma seriedade, uma tendência ao pessimismo ser posta de lado e um abraçar, novamente, daquilo que realmente eu sou. É, sem dúvida, maravilhoso ter-vos desse lado e saber que nunca estou sozinha. Há sempre palavras aqui e ali de pessoas que conheço pessoalmente e outras ainda não mas que, espero em 2020, tratar disso. Podemos não ser muitos mas já somos bastantes para ter vontade e mais vontade de continuar a explorar este projecto de Ser Blogger. Vocês são a real motivação de eu querer passar informação que até tantas vezes considero irrelevante mas que, para uns e outros faz sentido. Vocês são a minha real motivação para me apresentar exatamente do jeito que eu sou. E sem vocês os blogs, o facebook, o instagram e agora o canal no youtube não faria qualquer sentido.

Venha 2020. Segundo a medicina chinesa é um novo ciclo de 12 anos. É o ano 1 desse ciclo, o ano do Rato de metal. O metal significa o Outuno o que indica que 2020 será um ano de colheita. O rato é apaixonado por tudo o que empreende com sede de reconhecimento e admiração. Tem dificuldade em aceitar e aprender com os seus fracassos daí que neste próximo ano, sem dúvida, a resiliência não deverá ser esquecida. Sendo o ano 1, 2020 é um ano de ambições e estratégias renovadas em que se volta as costas para o passado sem arrependimentos. Um ano, também, em que a liberdade será procurada, no entanto, a solidão será evitada. Talvez um contrasenso que poderá levar a algumas incongruências no plano afectivo. 

Pela numerologia, 2020 é o ano 4. É um ano de consolidação. Ou seja, tal como nos diz a medicina chinesa, um ano de colheita. Iremos consolidar o desenvolvimento dos anos anteriores, ou seja, do que encerramos no ano de 2016 (ano de fecho) e do que iniciamos no ano 2017 (ano 1). É chamado o ano de endireitar as coisas em que tudo é levado em consideração e, posteriormente, os aspectos indesejados são eliminados. Um ano que pede, também, tempo para descontrair de forma a evitar cair num estado de confusão e medo. Não é propriamente um ano de mudança mas, sim, um ano de consolidação das mudanças até então. Todo esse processo foi feito nos anos anteriores, toda essa descoberta de novos padrões foram feitas nos anos anteriores. Agora, para 2020, aquilo que desejo para mim e para todos vocês é que sintam essa vossa nova "pele". Que façam uma time-line e vejam como há imensas diferenças desde 2016 até então. Que apontem as coisas boas, o que gostam agora, o que é realmente importante para vocês agora, neste presente. E será esse novo Eu que este ano iremos consolidar. 

Se 2020 é o ano 4, os meus desejos são 4: prosperidade, resiliência, performance e elegância. 

 

Força! Estamos todos juntos em 2020. 

12
Nov19

Inter-dependência: afecto, entrega, intimidade, sexo

MartaGomes Saúde da Mulher

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O post de hoje vai para algo tão importante, tão esquecido, subjogado, visto como lascivo, ou visto como carência, parolice, fragilidade e mais coisas que tais. Não é fácil falar sobre afecto. Não é fácil falar sobre intimidade. Não é fácil falar sobre sexo. São tudo palavras, temas, que todos tendemos a fugir. São temas que causam desconforto, que causam discussões ou ausência mesmo de comunicação. São temas que nos colocam retrogradas. São temas que nos bloqueiam, não nos permitem avançar, não nos permitem desintoxicar de padrões, de crenças, de culpas... E em detox 21, este apenas poderia ser o final feliz! Porque sem afecto, sem entrega, sem intimidade, sem sexo o padrão de conflito está sempre marcado dando uma má informação às nossas células, cria um aumento de stress oxidativo e, aí, bye bye regeneração mitocondrial e anti-aging.

Não vivemos sem afecto. Sobrevivemos sem afecto. Sobrevivemos sem contacto. Activamos o modo luta/fuga das nossas supra-renais. Andamos sempre em activação simpática com adrenalina manifestada numa ansiedade inexplicável. Encontramo-nos em modo de sobrevivência activado. Mas não vivemos realmente. Precisamos do toque. Precisamos do contacto. Precisamos da interacção. Precisamos do vínculo. Precisamos da inter-ajuda, inter-comunicação, inter-relação para realmente viver. Precisamos de aprender e ensinar. Precisamos das experiências, das vivências. Precisamos do desconforto de nos darmos ao outro, de nos entregarmos sem controlar o que vamos receber. Precisamos da surpresa para o brilho nos olhos, para a congruência mental, para a felicidade que vem de dentro. E todo esse desconforto, todo esse não controlo, todo esse inesperado é o que acontece quando entramos no campo do afecto, da entrega, da intimidade, do sexo. 

Não é só para as mulheres que este é um campo frágil. Não são só as mulheres que se enchem de culpas ou tabus no que toca a falar de intimidade, no que toca a expressar a sua sexualidade. Pode o homem apresentar uma postura máscula, forte, segura mas, no campo da intimidade, todos estamos despedidos. E estando despedidos, todas as fragilidades surgem a olho nu. Para alguns, o foco pode ser receber. Para outros, o foco pode ser dar. Para outros, o foco pode ser dar para receber. E, para outros, o foco pode ser receber para dar. Diferentes percepções, diferentes formas de comportamento perante uma interação.

Se só pensamos em receber ficamos com duas opções: ou saímos frustrados porque, convenhamos, tendemos a criar expectativas bem altas, ou, reconhecemo-nos como perfeitos egoistas. E egoísmo e frustração andam sempre de mãos dadas.

Se só pensamos em dar pela boa imagem moral que criará, deixo as seguintes questões: que vazio é esse que existe? Que culpa é essa que se carrega?

Se pensamos em manipular os factos entrando no jogo de dar para receber ou esperar receber para dar, vamos lá pensar: que tipo de crenças foram desenvolvidas? Que tipo de ideologia foi construída? Que moralismo foi instituído?

No campo do afecto, da entrega, da intimidade, do sexo, as dificuldades apontam para o acto de dar, sem fazer disso um jogo, sem esperar nada em troca. Dar sentindo-se já a receber, sentindo já satisfação só pelo acto de dar de coração aberto, de presença, de vontade genuina. E é nesse tipo de dificuldade em dar que ficamos retrogradas. Que ficamos fechados. Que nos afastamos. Que entramos em contacto mas não vinculamos na realidade. Que nos tornamos dependentes ou independentes e fugimos, fugimos sim, da inter-dependência. E é na inter-dependência que se situa: o afecto, a entrega, a intimidade, o sexo. 

07
Nov19

a propósito das barrigas d'sonho...

MartaGomes Saúde da Mulher

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A propósito das barrigas d'sonho, existem diferentes formas de as ver a olho nu. No entanto, internamente, o principio é o mesmo: homeostase gastro-intestinal.

Marta, tenho saudades da minha barriga, sabes? Sim. Não é da minha barriga lisa, fibrada, sensual. Não. Tenho mesmo saudades da minha barriga. Da minha barriga que escondi de toda a gente. Da minha barriga, que por medo, não gozei. Ou gozei apenas sozinha. Da minha barriga, ainda que pequenina e amedontrada, me fazia brilhar os olhos quando olhava para ela, quando lhe punha a mão. A minha barriguinha fofinha que fazia confusão a tanta gente mas que para mim, lá no fundo, era uma alegria. Uma alegria e uma preocupação. Há pessoas que se preocupam com os gases, sabes? Preocupam-se se eles se soltam e que imagem vão passar. Eu, parva, preocupava-me com o que crescia dentro da minha barriga, com o quanto ainda ia crescer mais e, tal como as pessoas que se preocupam com gases, preocupava-me com o que poderia crescer nas cabeças das pessoas à minha volta quando eu revelasse o segredo. E esqueci-me, tantas vezes, de a aproveitar, de a mimar, de falar, sem medo, dela. É parvo. Completamente parvo. Mas apenas via a reação das pessoas consoante a minha percepção. Achava que todos estavam preocupados com a minha barriga quando, na verdade, era eu que estava preocupada. E, na verdade, era apenas a minha vida que ia mudar. Iria desaparecer durante os tempos e tudo continuaria igual. Iria voltar e ter que começar tudo de novo, tal como todos os novos inicios assim o pedem. Iria ter uma vida diferente, tal como em cada dia que se inicia temos essa oportunidade de fazer diferente. Iria ter mais responsabilidade. Sim, é a maior verdade. E talvez fosse isso que não aguentasse. Não porque não tenho responsabilidade nenhuma como bem podes achar, Marta. Mas, sim, porque com um copo cheio, mais uma pinga iria fazê-lo transbordar por completo. E nenhuma mulher foi feita para aguentar com tudo. Nenhum ser humano foi feito para aguentar com tudo. Por isso, sei o que me resta para um dia voltar a ter a minha barriguinha. Aliviar o copo. Não o ver sempre cheio. Não o querer sempre encher. Não me preocupar tanto com o que ele parece. Mas, não querer menos do que o melhor para mim. 

14
Out19

Esta... é sobretudo para os homens!

MartaGomes Saúde da Mulher

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Se o homem usa o poder, usa a sua capacidade financeira para controlar a mulher, usa a sua força muscular e a sua habilidade para trazer bens materiais para a relação, e, por sua vez, se a mulher usa a sua sensualidade, o seu corpo físico para se submeter ao homem e retribuir tudo o que ele lhe dá e, ainda, mais exigir, o que acontecerá quando este jogo de poderes se alterar? O que acontecerá quando a mulher tiver do lado dela a capacidade financeira para proporcionar a si mesma todos os bens materiais? Quem ficará aí com as dores de cabeça? Será que a mulher ainda se submeterá a uma relação sexual por cumprimento de um dever ou a procurará por vontade? Será o homem capaz de lidar com uma mulher com vontade, com desejo sexual? Será essa a mulher que o príncipe escolhe para sua princesa ou essa apenas será a amante? Será que a diminuição da libido nas mulheres vem desta tendência actual para a inversão do poder económico não compactuando elas com fretes? Ou virá de um feminino ancestral ferido? Ou será, também, que as crescentes dores de cabeça masculinas, impotência sexual e outras coisas mais vêm da incapacidade de lidar com uma mulher cada vez mais activa socialmente, cada vez mais atenta às suas necessidades, menos mãe do homem mas não por isso menos cuidadora, e cada vez mais segura na sua intimidade?

É certo que na cama domina o homem e a mulher, naturalmente, se submete ao domínio implorando, muitas vezes, sem voz para não perder a imagem de dócil mulher, para que o faça bem feito. Mas, se é pecado e é e nos foi concedido, porque não usufruírem os dois dele decentemente. Ou, vá, indecentemente lá como lhe quisermos chamar. Mas, porque é mesmo pecado? As relações sexuais têm o fim da concepção, certo? Então, não são pecado. Então, o pecado, foi inventado pelo Homem. O pecado foi inventado na criação de contraceptivos que impedem a concepção. Então, o pecado pode estar aí. Não na vida intima do casal. Ou estarei eu a deturpar informação?

A vida íntima é fundamental. Pode-se dizer mesmo que corresponde a 50% da ligação num casal. Caso ela não funcione, seja rejeitada, seja vista como pecaminoso, seja vista como uma obrigação, um dever, estou certa que a relação existe por muitos outros motivos digo que, logisticos? Ou seja, dá um considerável jeito. 

A luxúria é um dos 7 pecados mortais. A lúxuria não está ligada à riqueza como o nome parece indicar. Se lermos mais sobre os 7 pecados mortais podemos ver que a luxúria está ligada ao prazer. A luxúria ou lascívia é uma emoção de intenso desejo pelo corpo. Consiste no apego aos prazeres carnais, corrupção de costumes, sexualidade extrema e sensualidade. Sendo a mulher dotada de uma essência sensual, sempre que a intensifica, é considerada uma pecadora nata. Por isso, nos ensinam a não usar decotes, soutiens de renda, cuecas reduzidas, lábios vermelhos ou meias de ligas. A mulher não se pode dar a esse, digamos, luxo. E eis que surge a saga das Cinquenta Sombras de Grey que entusiasmou tanto o homem como a mulher. As mulheres passaram a suspirar pelo homem que as dominasse na cama, que se preocupasse com o seu prazer, e que as encantasse com viagens de helicóptero, uma casa brutal, carro, vestidos, tecnologia de ponta e mais não sei o quê. Será este o novo conceito de principe encantado que se terá criado? Pobres homens...Pobre Homem que tem que recorrer aos bens materais para despertar o desejo ou o dever de retribuição numa mulher. Eu não li os livros mas, pelo que vi nos filmes, a querida Anastacia, virgem quando conheceu o Grey passou a imagem de ter ficado absolutamente sua. No entanto, ao longo das temporadas ela foi mostrando que a submissão era apenas aceite num campo. Na cama. Como todas as mulheres assim o desejam. E, a partir de um dado momento, ela já não era assim tão frágil. Ela já tomava decisões, já se impunha perante ele. E já sabia bem o que queria no sexo. E a sua sensualidade cada vez ficou mais desperta. Agora, a grande questão que me assola é? Será que ele só ficou com ela "para sempre" porque ele tinha sido o seu único homem e, dado isto, ele estava confiante de que a energia sexual dela apenas se dirigia para ele? Ou... será que, caso ela tivesse tido outras pessoas antes dele ele seria capaz de aceitar a energia sexual dela escolhendo-a para sua "eterna" esposa? Será o homem capaz de lidar com a sensualidade, com a energia sexual da mulher, com tudo o que ela abarca, com tudo que ela é, confiando, acima de tudo, em si próprio? A mulher é um ser sensual. A mulher é um ser, talvez, pecador. Assim, como o homem. Não estaremos cá para trabalhar exatamente isso? Pecados? Ou escombros? Por qual começamos?

Ninguém tem que sentir culpa por prazer. E o prazer não pode estar associado à culpa. Sim à liberdade. 

24
Set19

Salaam Aleikum

MartaGomes Saúde da Mulher

 

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Depois de ler o bom livro da incrivel jornalista libanesa "O super-homem é árabe" que fiz questão de partilhar algumas das boas passagens nos stories, só tenho uma palavra para mim. Conservadora. O meu auto-julgamento é regido por um conservadorismo nato. Não fechei uma única vez os olhos quando li a verdade a bater-me de frente. Não fechei o livro ou virei a página. Pousei-o muitas vezes para reflectir sobre as questões mas com uma vontade imensa de ver o que viria a seguir. Senti que me corre sangue árabe nas veias, sem dúvida. Podem entender o livro como uma critica ao homem. Eu não o vejo assim... Vejo-o como um despertar da consciência na mulher. Foram tantas as reflexões que levantou em mim que vou ter muito que me debruçar, certamente, até ao final do ano. E, sim, preparem-se, a intimidade vai ser um dos pratos principais deste blog. Não tivesse já ele no título bem marcado a grande bola de "upss, proibido" ⭕️.

Resumindo, ele debate os dois egos, os dois eu's presentes na mulher. O feminino e o masculino. O feminino cuidador, casto e objecto de posse. O feminino frágil que aspira por ser protegido. O feminino respeitador de todas as regras impostas pelo homem. O feminino pertencente a quem lhe tira a castidade. Para além disso, um ser silencioso e satisfador do prazer do homem, que finge o orgasmo para enaltecer o ego do outro, que sobe na carreira pela horizontal terminando num mero pedaço de carne que causa desejos aos pobres coitados e deve andar bem tapado para que instinto sexual deles não aflore, tudo por culpa da mulher, obviamente.

E o lado masculino. O masculino forte, dominante, possuidor, que busca prazer, que diz o que quer, que não se contenta com a insatisfação, inteligente, focado em si e com uma boa dose de desejos indisciplinados. 

Tendo os árabes andado por cá tantos e tantos anos segundo reza a história é perfeitamente admissivel que muito do seu sangue ainda corra nas nossas veias. É perfeitamente admissivel que esta seja a visão clássica da mulher, o eu feminino, sendo imposta também por religiões que defendem que a mulher foi feita para servir o homem. É perfeitamente admissível que a mulher se sinta uma libertina e seja vista de lado caso ouse não respeitar o seu eu feminino. É perfeitamente admissivel que a mulher precise levantar muitas questões em si própria para que consiga equilibrar os dois eu's na balança. É perfeitamente admissivel. E a mudança é também perfeitamente admissivel. Não vivemos num país muçulmano graças aos nossos reis que os conseguiram colocar daqui para fora. Não precisamos de nos tapar e esconder a nossa beleza. Se a usamos para manipular teremos o troco. Se a usamos para nós mesmas, para a nossa auto-confiança, a nossa auto-estima, teremos outro troco. Cabe-nos a nós sempre encontrarmos o equilibrio na balança. E um lado masculino demasiado tenso a gritar para relaxar, para fluir, manifestará sempre o desequilibrio no lado feminino a tentar dar sempre mais do que aquilo que tem capacidade, deformando-se e gerando adaptações para dar resposta.

Concordo, sem dúvida, com a jornalista, quando ela refere o lado masculino da mulher, o seu lado talvez selvagem, que precisa de aflorar. Esse Eu que grita dentro de muitas que já se aperceberam que se querem libertar desse sangue árabe. Que se querem libertar desse conservadorismo que apenas as limita a elas próprias. 

Não há supers. Há tender para o equilibrio. Vem aí muitooo para desenvolver. 

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Shukkran 🙏

 

16
Set19

Aquele trabalho de parto difícil de, vá... uma horita!

MartaGomes Saúde da Mulher

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Abençoada seja a mulher. Abençoada seja a mulher que pariu ali numa horita sem se chatear muito, sem anestesias e outras coisas que tais. É caso para dizer "que pariu" que esta rapariga para além de fazer filhos bonitos ainda se arrisca a que, de repente, upss, a criança lhe caia pela ação da gravidade! E que assim seja!! Custa-me imenso ver mulheres em trabalho de parto confinadas a uma cama. Quem é que consegue ter cólicas e estar deitadinha de barriga para cima quietinha e com cintas? Eu sei que é para controlar o bebé, para ouvir o batimento cardíaco dele. Eu sei que é tudo em prol do bebé. Mas, se uma mãe estiver em sofrimento será que o bebé também não o irá sentir? Será que também não irá estar? Mas pronto, esta personagem para além duma barriga de sonho de grávida sem estrias, sem diástase e sem hérnia umbilical, teve um parto de sonho! E, para além disso, é uma calma quando se entra lá em casa que parece que se alinha o chakras a toda a hora. Não há cheiros a azedo nem a fraldas. Não há olheiras nem descabelamentos. A manicure está feita e há sempre bolo fresco na mesa. É realmente muito complicada a maternidade para certas pessoas. 🤦🏻‍♀️ Eram imensos os medos de um segundo filho. Eram imensos os medos de como o primeiro iria reagir ao irmão. Eram imensos os medos do parto. E assim é a nossa vida triste na maioria das vezes. Preocupados com o que pode acontecer, com os filmes na nossa cabeça de como tudo vai acontecer, vivemos nos medos, vivemos no tempo que não existe sequer. E o mais importante passa-nos ao lado. O presente. Eu, realmente, só tenho uma coisa a dizer. Continuem, continuem, que foram feitos para isto!😜 Fazem uma excelente equipa! Porque o pai não é importante só para a concepção. E eu não tenho palavras para este 🤗

13
Set19

Homem e Mulher (não versus)

MartaGomes Saúde da Mulher

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Oh, deixem lá de nos catalogar. Deixem lá de nos ver solteiras como anti-homem, como feministas, nós só queremos que deixem de criticar os nossos actos e nos deixem à vontadinha com o nosso próprio julgamento. Deixam lá de nos ver solteiras como princesas em busca do príncipe encantado para nos resgatar. Nós já temos o nosso próprio emprego, o nosso salário ao fim do mês e a vontade própria. Oh, deixam lá de nos ver comprometidas como submissas e obedientes. Nós só queremos paz num relacionamento, só olhamos para vocês e apenas vemos o que se passa à nossa volta para nos cultivarmos. Deixem lá de nos ver comprometidas como dependentes. Nós só gostamos de rentabilizar o nosso dinheiro para compras para nos arranjarmos cada vez mais para os jantares que vocês insistem em pagar. Deixem lá de nos ver como sossegadinhas quando vestimos o avental e preparamos uma boa refeição para o bebé que chega a casa tarde e a más horas depois de um dia desgastante de trabalho. Deixem lá de nos olhar de lado por gostarmos que vistam um avental, só um avental mesmo, e cozinhem para nós alguma receita que foram retirar ao google ou ao livro da bimby. Oh deixem lá de se chatearem quando pedimos ajuda para limpar a casa ou lavar a roupa. É tudo em prol de rentabilizarmos o tempo para depois passarmos mais tempo juntos a ver aquela série que tanto gostamos ou a ler um livro enquanto vocês jogam playstation. Oh deixem lá de nos pedirem para ir buscar uma cerveja quando estão bem refastelados no sofá a ver o futebol. Eu sei que vocês insistem para que façamos um workoutzito mas nós também gostamos de o fazer assim no ginásio em frente a muita gente só para verem como também somos mulheres atléticas. Oh deixem lá de achar que choramos por tudo ou por nada, que variamos consoante as fases da lua e que um dia é peixe outro dia é carne. A monotonia é chata e é um passo para que pensem na poligamia. Querem melhor do que numa só mulher puder ter várias? Oh, vá lá. Repensem lá se não é melhor andarmos todos em sintonia.

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