urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas Saltos ⭕️ &amp; Sapatilhas | Women’s Health Lifestyle Blog| Um blog cheio de modernices, feminices e pedacinhos de neura com ciência. LiveJournal / SAPO Blogs MartaGomes Saúde da Mulher 2020-03-28T10:27:30Z urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:33424 2020-03-28T10:22:00 Tudo tem uma história 2020-03-28T10:24:21Z 2020-03-28T10:27:30Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 720px; padding: 10px 10px;" title="E9B991E5-D4A1-46B8-A744-51F1D1AC003C.jpeg" src="https://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B16174209/21744407_C4Blm.jpeg" alt="E9B991E5-D4A1-46B8-A744-51F1D1AC003C.jpeg" width="720" height="720" /></p> <p> </p> <p>Tudo tem uma história. <br /><br />Hoje sou eu, a descobrir um hobby. Há uns anos atrás foi o meu pai. Não foi o corona virus que o mandou para casa. Não foi algo que pusesse em causa a vida/morte da comunidade mas foi algo que reduziu em larga escala o seu poder de compra. Ele era da área da moda. Da área das grandes marcas de roupa. Teve uma loja aberta durante 32 anos. Tinha uma marca, um estatuto, um conceito mais do que instalado, mais do que afirmado. Tinha clientes fiéis. Mas, clientes que perderam o seu poder de compra. E sem compras, sem movimentação de dinheiro, não há economia. Sem compras, sem movimentação de dinheiro temos quedas a pico das bolsas. E sem compras, sem movimentação de dinheiro, empresas fecham. E ele foi para casa. Durante um mês ficou em isolamento. Não queria sair, não queria ver ninguém, não queria nada. O mundo dele tinha parado. Durante um mês processou o que tinha sido a sua vida já que trabalhava desde os 11 anos. Durante um mês achou que não sabia fazer mais nada. Estávamos em julho. E ele tinha um terreno que raramente lhe tocava. Tinha para lá umas árvores que eram tratadas por pessoas que de vez enquando ele contratava. Passou um mês. Até que ele começou a aceitar a sua nova realidade. E encontrou um hobby. Encontrou o seu hobby. Ligou-se à terra, não seria ele descendente de pai transmontano que trabalhou toda a sua vida no campo. E começou a cuidar de árvores e flores. Começou a plantar ervas aromáticas. Começou a semear legumes e tubérculos conforme as estações do ano. E começou a sorrir com framboesas. Começou a sorrir com ninhos de melros. Começou a sorrir com aquela pele morena que de repente o sol embelezou. O mundo dele parou. Ele parou, sim. E, depois, mudou. <br />Se ainda gosta de roupa? Muito. Se ainda gosta de falar sobre negócios? Muito. Mas encontrou uma nova forma de estar e que lhe dá, sem dúvida, saúde e alegria. <br />Eu também quero encontrar. E por aí?</p> <p> </p> <p>Tudo tem uma história.</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:33119 2020-03-23T18:17:00 Equilíbrio, nada mais do que equilíbrio 2020-03-23T18:25:33Z 2020-03-23T18:25:33Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 720px; padding: 10px 10px;" title="20D1BCC7-774A-4A07-94E7-FA059F586C41.jpeg" src="https://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0318e77b/21737983_Hi25Y.jpeg" alt="20D1BCC7-774A-4A07-94E7-FA059F586C41.jpeg" width="720" height="720" /></p> <p>A base da vida é o equilíbrio. <br />Equilíbrio significa harmonia, estabilidade, solidez. No sentido figurado significa prudência, moderação, domínio de si mesmo. <br />É o que procuramos encontrar durante toda a nossa vida e sem ele não era possível estarmos cá.</p> <p>o equilíbrio começa numa simples reação química, o equilíbrio ácido-base. E tudo roda à volta do pH. Se este baixa dos 7,4 começamos a tender para um ambiente de acidose, de stress, de retenção de CO2 e dificuldade respiratória. O nosso coração dispara. Tudo nos parece difícil e a capacidade de ação cada vez tende a ser menor à medida que o pH baixa.</p> <p>Mas...se o pH tende para alcalino, mais próximo de 7,4, tudo muda. Começamos a tender para o equilíbrio, há mais trocas gasosas, menos retenção de CO2, mais oxigenação, mais felicidade e mais vida.</p> <p> </p> <p>Não entramos em acidose assim tão facilmente. O nosso corpo arranja uma série de estratégias para evitar que tal aconteça. Compensa aqui, compensa acolá. Até que, quando perde essa capacidade de tanto compensar, quando entra na saturação de viver ligeiramente desconfortável, surgem dois caminhos. Ou entra em acidose respiratória com necessidade de oxigenação e ventilação & intubação. Ou Muda. Muda tão simplesmente para hábitos, comportamentos que reduzirão em grande escala a necessidade do corpo compensar aqui e ali estrutural e bioquimicamente. <br />Um Lifestyle de novos hábitos, novas rotinas, novos comportamentos. É aqui e agora. Em casa. <br />O presente é agora. A era que vivemos é esta. <br />Vamos esperar por amanhã? Para quê? <br /><br /></p> <p>Cuida-te. Hoje mais do que ontem. Amanhã mais do que hoje. Cuida-te agora. </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:32771 2020-03-19T19:18:00 Gossip #corona 2020-03-19T19:19:46Z 2020-03-19T19:19:46Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 657px; padding: 10px 10px;" title="01B1F122-A9D2-4606-91D1-F0CF19827732.jpeg" src="https://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0e18bc09/21731871_7GYZJ.jpeg" alt="01B1F122-A9D2-4606-91D1-F0CF19827732.jpeg" width="657" height="720" /></p> <p> </p> <p><br />Gossip<br />.<br />Desde o início de janeiro que ouço falar do corona e sempre considerei gossip. Fofocas, conspirações, dramatismos, etc, etc. .<br />Afinal este ser, invisível, deu-nos a volta ao planeado, às nossas “supostas” vidas controladas, aquilo que sabemos. Faz-nos ter medo por aquilo que não vemos. Faz-nos, ao mesmo tempo, ter respeito pela vida. Percebemos como tudo é inconstante. Percebemos como, o que vivemos hoje, o que temos hoje, onde estamos hoje, é apenas e só hoje. Amanhã será uma lembrança, uma memória, será passado. E, com o passar dos dias, acaba por se tornar numa “vida passada”. Por isso, um dia, tudo o que estamos a viver agora será também uma “vida passada”. Deixará tanto marcas de inovação como marcas de trauma. Deixará uma nova forma de ver as coisas. Deixará uma maior capacidade para valorização, reconhecimento, empatia no contacto mão com mão.<br />.<br />Ao fim de 7 dias em casa já fraquejei. Já chorei. Já fiquei sem motivação nenhuma para tirar o pijama e to@ar banho. Já fiquei sem conseguir adormecer. Já fiquei sem sequer me apetecer falar. Quem me dera puder continuar a dizer Gossip. Mas os factos não me permitem. Resta-me adaptar-me a esta nova vida, de regresso à cidade onde cresci e encontrar energia para vos motivar dia-a-dia a viver, a rir, a pensar, a relaxar, a cozinhar saudável e, a renderem-se ao Pilates. 🤸🏻‍♀️ “Everything happens for a reason” #chinesemedicine .</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:32334 2020-03-12T12:45:00 Fiz um workshop de escrita criativa 2020-03-12T12:47:24Z 2020-03-12T12:47:24Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 540px; padding: 10px 10px;" title="C4267FC3-07DA-4458-8395-2661B204691D.jpeg" src="https://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba8185559/21723830_CGYDV.jpeg" alt="C4267FC3-07DA-4458-8395-2661B204691D.jpeg" width="540" height="720" /></p> <p> </p> <p>Fiz um workshop de escrita criativa.</p> <p>É verdade, este ano decidi dedicar-me um bocadinho mais a mim. Este ano decidi dedicar-me ao que sempre deixei em standby na minha vida, ao que nunca coloquei como prioridade, ao que nunca quis conhecer. O Eu, o meu verdadeiro Eu. Este ano decidi por um pouco de lado o estatuto profissional ou a contínua busca dele. Este ano decidi propor-me ao que não conheço, ao que não sei o que vou encontrar, ao responder a perguntas tão simples e ao mesmo tempo tão difíceis como “O que me faz realmente feliz?”</p> <p>Passamos anos e anos da nossa vida a procurar fazer mais e mais, a tentar chegar mais longe ou a alcançar o que outros alcançaram. Passamos anos e anos da nossa vida a querermos ser reconhecidos por estatutos. Passamos anos e anos da nossa vida na frenética onda de trabalhar mais, de fazer mais do que um curso, de ter mais do que um título. Passamos anos e anos da nossa vida a querer angariar fundos para garantir todo o suporte aos que temos connosco. Passamos anos e anos de vida com tanto medo de no futuro perdermos o presente que nem o presente valorizamos, que nem o presente vivemos, que nem no presente estamos. </p> <p>Vivemos em função de tudo. Menos de nós próprios.</p> <p>Por isso, fiz um workshop de escrita criativa.</p> <p>Há tanto dentro de mim para além da minha identidade como profissional de saúde. Há emoções, há ideais, há vivências, há experiências, há um Eu para pôr cá para fora. E nada melhor do que a escrita para isso. Nada melhor do que a escrita para pôrmos os nossos pensamentos, as nossas preocupações, as nossas dúvidas, a nossa fúria, a nossa tristeza e o nosso amor em papel. </p> <p>Fiz um workshop de escrita criativa. Não sou jornalista mas fiz um workshop de escrita criativa e aconselho-vos tanto mas tanto a escreverem.</p> <p>Comprem um diário. Ou comprem um bloco em branco. Ou usem folhas de rascunho ou mesmo as notas do telemóvel e escrevam. Escrevam o que vos vier à cabeça. Escrevam o que gostavam de dizer mas não podem. Escrevam o que vos magoa e sintam como isso vos magoa. Sintam o que escrevem. Depois, escrevam o que vos faz feliz. Escrevam o que vos faz feliz e sintam como isso vos faz feliz. Vão soltar um sorriso, tenho a certeza. </p> <p>A escrita é livre. A escrita é libertadora. Podem assinar e podem mostrar o que escreveram. Ou podem guardar só para vocês ou usar outro nome que não o vosso na assinatura. Ainda é perfeitamente compreensível que o façam desta forma. Mas, acreditem que será igualmente libertador. Acreditem que será uma porta que estão a abrir para o auto-conhecimento, para o desenvolvimento pessoal. Para o auto-conhecimento. auto-desenvolvimento. auto-consolidação. </p> <p>Fiz um workshop de escrita criativa. E recomendo. 🤗</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:32220 2020-03-03T16:21:00 Que bem que ia agora uma caminha 2020-03-03T16:22:00Z 2020-03-03T16:22:00Z <p>Que bem que ia agora uma caminha!</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 511px; padding: 10px 10px;" title="E6F47ED3-4A43-4F21-9388-C55A054B63D5.jpeg" src="https://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0117d2d9/21708489_nBoqQ.jpeg" alt="E6F47ED3-4A43-4F21-9388-C55A054B63D5.jpeg" width="511" height="720" /></p> <p> </p> <p> </p> <p>Não é fácil admitir perante a nossa sociedade que gostamos de dormir. Não é fácil admitir perante a frenética sociedade que fazíamos a sesta na boa. </p> <p>Não é fácil admitir perante a comunidade que dormimos 10 horas e que bem que isso nos fez.</p> <p>Não é fácil admitir que dormimos em vez de constantemente trabalharmos. </p> <p>É socio-cultural que devemos ter o nosso emprego, que devemos acumular com o trabalhar em casa, e ainda que temos que ter a canseira da família e das lides de casa. É socio-cultural que não devemos ter tempo, que não devemos parar. Quase que é socio-cultural que não podemos dormir. Mas, dormir é essencial para a nossa saúde.</p> <p>Então, em que ficamos?</p> <p>Lembro-me de ter 14 anos e ter tentado a minha primeira direta. Estava num torneio de voleibol na ilha da Madeira. Era a última noite, já não tínhamos jogos no dia a seguir e estávamos em comemoração. Longe dos pais e a querermos quebrar “regras” e aproveitar a noite como “crescidas” decidimos fazer direta. Uau, seria espectacular passar mais do que 24horas acordadas e isto prometia que íamos viver mais, rir mais, ser mais felizes. </p> <p>Pois... o que sei é que a minha memória desse dia ou dessa noite se foi. Lembro-me daquilo ter sido uma verdadeira luta com o meu sistema até que me rendi e adormeci. Não me lembro de ser mais feliz no tempo em que estive acordada. Não me lembro de me ter rido mais no tempo em que estive acordada. Não me lembro de ter sido mais fixe no tempo em que estive acordada. A única coisa que me lembro foi que, inevitavelmente, adormeci. </p> <p>Talvez nos meus 20’s tenha conseguido aguentar 24horas sem dormir para aproveitar uma festa. Só sei que logo a seguir caía numa cama e dormia horas e horas. É quando não repunha o sono convenientemente é certo que me sentia mais incoerente, intolerante e tinha mais apetite. Para além disso, não tenho grande facilidade em recordar esses momentos com clareza. Porque, efetivamente, com privação de sono ou insónia muitas alterações hormonais ocorrem, muitas alterações de neurotransmissores ocorrem e muitos efeitos nocivos a nível cerebral dão cartas.</p> <p>Apesar da minha mãe sofrer de insónia, privação de sono desde os seus 20’s e ter mantido este padrão quando grávida de mim, para mim, dormir é essencial. Para mim, dormir, é a cereja no topo do bolo em cada dia. Para mim, uma caminha, é o lugar mais confortável de sempre. Para mim, pôr a cabeça na almofada e dormir é a melhor resolução de conflitos. </p> <p>E para vocês?</p> <p>Que bem que ia agora uma caminha?</p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:31980 2020-02-29T21:22:00 Be a Lady, be a woman, be a girl, be what you want 2020-02-29T21:27:55Z 2020-02-29T21:27:55Z <p class="sapomedia videos"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fZPabO7fY-U?feature=oembed" width=" 480" height="270" frameborder="0" style="width: 640px; padding: 10px 10px;" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p>E se, simplesmente, a forma como nos tratássemos fosse a forma como gostaríamos que o outro nos tratasse?</p> <p>SelfLove</p> <p>SelfCare</p> <p>Todos os dias são dias da Mulher 🙌</p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:31729 2020-02-22T13:07:00 Sempre quis uma barriga d’sonho 2020-02-22T13:11:10Z 2020-02-22T20:42:46Z <p>Tinha 13 anos e sonhava com uma barriga d'sonho. <br /><br />Lembro-me perfeitamente como se fosse hoje. Lembro-me daquelas férias de verão em que depois daquela vida chata de piscina e sol colava na MTV a ver vídeo-clips e acredito que os meus olhos nem pestanejariam quando via a JLo no "if you had my love". Aquela barriga para mim era e continua a ser d'sonho. Definida q.b, sem fazer pregas quando se senta, a cintura perfeita. Se eu pudesse escolher um corpo como exemplo do que eu queria, com toda a certeza, escolheria esse do vídeo-clip. <br /><br />Tinha 13 anos e queria uma barriga d'sonho.</p> <p>Talvez fosse precoce mas comecei a ler sobre dietas na famosa revista daquele tempo entre as adolescentes, a "Ragazza". Aconselhavam a apostar nas fibras e nos produtos integrais bem como nos magros. Não me lembro de ler sobre frutas e vegetais senão na altura, certamente tinha começado a comer. Mas, na maioria das vezes, quando se fala ou se lê sobre dieta ou dizem para comer tudo integral e magro ou dizem para cortar os hidratos de carbono à noite ou não fogem muito deste mix contando que as calorias não ultrapassem as 1300kcal diárias. <br />Nada contra, mas ainda bem que veio o "funcional" com as dicas nutricionais de preferir os alimentos "vivos" aos alimentos processados e com isso pôr de lado a questão de "procure comer cereais integrais e tudo o que no rótulo leve com magro ou light". <br />É certo que a privação de comida faz barrigas lisas. Confesso que experimentava alguns jejuns só para aspirar à barriga d'sonho. Fiz algumas loucuras, é verdade. Há quem diga "mulheres". 🤷🏻‍♀️ Eu chamo essas loucuras de exigências por demais da conta, idealismos, aspirações a conjecturas perfeitas e, sem dúvida, percepções. É sempre a forma como percepcionamos o mundo que nos pode provocar o maior sofrimento ou a maior alegria. E no que toca à imagem "ideal" geralmente não somos meigas connosco próprias. Confesso que eu nunca fui muito. <br />Na adolescência ainda fui conseguindo a minha barriga d'sonho. Mas só o reconheço olhando agora para trás porque na altura estava sempre mal. Depois nos vintage começaram as oscilações. Às vezes estava lisa, outras vezes o balão ao final do dia já aparecia. Depois dos 28, nem comento. Aquela prega intestinal já estava ali muitas vezes bem marcada. O leite e as bolachas eram a minha perdição e saber comer realmente bem era algo que eu nem fazia ideia de como era. <br /><br />Tinha 28 anos e já não sonhava só em ter uma barriga d'sonho. Sonhava também em ter a cara de bebé dos meus vintage ou da minha adolescência. Queria voltar para trás. Sonhava com o passado. Queria o que já tinha tido e na altura só sabia apontar defeitos. E foi aí que começou o percurso pela busca de todas as respostas para: como ter uma barriga d'sonho? <br /><br /></p> <p>A barriga é o nosso centro. O centro é chamado de core. E a partir do core movemos todo o corpo. O core é a nossa "central" das emoções. É através do trabalho do core, interno e externo, que conseguimos o controlo das nossas emoções. Conseguimos identificar o que sentimos, conseguimos aceitar o que sentimos, conseguimos agir perante o que sentimos. <br />A barriga contempla o segundo, terceiro e quarto chakra. O terceiro chakra é o chakra da auto-estima. Este fica precisamente na zona do umbigo. O segundo chakra contempla a sexualidade e o "ser mulher". O quarto chakra fica na linha do coração, do diafragma respiratório e está diretamente relacionado com o que sentimos. Os três formam a residência das nossas emoções. Um deles em desequilíbrio e o nosso core, a nossa barriga dá sinais. <br />Pode até ser pouco científico sim mas, como diz O Principezinho "O essencial é invisível aos olhos". <br /><br /></p> <p>Tenho 33 anos e continuo a sonhar com uma barriga d'sonho. Já a tive sim. Em vários períodos da minha vida. Esta, na fotografia, não tem muito tempo. Tinha 32 anos fresquissimos e estava numa das minhas melhores formas de sempre. Tinha iniciado um trabalho interior, emocional, exigia menos, tratava-me melhor, gostava mais de mim. E, sim, estava mais activa, mais ágil, menos medos e, como tal, um corpo mais saudável, um core mais activo, uma barriga mais d'sonho. </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 960px; padding: 10px 10px;" title="0D7A31B1-229A-4F90-A32E-4BBB08EC517C.jpeg" src="https://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B081883f3/21695877_hBNMa.jpeg" alt="0D7A31B1-229A-4F90-A32E-4BBB08EC517C.jpeg" width="960" height="720" /></p> <p> </p> <p>Ela é possível. Em qualquer idade, após qualquer condição. Basta acreditar. Basta aceitar que não se sabe tudo, que não se controla tudo e aprender, acima de tudo, a controlar as emoções. Porque a mulher é um ser emocional e tudo o que a faz ir direta para os armários das cozinhas, para os supermercados ou confeitarias e perder a cabeça são, sem dúvida, a incapacidade de reconhecer, aceitar e gerir aquilo que sente, aquilo que acontece. E o sistema gastro-intestinal responde, os diafragmas respiratório e pélvico respondem, o sistema músculo-esquelético responde, o sistema hormonal responde e, a barriga, essa barriga, dá sinal...<br /><br /></p> <p>Agora, tenho 33 anos e mantenho a mesma filosofia. E mantê-las-ei sempre quer em estado de grávida, quer em pós-parto, quer em menopausa.</p> <p>Tenho 33 anos e quero uma barriga d’sonho.</p> <p>Este é o ano dos sonhos que se tornam realidade ✨</p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:31266 2020-02-15T11:09:00 Guilty Business - elas nas horas 2020-02-15T11:10:09Z 2020-02-15T12:07:14Z <p class="sapomedia images"> </p> <p class="sapomedia images"><span style="font-size: 14pt;">Dia da edição mensal de almoços executivos. É como feriado santo para nós!</span></p> <p>Escolhemos sempre um restaurante fancy para este encontro. Um restaurante com pinta, um restaurante badalado no momento, um restaurante com opções sem glúten e sem lácteos, um restaurante muito postado entre as instragramers, um restaurante com grande vista, um restaurante com muito foodstyling. São inúmeros os nossos critérios e não pedimos tudo num. No fundo, o que mais gostamos é de viajar nas conversas e nas experiências. <br />Sim, falamos sobre os outfits do momento, falamos sobre relacionamentos e família, como falamos sobre investimentos, projectos rentáveis, saúde, saúde da mulher íntima e não íntima, dinheiro, bitcoins e apps. Ou seja, falamos de negócios. Os nossos negócios. <br />Rimos, rimos muito. E gozamos. Gozamos com as cenas umas das outras. Tornamos conversas sérias mais leves. Desabafamos por vezes. E falamos das nossas mantas polares que se apoderam de nós a partir dos 30. Falamos de estratégias para a perder. E, apesar de neste almoço termos escolhido o Guilty, não nos sentimos nem um pouco culpadas de pecar.</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 447px; padding: 10px 10px;" title="11048701-B2F7-4DD1-ABE2-D2D11250C1F3.jpeg" src="https://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B341807bb/21691525_YN0is.jpeg" alt="11048701-B2F7-4DD1-ABE2-D2D11250C1F3.jpeg" width="447" height="720" /></p> <p><span style="font-size: 14pt;">O spot é muito fancy, sem dúvida. O restaurante estava cheio mas nem por isso havia muito barulho. Aconselha-se a reserva e mesmo assim podem ter que esperar no bar o que não é mau de todo pelos cocktails interessantes que tem. A nível de pratos, dá para viajar nos sabores. Na minha steamy adventure babei-me com o molho de redução de vinho do Porto e mostarda dijon e com as uvas combinadas com o chèvre.</span></p> <p><img title="2AD2C9AA-1EF0-489F-A587-7C843CAB6E49.jpeg" src="https://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B57186805/21691645_GFuM5.jpeg" alt="2AD2C9AA-1EF0-489F-A587-7C843CAB6E49.jpeg" width="540" height="720" /></p> <p>Para quem estava em “programa fat Secret” como eu tentando apontar tudo o que comia para perceber as reais quantidades de gordura, hidratos de carbono e proteína que andava a ingerir, esta saladinha também entrou direta para lá. Acho que consegui colocar quase tudo, menos o molho delicioso que, certamente, conta com alguns bons hidratos de carbono. Mesmo assim, é uma opção low carb. Mas a nível de gordura já o cenário é outro. Minhas queridas, saladinhas com queijos (feta, chevre, mozzarella, etc) são um bom aporte de gordura e, em lácteos, a gordura é saturada. Ou seja, é toda aquela gordurinha que faz faísca colaborando na inflamação. Por isso,  é preciso ter atenção. E, em saladas, e, ainda para mais com queijos, quem não adora umas nozes ou umas sementes? A combinação de sabores é brutal e com molho de sabor agridoce ainda mais estamos perante um mix de gordura saturada (queijo) e gordura poli-insaturada ômega 6 (frutos secos e sementes). O ômega 6 em dobro em relação ao ômega 3 dá também direito a um resmungar do nosso sistema imunitário. Posto isto, quando coloquei no fat Secret tudo o que comi deu assim cerca de 900kcal repartidas em 60% de lipídios, 22% de hidratos e 18% de proteína. Um bom típico paleo. 😜</p> <p><span style="font-size: 14pt;">Fiquei de olho no hambúrguer portobello (não incluído no menu Guilty Business) e na pizza de mix de queijos com burrata e numa outra com pesto (estas sim, incluídas no menu Guilty Business). </span></p> <p>A nível de entradas incluídas no menu, entre focaccia, asinhas de frango e carpaccio a escolha caiu sobre a classe. 😜</p> <p><img title="FC8499EE-3F02-44C0-B554-415B1C15E5D3.jpeg" src="https://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3b17a42b/21691526_3nLkd.jpeg" alt="FC8499EE-3F02-44C0-B554-415B1C15E5D3.jpeg" width="721" height="720" /></p> <p>Sem direito a sobremesa por ter escolhido a entrada do menu, provei a sobremesa das minhas amigas. Uma com fruta laminada e com uma compota provavelmente de morango que não me encheu medidas e, uns churros, uns churros com Nutella que me lembrou as festas populares.</p> <p><img title="ED767E63-5BE5-4E5E-B2C3-37265C5E5950.jpeg" src="https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B27177363/21691530_MuKzr.jpeg" alt="ED767E63-5BE5-4E5E-B2C3-37265C5E5950.jpeg" width="720" height="720" /></p> <p> </p> <p>Fiquei de olho na melted indulgence que é só, basicamente, um petit gateau com um magnum de amêndoa lá espetado. Das duas uma, ou tento fazer em casa ou num sábado ao fim da tarde vou lá. Isto porque o restaurante tem o conceito de bar e o conceito de partilha. Nada melhor do que um sábado final de tarde com um cocktail, uns nachos e um melted indulgence para arruinar o funcional mas permitir o prazer de partilhar momentos de verdadeira guilty. E ainda ter a adenda de Dj ao vivo. <br />Quanto a preços, Guilty Business 15€ é uma pechincha. <br />Apontem. <br />Para quando quiserem embarcar naqueles momentos Guilty Business - Elas nas horas (livres). 😜</p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:30915 2020-02-12T15:35:00 Dizem-nos que não podemos... 2020-02-12T15:41:33Z 2020-02-12T15:51:08Z <p class="sapomedia images"> </p> <p class="sapomedia images"><span style="font-size: 14pt;"><br />Dizem-nos que não podemos...</span></p> <p> </p> <p>Dizem-nos que não podemos chorar. Dizem-nos que somos fortes e que os fortes não choram. Dizem-nos que o que os problemas que vemos só existem na nossa cabeça e que de nada vale chorar. Dizem-nos que se chorarmos seremos umas coitadinhas ou coitadinhos. Dizem-nos que chorar é feio, é fraco, é repreensível pela sociedade. Dizem-nos que chorar fica mal e que ninguém gosta de alguém a chorar. Dizem-nos que quem chora é quem se está sempre a lamuriar. Dizem-nos que chorar é para bananas.</p> <p> </p> <p>Pois bem... para mim não chorar é falta de humildade. Para mim, não chorar é ego nas alturas, solitário e frio. Para mim, não chorar é ter vergonha de mostrar que caiu. Para mim, não chorar é falsidade. Para mim, não chorar é não conhecer o amor, a paixão, a raiva, a tristeza e o medo. Para mim, não chorar é uma pedra, uma muralha criada em vez de coração. Para mim, não chorar é não viver. Para mim, não chorar é não estar presente. Porque a dor, a real dor, apenas se sente no presente, num preciso momento. E chorar, para mim, é libertação. Chorar é liberdade de expressão. Chorar é pacificador.<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p>E tudo isto eu descobri quando me permiti começar a chorar sem juízos.</p> <p> </p> <p>Sempre ouvi: “chorar não te vai resolver os problemas”. Pode até não resolver os problemas mas resolve imenso em nós. Não somos vítimas por chorarmos. Não somos as coitadinhas ou os coitadinhos por chorarmos. Não somos infelizes por chorarmos. Não somos fracas e fracos por chorarmos. Temos sangue. Temos impulsos. Temos vibrações. Temos o sistema limbico. Temos emoções. Porque não dar-lhes espaço? Sem elas somos um corpo fechado, enclausurado em regras e juízos. Porque não libertá-las quando assim o sentimos?<span class="Apple-converted-space"> <br /><br /></span></p> <p><span style="font-size: 14pt;">Dizem-nos que não podemos...</span></p> <p><span style="font-size: 14pt;"><img title="A5DC0A56-0548-4B93-A34C-3F8EBB1B5E1A.jpeg" src="https://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bce1757e0/21689604_pnMqJ.jpeg" alt="A5DC0A56-0548-4B93-A34C-3F8EBB1B5E1A.jpeg" width="576" height="720" /></span></p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:30120 2020-02-10T16:11:00 São tantas as mães... 2020-02-10T16:16:11Z 2020-02-10T16:16:11Z <p class="p1"><span class="s1">Sara tinha terminado o curso de enfermagem. Tinha 22 anos e arranjou umas horas como enfermeira. Não estava fácil para conseguir uma oportunidade na área naquela altura em Portugal. E, Sara, queria mais. Queria algo que lhe desse gozo, que a estimulasse e lhe desse um bom rendimento ao fim do mês. Para além de enfermeira, Sara era obstinada e não ia ceder às fracas oportunidades que surgiam para a sua área de licenciatura. </span></p> <p class="p1"><span class="s1">Então, o que é que ela fez? Segundo a descrição da mãe "Oh filha, fizeste uma licenciatura para ir vender panelas?" </span></p> <p class="p1"><span class="s1">A mãe de Sara era dosmética. Via a vida de dona de casa não como uma benesse mas como uma clausura. Para ela, todos os dias eram iguais. Para ela, todos os dias tinham as mesmas preocupações. "O que fazer para o almoço e para o jantar? Será que está bom tempo para pôr uma máquina de roupa a lavar? E passar a ferro? Passo hoje tudo ou amanhã? E as janelas? Estes vidros estão sempre a precisar de ser limpos! E as casas de banho para dar um jeito. Sem esquecer das camas para fazer! Não acredito, já são estas horas?!!!" </span></p> <p class="p1"><span class="s1">A mãe de Sara não conseguia ver um ponto alto no facto de ser dona de casa. Lamentava-se imensas vezes por não ter tido vontade de estudar, por não ter feito um curso mas, na altura, as oportunidades não eram para todas. Agora, só queria o melhor para a filha. Agora, só queria que a filha tivesse um cargo importante na sociedade. Agora, só queria que a filha tivesse uma profissão com um nome sonante. E, não, vendedora de panelas não encaixava no perfil que ela queria para a filha. </span></p> <p class="p1"><span class="s1">Sara, firme nas suas convicções,</span><span class="s1"> tapou os ouvidos aos julgamentos da mãe, às crenças e estereotipos da mãe e seguiu em frente no seu caminho. Ao fim de um ano foi das melhores vendedoras do país. Ao fim de dois anos ganhou um cruzeiro de 7 dias com tudo pago. Ao fim de três anos tornou-se lider, tornou-se CEO. A enfermagem já ia lá longe. Mas a sua vontade de ajudar pessoas, de tornar as suas vidas descomplicadas, o seu dia-a-dia mais saudável estava</span><span class="s1"> lá. É cuidadora na mesma. E, sinceramente, de uma forma igualmente prestigiante. </span></p> <p class="p1"> </p> <p class="p1">Vamos reflectir?</p> <p class="p1"> </p> <p class="p1"><span class="s1">São tantas as próprias mães a castrar os sonhos, as motivações, a coragem em arriscar em algo diferente das próprias filhas. São tantas as mães que procuram que as filhas sejam o que elas deixaram por fazer, que tenham o estatuto que elas não tiveram. Ou são também tantas as mães que derrotam uma filha logo em primeira instância perante algo que não conseguiram fazer ou não se sentem capazes e, por esse motivo, consideram que as filhas também seguirão esse caminho do insucesso. São tantas as mães que desvalorizam os feitos das filhas ou então choram quando outras pessoas as elogiam. São tantas as mães com medos que acabam por tornar as filhas inseguras. São tantas as mães que têm dificuldade em expressar o seu sentimento pelas filhas, por estas mulheres da nova geração. E são tantas as mães que um dia reconhecem que afinal criaram grandes mulheres.</span></p> <p class="p2"> </p> <p class="p3"><span class="s2">Se fosses mãe de uma menina, de uma mulher, o que querias que ela fosse? </span></p> <p class="p3"><span class="s2">Eu escolheria segura e confiante. Apenas e só.</span></p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 577px; padding: 10px 10px;" title="619FB55E-4C0A-487E-ABEF-AA2F7508E341.jpeg" src="https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B6c18b857/21687354_wMiPF.jpeg" alt="619FB55E-4C0A-487E-ABEF-AA2F7508E341.jpeg" width="577" height="720" /></p> <p class="p3"><span class="s2">São tantas as mães...</span></p> <p class="p3"> </p> <p class="p3"> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:30603 2020-02-05T22:47:00 Um Brunch muito Do Norte 2020-02-05T23:08:15Z 2020-02-05T23:14:02Z <p class="sapomedia images"> </p> <p> </p> <p>E para quem andar pelo Porto e quiser um brunch bem consistente, proteico, com muita gordura boa e opções sem glúten, sem lácteos e sem açúcares pode parar ali no 57 da Rua da Almada. Lá situa-se o Do Norte Café, um espaço fabuloso com um pequeno jardim no fundo da sala. </p> <p>O espaço está realmente bonito e é super agradável. Boa música, boa comida, bom ambiente, as luzes adequadas, as plantas que não podem faltar e a possibilidade de puder degustar de coisas super saudáveis ao ar livre faz-me dar-lhe uma boa nota de avaliação. </p> <p>A decoração é, como podem ver, minimalista. Puxa para a Madeira e com tons de terra e cinza contrastado com o verde das plantas fica difícil não ser acolhedor. Mais pormenores podem ver nos stories em @martagomes.oficial que deixo nos destaques HealthyOporto.</p> <p><img title="54D97BB4-5CB9-4EE8-B8A2-91E2F6942F27.jpeg" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bcf1795c4/21683803_mJIjP.jpeg" alt="54D97BB4-5CB9-4EE8-B8A2-91E2F6942F27.jpeg" width="540" height="720" /><br /><br /></p> <p>A nivel de menus têm vários. Têm o menu de brunch clássico e o menu de brunch Do Norte. Na fotografia, o prato perto do chá é o brunch Do Norte.</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 540px; padding: 10px 10px;" title="712B0298-FED1-4180-ACDE-858A2FCB16F7.jpeg" src="https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B991858aa/21683804_n5MPn.jpeg" alt="712B0298-FED1-4180-ACDE-858A2FCB16F7.jpeg" width="540" height="720" /></p> <p class="sapomedia images"> </p> <p>Depois, têm outros menus com tostas, outros de prato e outros de bowls. A nível do pão podemos pedir sem glúten com o acréscimo de 1,5€. Mas o pão sem glúten é bom e penso que homemade.</p> <p>Só vos digo que não é nada fácil escolher no meio de tanta coisa que se quer experimentar! <br />Confesso que fiquei de olho nas Big & Tasty & Healthy tostas como, por exemplo, a tosta de cogumelos, queijo feta, húmus com curcuma, espinafres e pimentão doce ou então a blueberry como queijo brie, compota de mirtilo, manteiga de amendoim, amêndoa e côco.</p> <p>Para além disso têm, também, para almoçar a especialidade da casa com sopa de peixe. Ah pois é, em pleno centro do Porto, uma sopinha de peixe grande com salmão, bacalhau e pescada. Certamente será a minha próxima experiência lá porque sou mesmo perdida por uma bela sopa de peixe!!</p> <p>Quanto à fotografia, o outro prato não podia ter melhor nome com “All I Need”. A batata doce com o pesto foi de babar.</p> <p>Falta-me só referir mais uma especialidade da casa... o queijo russo no forno com fruta e caramelo caseiro. </p> <p>A nível de preços estão bem em conta sendo que os Brunchs variam entre os 10,50€ e os 12,95€. As tostas variam entre os 5,5€ e os 7,95€. As bowls 5,90€ e as waffles para nos adoçarem rondam, também os 5,90€. <br /><br />Posto isto, era capaz de lá passar o dia, das 9h às 16h, a comer obviamente. E nem falo nas bebidas porque entre smoothies, cocktails e vinho brulê, mais uns lattes e uns chás fora da caixa, acho que prolongava a estadia para duas semanas.</p> <p>Concluindo, é um sítio para repetir. Não é fácil escolher no meio de tanta coisa boa e saudável. E é preciso ir com fome. Muita fome! </p> <p>Claro que não comi os dois pratos porque, efetivamente, mesmo um rendeu até às 7h sem fome!!</p> <p>Se forem com alguém ou com um grupo sempre é possível experimentar mais coisas e partilhar, partilhar, partilhar. <br />Tenho a certeza que vão gostar da experiência. 😉 <br /><br /></p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:30240 2020-02-01T11:00:00 Como lidas com a tua menstruação? 2020-02-01T12:11:32Z 2020-02-01T12:11:32Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 576px; padding: 10px 10px;" title="3BC35AB2-98C0-4024-9306-6D0061976A6F.jpeg" src="https://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf9173b06/21680062_kFEwG.jpeg" alt="3BC35AB2-98C0-4024-9306-6D0061976A6F.jpeg" width="576" height="720" /></p> <p>Dizem que a menstruação nos define como mulheres. Poderia até concordar mas não somos menos mulheres quando a deixamos de ter.</p> <p>A menstruação é o que nos define como férteis. É uma oportunidade de criar, de iniciar, de mudar, todos os meses. </p> <p> </p> <p>Há quem lide bem com ela e nem se lembre que está menstruada. Há quem tenha imensas dores de barriga, sangramento abundante, enjoos que a fazem não conseguir comer nada e, até há quem fique de cama por enxaquecas e outras coisas mais. Nem todas reagimos da mesma forma perante a menstruação. Nem todas as vemos com bons olhos. Nem todas nos sentimos bem num corpo fértil, com flutuações ao longo do ciclo de 21, 25, 28 ou até 35 dias. Nem todas percebemos o que o nosso corpo nos quer dizer ou estamos disponíveis para o “ouvir”. </p> <p> </p> <p>A menstruação pode ser o nosso marcador do estado de saúde mensal. Cada menstruação é geralmente o espelho dos 3 meses anteriores. Em caso de alteração na homeostase, no equilíbrio orgânico, o corpo fará mais esforço para menstruar. Em certas situações, deixa mesmo de menstruar e temos as chamadas amenorreias. Em outras situações, podemos ter os chamados “atrasos” em que o ciclo menstrual fica mais longo. </p> <p>Quando tal acontece são muitas as mulheres que referem sentirem-se ansiosas estando sempre à espera do mínimo sinal de início de menstruação. Há um certo surto de pânico por a menstruação não iniciar no dia supostamente estipulado. Esse surto faz com que os “cravings” disparem e tudo o que se apresenta em forma de comida marcha. A comida é geralmente sempre a principal estratégia que a mulher usa para “alienar”, sentir-se mais calma, mais reconfortada mas, no entanto, não mais serena. Isto porque os hidratos de carbono na medida certa relaxam mas em demasia também causam hiperactividade de pensamento, preocupação, obsessão e por aí fora. </p> <p>Há, também, quem nem saiba em que dia deverá ou deveria menstruar. Mas sabe que naquela semana em que só pensa em comida ou chora com mais facilidade ou se irrita com mais facilidade é a semana que terá a típica desculpa de “estou com a TPM”. </p> <p>Há, ainda, as mulheres com os ciclos menstruais curtos. Nestes casos a sensação é sempre, “já? Ia jurar que ainda noutro dia estive menstruada.” O ritmo de adrenalina de pensamento é tão alto, há tanta vontade que o tempo passe rápido para alcançar algo, ou para algo se resolver mais depressa, ou chegar mais cedo que, efetivamente, 21 ou 22 ou 23 dias de ciclo passam a voar.</p> <p>Depois, há aquele dia que tantas vêem como um mau dia para fazer seja o que for. Aí está, dia da menstruação. Para algumas é o primeiro, para outras é o segundo. Para outras são, como referi acima, os dias antes da red Light se apresentar. </p> <p>A forma como lidamos com a menstruação tem muitas vezes a ver com a nossa primeira experiência com ela. Tem a ver com a forma como a víamos antes de a termos, com a forma como a vimos quando a tivemos e com o que vivemos nesses primeiros anos dessa nossa nova fase. </p> <p>Lembro-me perfeitamente de me terem apalpado o rabo na primeira vez que menstruei. Fiquei fula, completamente. Estava perdida nos meus pensamentos acabada de chegar à escola e nem energia tive para correr atrás do rapaz e lhe espetar um valente estalo. Fiquei com essa raiva, adrenalina toda dentro de mim e só pensei, “porquê isto com as raparigas?” </p> <p>Agora, não é que lide mal com a menstruação mas continuo a preferir o low profile na altura dela. Apesar de que com a idade, com o desenvolvimento pessoal e, fundamentalmente com o copo menstrual sem dúvida que já nem ocupo a mente com o “será que se nota alguma coisa?”. É de silicone, não causa comichões ou alergias como os tampões ou pensos higiénicos. É um colector sanguíneo colocado intra-vaginal durante mais ou menos 12 horas. É óptimo para verificar a presença ou não de coágulos sanguíneos que são um óptimo indicador do nosso estado de saúde. Para além disso, permite-nos todo e qualquer movimento sem sentirmos nenhuma limitação.</p> <p>Nesta fase, agora, apenas me limito a respeitar o que o corpo pede. Boas noites de sono, hidratação, nada de invertidas nem grande intensidade de exercício físico e conexão interna. A menstruação é sempre uma boa fase para descobrirmos mais um bocadinho sobre nós.</p> <p>Por isso, pensem lá, como lidam com a menstruação? Como lidaram na primeira vez que ela surgiu? </p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:29521 2020-01-27T09:59:00 Às vezes dizem por aí que sou feminista 2020-01-27T10:04:45Z 2020-01-27T10:04:45Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 429px; padding: 10px 10px;" title="C33C8AA2-A1B1-4C81-BCA7-D578EA0D83E4.jpeg" src="https://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd517131e/21673463_TfYpH.jpeg" alt="C33C8AA2-A1B1-4C81-BCA7-D578EA0D83E4.jpeg" width="429" height="720" /></p> <p> </p> <p><br />Às vezes dizem por aí que sou feminista.<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p> </p> <p>Dizem que gosto de pintar as unhas e os lábios de vermelho e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que sou independente e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que só me dedico à saúde da mulher e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que tenho sucesso profissional e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que não gosto que me controlem e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que fui agredida e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que não aceito casamentos por obrigação e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem por aí que formo círculos de mulheres e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que não me souberam educar e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que fui traída e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que sou mãe solteira e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que não sou apologista do casamento e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que não tenho namorado e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que tenho namorado e participo em eventos sem ele e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que não gosto de me ajoelhar e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que digo que nunca serei propriedade de ninguém e por isso sou feminista.<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p>Dizem que não deixo a minha vida para seguir a de um homem e por isso sou feminista.</p> <p>Dizem que falo abertamente de sexo e disfunções sexuais com as mulheres e por isso sou feminista.<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p>Dizem que tenho um grande ego e por isso sou feminista.<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p> </p> <p>Diz-se tanta e tanta coisa. Colocam-nos rótulos. Sinceramente, tantas vezes nem faz sentido ligarmos. Temos comportamentos feministas face a comportamentos machistas. Como, também, temos comportamentos, julgamentos machistas por toda a ancestralidade que nos acompanha.<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p>Eu sou uma machista pura quando não acredito que uma mulher é capaz de me ajudar na simples formatação de um computador porque acho que isso é trabalho de homem. E sou feminista pura<span class="Apple-converted-space"> </span>por querer ter voz, por querer a igualdade de oportunidades entre homem e mulher e não o julgamento.</p> <p>Posto isto, haverá mesmo rótulos para colocar nas pessoas? Haverá mesmo necessidade de rotularmos alguém como machista ou alguém como feminista? Ou serão apenas comportamentos entre os quais variamos em função das circunstâncias que nos são apresentadas? Serão apenas percepções? Certas ou erradas? Gostarão mais de mim com pensamentos machistas ou gostarão mais de mim com pensamentos feministas? Ou, simplesmente, aceitam-me como quer que eu seja?</p> <p> </p> <p>E por aí, revêem-se?</p> <p> </p> <p>Sou simplesmente mulher. E sou muito feliz por ser mulher. Sou feminina. E sou muito feliz pela minha feminilidade.<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p>Se sou feminista? Digam-me vocês o que para vocês é uma feminista e logo vejo se me enquadro no que descrevem de mim. Simples assim. </p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:29883 2020-01-23T09:29:00 E uns saldos em Nova Iorque? 😅 2020-01-23T09:40:38Z 2020-01-23T14:28:55Z <p>Depois da edição de saldos em Milão que deu pano para mangas, ficam muito amuaditas se disser que também já fui aos saldos a Nova Iorque? É que aconteceu. 🤷🏻‍♀️<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p>Fevereiro em Nova Iorque é para o que dá também. Porque o frio não se aguenta nas ruas e tantas vezes é preciso entrar nas lojas para aquecer. E é impossível passar por aquela 5ta avenida sem comprar nada! Confesso!</p> <p>Uma das minhas marcas favoritas é a MK. Uma mulher com uma boa mala, um bom casaco e uns bons sapatos faz sucesso. E a MK tem classe nas malas que apresenta. Tons neutros, nudes e com simples pormenores que marcam a classe. Mas nesta viagem a Nova Iorque não me perdi com uma mala. Estive quase na última hora antes de embarcar mas, resisti! Nesta viagem perdi-me mesmo com o smartwatch da MK. Uma edição semelhante à que tínhamos em Portugal nessa altura mas numa cor que referiram só existir naquela loja. Claro está que o meu namorado na altura disse logo, "se é edição única é a tua cara". A modos que o relógio era muito mais barato do que em Portugal. Foi uma poupança de cerca de 80€ por isso valeu imenso a pena. O único problema é que como sou uma Addicted to iPhones consigo receber mensagens e alertas e etc no relógio mas não consigo responder através dele. O que também é bom. Permite-me estar conectada com o mundo e ao mesmo tempo fazer a triagem do que vou responder ou não. 😅 E a agenda está sempre lá disponível o que me faz entre consultas muitas vezes não ter que recorrer ao computador.<span class="Apple-converted-space"> <br />Cá está a beleza! &lt;3</span></p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 540px; padding: 10px 10px;" title="EE3FE4E4-E44B-43BC-AA60-C21635270724.jpeg" src="https://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B19186ee1/21673469_QkdUD.jpeg" alt="EE3FE4E4-E44B-43BC-AA60-C21635270724.jpeg" width="540" height="720" /></p> <p>Quanto a mais compras, para além da 5ta avenida temos o Macy’s. É só assim um mega centro de vários stands de roupa, malas, sapatos, acessórios, maquiagem que nem consegui correr os pisos todos. Acho que eram para aí uns 7 ou 8 pisos mas já nem sei precisar.<span class="Apple-converted-space"> Podem ver o video que tenho nos meus destaques de stories no Instagram relativo a Nova Iorque (@martagomes.oficial).</span></p> <p>Imaginem só o que é a Levi’s a preço de feira quase. Imaginem a Nike igual.<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p>Por isso, ou não entram no Maci’s ou então, boa sorte!<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p> </p> <p>Para além da 5ta avenida temos o Soho para uma tarde bem passada entre as lojas. Eu deliciei-me na loja da Lululemon com dois pisos. Adoro esta marca para um fancy pilates e yoga trend. É super super confortável, as calças contribuem em muito para um rabo e pernas esculturais e o tecido é super macio. As cores são dentro dos pretos, brancos, nudes e verdes. Uns outfits super clean para quem gosta de se sentir bonita e confortável enquanto treina ou trabalha, como é o meu caso. Vi lá uns coats em género de poncho lindos lindos mas, confesso, é uma marca bem cara. Foi o meu primeiro contacto com ela em termos de tocar, ver ao vivo. Decidi não comprar nada mas suspirei bastante e disse mesmo “um dia só vou usar lululemon”. O que é certo é que após uns meses fiz a minha primeira compra através do site que me saiu mais caro do que se tivesse comprado em Nova Iorque. Na próxima ida aos saldos já sei qual será uma das minhas paragens. :)</p> <p>Para quem não conhece, deliciem-se com o site:</p> <p><a href="https://www.eu.lululemon.com" rel="noopener">https://www.eu.lululemon.com</a><br /><br /></p> <p>Para além das marcas que cá também temos, eles têm outras como Banana Republic com coisas muito interessantes. Esta tem desde roupa, sapatos, acessórios, malas, e existe pelo menos no Soho e na Plaza Rockefeller. Na 5ta avenida já não tenho a certeza se tinha ou não.<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p> </p> <p>Imperdível na 5ta avenida é também a loja da Apple. Para quem gosta de tecnologia a loja tem dois pisos e tem todos os modelos de iPhones, Mac’s, IPads, Apple Watch e todos os acessórios disponíveis da Apple e ainda as lindas cases para todos os aparelhos. Vi uma para iPad que me deixou mesmo tentada. Super sóbria, com aquele toque de classe que os 30 e de uma mulher já pede.<span class="Apple-converted-space"> </span></p> <p> </p> <p>É incrivel como não tenho fotos da 5ta avenida e de Soho com as lojas!À um ano atrás andava mesmo em conflito com a moda como já referi no post dos Saldos em Milão. Só tirei mesmo uma à minha VS do coração porque foi a primeira loja de rua da Victoria Secrets que vi ao vivo e estava em extase. </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 368px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_E9163_1024 2.jpg" src="https://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B6018ef23/21673590_Z1SOZ.jpeg" alt="thumb_IMG_E9163_1024 2.jpg" width="540" height="485" /></p> <p class="sapomedia images">Todas as outras resta-me a memória e alguns videos que tenho no instagram nos destaques das stories. E resta-me acreditar que brevemente irei lá voltar. Porque é tãoooo bom!! :)</p> <p> </p> <p>Enquanto isso, depois de todo este momento fútil resta-me respirar fundo e voltar a pensar em diafragmas, activação abdominal e fazer um mindfullness para me livrar de todas estas simples ideias de como estourar o cartão de crédito em 2 tempos.<span class="Apple-converted-space"> </span></p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:29202 2020-01-18T11:20:00 A mulher e a lua 2020-01-18T11:21:04Z 2020-01-18T11:21:04Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 756px; padding: 10px 10px;" title="A5BB6A13-85F4-4220-AD67-AAEF2D3806EF.jpeg" src="https://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8c1703d5/21670168_bbNoB.jpeg" alt="A5BB6A13-85F4-4220-AD67-AAEF2D3806EF.jpeg" width="756" height="720" /></p> <p> </p> <p><br />A expressão de “pareces meia aluada” é-me tão familiar que, talvez, por isso sempre tenha tido interesse em saber mais acerca da lua. </p> <p>Às vezes perguntam-me em que ciência é que vi essa relação da lua com a saúde da mulher. Brincam e eu brinco também com este empirismo. O que é certo é que muitas são as mulheres que alteram realmente o seu humor em função da fase da lua e nem se dão conta. Outras dizem andar sempre em modo “desligado” e, depois, em alguns dias por mês explodem. Muitas associam à tensão pré-menstrual. Mas será que está só relacionado com a dita TPM? </p> <p>O nosso ciclo menstrual geralmente está alinhado com a lua. Muitas são as mulheres que menstruam na lua nova e muitas são as que menstruam na lua cheia. Algumas ficam-se pelos quartos mas é uma menor percentagem. É interessante que, mesmo nas mulheres que tomam pílula, este padrão geralmente acontece. </p> <p>Uma mulher que faça pílula está inibida hormonalmente. Ou seja, se uma mulher foi concebida para criar, procriar, intuir, com pílula fica desligada desta sua missão uma vez que a pílula tem como objectivo impedir a ovulação. Logo, se um componente muito importante do ciclo menstrual não está activo, a mulher estará, por conseguinte, inativa sendo muitas vezes um corpo a viver em função do ritmo alucinante ou não que se impuser.</p> <p>Com pílula especialmente e sem pílula, faz sentido a mulher olhar para as fases da lua. As fases da lua podem-nos ajudar a graduar esse ritmo alucinante que muitas vezes embarcamos sem dar conta. Por isso, recomendo muitas vezes nas minhas consultas online a realização de um calendário ou a colocação na agenda das diferentes fases da lua para que a mulher as reconheça e tenha consciência de como se sente com estas mudanças. </p> <p> </p> <p>Começando pelo primeiro quarto, a lua em quarto crescente corresponde a um período de crescimento. E um período de crescimento é sempre agitado. Várias coisas estão a acontecer mas ainda não ganharam forma. Desta forma, é uma altura que exige foco e concentração e, sem dúvida, resiliência. É a hora de fazer mudanças ou corrigir problemas. É um período longo que compreende quase todo o tempo de transição entre a lua nova e a lua cheia. </p> <p>Para além disso, como é um início de um novo ciclo, esta fase favorece romances e relacionamentos. A mulher está mais predisposta a um recomeço, a um novo início, a uma nova oportunidade fundamentalmente, consigo própria. Terá mais força e maior capacidade para se apresentar em público, para socializar, para conhecer novas pessoas. </p> <p>Como o quarto crescente é a fase da lua que corresponde à fase folicular, ou seja, pré-ovulatória, é, também, considerada uma fase fértil e boa para o início de uma gestação. Passando isto para o outro campo que não o maternal, é uma fase de criatividade. Ou seja, a mulher está fértil em ideias e é altura de as tentar pôr em prática para verificar, nas restantes fases que se seguem, que ideias/projectos são para ficar e que ideias/projectos são para deixar morrer. Concluindo, é uma excelente fase para investimentos.</p> <p> </p> <p>A lua cresce, cresce, cresce, até que fica cheia. E tudo o que está cheio assemelha-se a um excesso. É geralmente uma fase em que as mulheres têm o típico “saltar a tampa”. A lua cheia afecta o estado emocional geral e altera o humor logo há muito mais manifestações de transtornos psíquicos nesta fase. E aí podemos ouvir o tal “não te consigo compreender” 🤷🏻‍♀️. </p> <p>Diz-se que nesta fase há uma conexão ao nosso inconsciente e, caso andemos em modo off especialmente por causa de pílulas ou conflitos internos constantes, não será uma fase fácil de passar e muitos acessos de coisas que não gostamos, que nos irritam, vão surgir. </p> <p>No entanto, é uma fase que corresponde à ovulação em concordância com o ciclo menstrual. Por isso, é considerada uma fase em que a mulher é mais mulher, a sua pele estará mais hidratada e nutrida e há maior capacidade de gerar atração no público. É uma boa fase para concluir um projecto e implementá-lo. E dizem que é óptima para festas e eventos. Não é de admirar já me terem dito que na lua cheia os restaurantes, cafés e bares estão cheios. Este “modo” lua cheia dura mais ou menos 3 dias. Um dia antes, o dia da lua cheia e o seguinte. Tal como a efectividade da ovulação. </p> <p> </p> <p>A partir dai, a lua começa a diminuir até que entramos no último quarto. O quarto minguante é uma fase que nos encaminha para um momento de reflexão, introspecção depois de toda a abertura, contacto com o público, festas e eventos que as duas fases anteriores incitaram. Esta fase que dura até ao dia anterior da lua nova, diminuindo dia após dia, é boa para detoxs, eliminação de vícios, limpezas de pele e da casa. 😂 Era lindo se a casa só fosse limpa em quarto minguante mas, uma limpeza mais a fundo nesta fase é bem-vinda. Para além disso, podemos adicionar um detox de armários e coisas que constantemente guardamos sem utilidade, que só estão a ocupar espaço e nem temos em vista usar. É também uma fase para terminar relacionamentos quer sejam pessoais, quer sejam laborais. Nesta fase há mais pesquisa do Eu, mais ligação com o Eu, com o inconsciente e há mais auto-conhecimento. Há mais certezas do que é para ficar e do que é para deixar ir. É a altura de esvaziar...tal como a lua.</p> <p> </p> <p>Até que depois surge essa lua vazia. E vazio  uma nova capacidade para encher. Ou seja, é a possibilidade de um novo ciclo. É a lua nova. Sempre que queremos iniciar algo faz sentido aguardarmos pela lua nova. É uma boa fase para arriscar em novas situações, novos começos, mudanças no estilo de vida. Mas, cuidado, é uma fase que corresponde à menstruação por isso pede a conservação de energia no dia antes, no dia da lua nova e no dia após. É uma fase de recuperação para dar um novo início. </p> <p>Que tal começarmos a olhar para a lua, para as nossas variações de humor e para o nosso ciclo menstrual e começarmos a tirar as nossas próprias conclusões? </p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:28766 2020-01-16T21:03:00 Um dia em Milão, porque não? 2020-01-16T21:08:55Z 2020-01-16T21:08:55Z <p>Para iniciar 2020 decidi mudar de ares começando por escolher Milão como destino. Foi uma escapadela muito curtinha e mesmo com aquele significado de Saldi in Milano. </p> <p>Pode parecer excêntrico. Pode parecer que sou muito chique. Mas não. Simplesmente decidi viajar mais e, sinceramente, nada melhor do que oferecer viagens de prenda. Primeiro, porque assim tenho sempre companhia para viajar. Segundo, porque consigo passar um tempo especial com as pessoas especiais para mim. E esta viagem a Milão agora em Janeiro já tinha sido comprada em Outubro. Passo já a explicar tudo...</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 960px; padding: 10px 10px;" title="9DD59B65-3881-4BF1-8D46-7B34573F533B.jpeg" src="https://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be318c269/21669140_94Mfu.jpeg" alt="9DD59B65-3881-4BF1-8D46-7B34573F533B.jpeg" width="960" height="671" /></p> <p><span style="font-size: 14pt;">Lembrei-me que em Janeiro quase ninguém viaja. Está tudo escaldado do Natal, os putos já estão nas escolas e, no início do ano anda tudo com as reosluções e com a força toda em organizarem-se. Logo, se viagem significa sair da zona de conforto, poucas pessoas viajam por lazer nesta altura, principalmente para sítios frios. Posto este acesso de inteligência, eis que Marta Isabel pouco tempo após a sua chegada das férias de Capri em Outubro e já a começar a ficar com o bichinho do vicio de Itália e de viajar, decidi pesquisar as viagens para Milão. E pronto, viagens a 24€ ida e volta para Milão sem malas pela Ryanair. </span></p> <p>Tentei convencer umas amigas minhas mas levei alto fora. Ainda ponderei se estava mesmo a ser louca. Mas, passado umas semanas continuava a ver a viagem ao mesmo preço e, sinceramente, se era loucura ir num dia de manhã para Milão e vir no outro dia à tarde, eu estava pronta para embarcar nela. Já nem pareço a mesma que em Outubro estava com a neura das viagens, da complicação de sair de casa, fazer malas, o stress, principalmente, de não perder o voo e a mudança completa nas rotinas alimentares.</p> <p>Pois bem, quebrando esse padrão de complicação, preocupação e negatividade, a minha Sis tinha feito anos e eu, pumba, prenda de aniversário para não lhe dar hipótese. Anda lá que vamos aos saldos a Milão. </p> <p>O voo foi para Malpensa. De Malpensa à estação de Milão demoramos cerca de 40 minutos de autocarro. Como precisávamos de ida e volta comprámos logo as duas e ficou a 16€ por pessoa. Mas eles só vão falar na viagem de ida que são 10€. Por isso, não se esqueçam de pedir ida e volta para pouparem uns trocos. </p> <p> </p> <p>Fartei-me de ouvir o meu pai a dizer que não ia encontrar um hotel barato, que tudo era caro lá e etc etc. Ele era experiente nestas andanças mas já não ia a Milão há uns largos anos. </p> <p>No início de Dezembro recebi uma notificação na aplicação do booking de 20% de desconto em hóteis. Aproveitei e pesquisei hotel em Milão. Vi que a melhor zona para ficar era Brera. É a zona dos hóteis, fica a 2,5km a pé da Catedral e tem bons hóteis e acessiveis. Marquei para o hotel Canova. Um noite para duas pessoas com o preço de 58€. O imposto municipal por pessoa é de 4€. Ou seja, um total de 66€. </p> <p><a href="https://www.hotelcanova.it" rel="noopener">https://www.hotelcanova.it</a></p> <p> </p> <p>Depois, segue-se a outra história de que é caro comer e beber em Milão. Eu ia com esse feeling sim. Até porque Capri e Positano em Outubro de 2019 achei carissimo, principalmente a nível de bebidas. E Itália é perita em aperitivos, cocktails, spritzs e afins e uma pessoa não pode deixar de experimentar. Mas em Milão, ao contrário do que esperava, os preços dos cocktails, gins e etc, é o mesmo preço de cá. Eu experimentei um Campari Spritz e custou 10€. <br /><br /></p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 540px; padding: 10px 10px;" title="8A3D5E35-D328-4B14-A67F-017A74F3561B.jpeg" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B651746d4/21669141_QK6pN.jpeg" alt="8A3D5E35-D328-4B14-A67F-017A74F3561B.jpeg" width="540" height="720" /></p> <p> </p> <p>Em relação a restaurantes os preços por refeição variam entre os 10€ e os 30€ por pessoa. Claro que também há aqueles restaurantes mais "In" para gastar uma nota como o Savini próximo da Galleria Vittorio Emanuelle. Outro restaurante que me ficou no olho foi o Tartufi & Friends. Também é um restaurante caro, muito bonito, com um ambiente ao jantar romântico, com pouca luz e com pratos com uma apresentação gourmet fabulosa. Fica próximo da Duomo na Corso Venezia. E merece um dress code de classe para combinar com a degustação. </p> <p><a href="https://savinimilano.it/ristorante/?lang=en" rel="noopener">https://savinimilano.it/ristorante/?lang=en</a></p> <p><a href="https://www.tartufiandfriends.it/en/restaurant-milan/" rel="noopener">https://www.tartufiandfriends.it/en/restaurant-milan/</a></p> <p> </p> <p>Nós ficamo-nos por cenas modestas. Bons sabores, comida típica e abastecer bem de energias para enfrentar o frio e os kms entre as lojas. Começamos por almoçar num restaurante perto do hotel onde ficamos. Escolhemos o Papa Nicola e optamos por Risottos. Eu não sei o que se passa em Itália mas já é a segunda vez que como risotto lá e não acho nada de especial. O da bimby consegue ganhar sem sombra de dúvida. </p> <p>Eu pedi o risotto à milaneza para experimentar a "especialidade" da região. Esqueçam lá... Basicamente é arroz com queijo. Só. Fez-me lembrar os meus vintage em que fazia esses pratos fantásticos de arroz com queijo a gratinar por cima e estava o almoço ou o jantar pronto. Tão saudável, tão proteico. Lol.</p> <p>Depois, o jantar foi no Granaio Caffe e Cucina. Um restaurante muito giro na Via Torino depois da nossa tarde de compras. Estava mesmo a apetecer-nos uma pizza. Eu só como pizzas em Itália e ver um restaurante em que a massa das pizzas era integral e de farinha de arroz foi logo um motivo para ser escolhido. E estava óptima! A nível de preços variavam entre 14 e 18€.</p> <p><a href="http://ristorantegranaio.it" rel="noopener">http://ristorantegranaio.it</a></p> <p> </p> <p>No dia seguinte a ideia era um brunch no Avobrothers. Mas este ficava bem para lá da Duomo e nós perdemo-nos um bocado nas horas nas lojas e achamos melhor não ir lá. Podia dar para o torto e depois perdermos o bus para o aeroporto e lá se ia o voo. Mas iria-me deliciar com as especialidades deles de abacate. Procurem no instagram. Foi lá que encontrei quando estava a pesquisar sítios saudáveis para comer em Milão.</p> <p><a href="https://www.avobrothers.com" rel="noopener">https://www.avobrothers.com</a></p> <p> </p> <p>Outro muito giro foi o Mint Garden Café. Fica na zona de Brera, na zona dos hóteis e, portanto, próximo da estação de Milão. Têm um "brunch" com salmão, abacate, pão, croissants, latte machiatto, cookies, compotas e só coisas boas. Têm, também, uns pratos mais gourmet para almoçar ou jantar. E têm os cocktails. E ao que parece a especialidade é o negroni. Pelo que me explicaram os italianos, o negroni é a bebida mais forte deles. Se com o Campari Spritz (sabor bem amargo) já abanei um bocado, com o negroni o caso pode ficar mal parado. Ficará para uma próxima visita a Itália. </p> <p><a href="https://www.facebook.com/MintGardenCafe/" rel="noopener">https://www.facebook.com/MintGardenCafe/</a></p> <p> </p> <p>Para além da moda, Milão prima pelos bares e rooftops. No Inverno todos se escondem bem dentro dos bares apesar das esplanadas terem os aquecedores. Às 22h apanhamos -1 grau na rua logo, claro está que não dá para estar numa esplanada muito confortavelmente a conversar e a beber em Janeiro em Milão. Confesso que fiquei curiosa com o Verão em Milão. Até porque Milão é um excelente ponto de partida para Génova, Portofino e Manarola por isso já consta da minha to do list novamente. </p> <p>Quanto a bares deixo aqui alguns dos nomes que um Milano que percebe da coisa me aconselhou. Todos têm happy hour que começa às 18.30h até, sensilvemente, as 22h. A happy hour consiste, basicamente, em pagarmos apenas as bebidas e temos um buffet livre à nossa disposição para comermos o que quisermos. É uma boa opção para se ficar logo jantado também. </p> <p>Então, para rooftops, que eu adoroooo, o melhor de todos é o Ceresio7. Fica próximo da ChinaTown em Milão e tem uma bruta piscina e uma vista lindissima. Já se sabe onde irei na minha próxima visita a Milão, como é claro!! Cliquem no link e vão-se deliciar.</p> <p><a href="https://www.ceresio7.com" rel="noopener">https://www.ceresio7.com</a></p> <p>Tem bar, restaurante e possibilidade de usar a piscina no verão. Parece-me muitooo bem!O bar é lindo e os preços dos cocktails variam entre 18€ a 20€. Em Itália, e Milão não é excepção, sempre que pedimos um cocktail num bar vem com aperitivos, mesmo fora da happy hour. Já me aconteceu o mesmo em Capri. O que acho fenomenal. Convém precaver que os clientes consigam sair do bar pelo próprio pé. E a contar com a braveza dos Camparis e dos Negronis, é melhor comer qualquer coisita. :)</p> <p>Outro terraço indicado para o verão, mas mais afastado do centro de Milão, é o Visionair. Fica na zona de Lambrate. É basicamente um terraço em jardim onde é possivel comer e beber bem mais baratinho. Na minha opinião, acho que é um bom sítio para ir com um grupo de amigos grande. Um grupo pequeno (2-4 pessoas) ou um casal já aconselho o Ceresio7. </p> <p>Outros dois rooftops imperdíveis são os da piazza Duomo, o Aperol e o Martini. O Aperol tem a vista para a Catedral da Duomo e da praça vemo-lo perfeitamente. Tem esplanada com aquecedores e interior por isso é uma boa opção também para Inverno. A nível de comida não me parece nada de especial. Na minha opinião, é só mesmo para um aperol, com uma boa música e umas fotos com a Catedral como fundo. As bebidas são, também, acompanhadas com petiscos. Como acima referi, é geral para todos os bares em Itália.</p> <p><a href="https://www.aperol.com/it/terrazza-aperol" rel="noopener">https://www.aperol.com/it/terrazza-aperol</a></p> <p>Se estivermos no largo da Catedral, de frente para o Terrazza Aperol, basta virarmos costas e vamos ver o Terrazza Martini do outro lado. Para mim este é fenomenal. Tem uma vista de babar sobre Milão porque fica mais elevado do que o Aperol e um pouco mais distante da Catedral. O problema deste é que, geralmente, só está aberto para eventos privados e é preciso sorte para conseguir lá entrar. Por isso, faz todo o sentido socializar e ter contactos em Milão. </p> <p>Vejam lá a beleza neste video! Já só suspiro para lá estar um dia após um desfile da Fashion Week Milano!</p> <p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=pFqwKecEseI&amp;feature=youtu.be" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=pFqwKecEseI&feature=youtu.be</a></p> <p>Para além dos rooftops há imensos bares. Milão é o paraíso da moda mas também da vida nocturna, happy hours e cocktails com as suas bebidas como: campari, negroni, aperol, limoncello, prosecco, martini e, muitas outras que nem conheço.</p> <p>Então, temos o Nottingham forest caracterizado pelas suas centenas de cocktails bizarros. Vejam lá este com a "marca" Sephora. Fica na Piazza Tricolore quem vai da Galeria Vittorio Emanuelle na direção da Porta Venezia. </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 913px; padding: 10px 10px;" title="8A83FF51-EEDA-4E76-9BBF-ECF62926B7F5.jpeg" src="https://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc517d8f4/21669143_9MevI.jpeg" alt="8A83FF51-EEDA-4E76-9BBF-ECF62926B7F5.jpeg" width="913" height="720" /></p> <p> </p> <p>O Botanical Club para os amantes de gin. Dizem que são os melhores em Milão e fica mesmo mesmo perto da Porta Venezia. </p> <p>O Frida que é um género de jardim com estufa e tem muito bom aspecto. Um bom ambiente para conversar, para visitar ainda de dia. Fica mais afastado do centro, acima da zona de Brera, ou seja, na zona de Isola. </p> <p>O Ostello Bello é um hostel que tem um bar aberto ao público. É um bom sítio para ficar uma vez que está na zona da Estação Central de Milão que é uma zona com bons preços e a cerca de 2km do centro. Óptimo para quem gosta de conhecer as cidades a pé. Para além disso, tem um conceito super giro. O hostel costuma estar cheio à noite e têm como prática fazer jogos em grupo o que é muito bom para socializar. </p> <p><a href="https://www.ostellobello.com/hostel/ostello-bello-medici-milan/" rel="noopener">https://www.ostellobello.com/hostel/ostello-bello-medici-milan/</a></p> <p>Por último, um bar mais elegante que, também tem happy hour mas, funciona muito bem a partir da meia-noite. É bom para quem quer uma experiência all night long em Milão e pode sair e dançar esticando-se nas horas. Este é mais retirado do centro. Convém usar uber ou então o metro. </p> <p> </p> <p>Para além de comer, beber e socializar em Milão, claro está que ver as lojas de uma ponta à outra é imperdível. A Galeria Vittorio Emanuelle, a Catedral, a porta Venezia, ou seja, a zona da Duomo é muito gira. A estação de Milão é enorme. Facilmente nos perdemos lá dentro. Tem lojas também para todos os gostos e feitios. O estádio San Siro não conheço mas um dia acredito que ainda vá lá ver um jogo. A pintura de Leonardo Da Vinci da Última Ceia é uma das pinturas mais famosas e tem que ser feita marcação com antecedência para ser vista. Eu tentei marcar com 10 dias de antecedência e já não tive hipótese. Também, sinceramente, não me ia dar tempo para tudo. É bem verdade que nas lojas se perdem horas sem darmos por ela. <br /><br /></p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 540px; padding: 10px 10px;" title="DE0DEB08-0B72-4918-94AF-34E7EA745644.jpeg" src="https://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba517e719/21669144_TZ0IM.jpeg" alt="DE0DEB08-0B72-4918-94AF-34E7EA745644.jpeg" width="540" height="720" /></p> <p> </p> <p>Eu já tinha passado em Milão 4 horas e tinha já umas luzes da cidade mas, para se puder realmente aproveitar tudo precisava de no mínimo 2 noites. A primeira é sempre para fazer o reconhecimento do local. A segunda é para me sentir já uma Chiara. E, se formos realmente a ver, Milão é mais do que a zona de Brera, Scala e Duomo. Para conhecer tudo é preciso umas boas pernas para andar e, no mínimo 3 dias. </p> <p>Para quem o artigo despertou vontade, tenho um segredo para contar... as viagens continuam super baratas até ao final de Março!!! Já estive a pesquisar e vi datas com os brilhantes 24€ de ida e volta. Por isso, que tal ir ver a nova colecção a Milão e experimentar um Aperol? ;)</p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:29161 2020-01-14T13:16:00 E se fosse aos saldos a Milão?! 2020-01-14T13:16:13Z 2020-01-14T14:47:36Z <p class="sapomedia images"> </p> <p> </p> <p>E assim, numa brincadeira de Verão de tanto ver e falar de outifits no instagram e no pinterest, surgiu a brilhante ideia de "Saldi in Milano"!!! </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 393px; padding: 10px 10px;" title="A65364E7-F9A4-40B1-BD8A-172267B447DC.jpeg" src="https://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba61854ed/21667141_kauzY.jpeg" alt="A65364E7-F9A4-40B1-BD8A-172267B447DC.jpeg" width="393" height="720" /></p> <p> </p> <p> </p> <p>Confesso que metade do meu ano de 2019 foi dedicado a investimento na imagem. Achava uma futilidade pegada marcas, lojas e outfits. Rejeitava o meu passsado a ferro e fogo. Basicamente nasci e cresci numa loja de roupa de marcas caras. Ia ver colecções com o meu pai, era uma vaidosa de primeira e adorava as mudanças de estação com toda aquela azafama de caixas e caixas de roupa a chegar para etiquetar e mudar toda a loja. Adorava o refresh de roupa nova. Aí sentia mesmo as estações. Agora, ou é do tempo estar todo alterado ou de ter perdido esse pedaço familiar que ando apenas em função do boletim metereológico. E, com essa perda, achei que o mais certo era esquecer-me dos looks, do fashion, do style, porque meti na cabeça que roupa era uma treta. </p> <p>E pode ser. Pode realmente ser uma futilidade. Pode até haver a identificação de uma mulher vazia, pouco inteligente aquela que só pensa em roupa, sapatos ou malas. Eu digo isto porque eu pensava assim. Eu própria fazia este julgamento. Por isso, eu própria me quis afastar da moda para me considerar mais inteligente. Parva, mal eu sabia a asneira que estava a fazer comigo própria. <br /><br /></p> <p>A moda é muito importante. A imagem é muito importante. É a forma como nos apresentamos. É a forma como nos vêem. Experimentem ir comprar um carro de fato de treino. E, depois, experimentem ir comprar um carro bem vestidas e de tacão. Por experiência própria, eu senti na pele a diferença no trato. </p> <p>Uma mulher bem vestida, bem arranjada apresenta muito mais atitude do que uma mulher que pouco se importa com o seu aspecto exterior. Não quer dizer que uma mulher que não cuide do seu aspecto exterior não tem atitude. Mas, tantas vezes, a sua auto-estima está disfuncional ou desregulada. Porque, perante pessoas que considere bonitas, irá sentir-se inferior e terá dificuldade em lidar com essas pessoas.</p> <p> </p> <p>Por isso sim, sem vergonha, assumo que desde à meio ano para cá tenho-me confrontado com a imagem. Entre conflitos e resoluções, aos poucos fui fazendo as pazes com essa parte que é minha e que tinha colocado na sombra. Aos poucos dedico-me outra vez à moda, ao cuidado, à beleza, ao exterior. Aos poucos vou desfazendo essa ideia de que são futilidades. Aos poucos vou desfazendo a ideia de que mulheres bonitas não são consideradas inteligentes. E aos poucos vou, também, fazendo coisas que sempre quis fazer mas que sempre coloquei um travão em mim própria. E viajar é uma delas.</p> <p> </p> <p>Não sou doida por compras, confesso. Consigo entrar numa loja sem comprar nada. hahaha Consigo ir a um shopping e não comprar nada. Mas quando alguma coisa me fica no olho é mesmo dificil esquecer. Acontece, sim, ficar a pensar vários dias se compro ou não compro uma coisa que gostei. Acontece ficar a pensar vários dias que combinações podia fazer. Acontece ficar arrependida de não ter comprado também. Já não acontece tantas vezes experimentar uns 3 ou 4 looks antes de sair de casa. Também já não acontece preparar a roupa no dia anterior mas, geralmente, mentalmente já penso nela. Acho que isto é típico de mulher! ☺️ Conseguimos exatamente criar uma imagem mental nossa com uma determinada roupa, sapatos e mala, certo?</p> <p> </p> <p>Quanto a Milão, os saldos valem a pena. O IVA é de 22% por isso encontramos preços ligeiramente mais baixos do que cá. A nível de colecções encontra-se, também, algumas coisas diferentes de cá.</p> <p>Não comprei nada em marcas caras. Para esses investimentos acho que vale bem a pena ir aos saldos em Nova Iorque. Mas isso ainda são outros voos ainda maiores. 🤩 Mas o que é certo é que as coisas são bem mais baratas lá, até ver.</p> <p>Em Milão, a passagem pela loja da Victoria Secrets é obrigatória para todas que se perdem pelas cuecas daquela loja. Eu perco-me e confesso que fiquei surpresa porque achei que a loja só existia no aeroporto. </p> <p>Acabei por investir numas malhas simples já que este Inverno está rigoroso e na black friday cá em Portugal voaram quase todas. Quase me perdia por um casaco da Guess em estilo Vison (mas muitooo mais barato claro) mas não tinha o meu tamanho. </p> <p>Para não me perder por malas passei os olhos muito rápido na montra da Furla e na da Moschino. Entrei na Chanel porque sabia que o meu cartão de crédito lá dava erro e estava segura. É de sonho aquela loja. Babei-me completamente com tanta classe. Como eu digo, Chanel - a state of mind! Um dia, minha querida, um dia!</p> <p>A nível de lojas, Milão está minado por todo o lado. Não há mesmo qualquer hipótese de passarem despercebidas. É a zona da Catedral, é o Quadrilátero da Moda, é a Galeria Vittorio Emanuelle, é a Corso Buenos Aires (por onde começamos), a Piazza Del Duomo e a Via Torino. É um consolo só aos olhos que uma pessoa até se esquece de olhar para os italianos. hahaha</p> <p>Depois, na zona da Catedral, Piazza Del Duomo, temos a H&M enorme, a Zara enorme, a Intimissimi, la Rinascente que contém Dior, Chanel, MAC, Eisenberg e mais não sei quantas marcas de cosméticos de topo, a Miss Sixty, a Furla e mais não sei quantas marcas e lojas. </p> <p>A Galleria Vittorio Emanuele tem muitas daquelas lojas com sensor a pobre desde Prada, Versace, Louis Vuitton, Chanel, Gucci e outras. Para mim foi uma perdição só ver aquelas lojas lindas, muito cleans, com poucos artigos e super bem decoradas. Redescobri o gosto que tinha em ver uma loja bonita, em ver uma boa decoração, em ver minimalismo e classe. </p> <p class="sapomedia images"><img title="6A6598CF-EE0B-4EE5-AAD5-C236E6784E2A.jpeg" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd91842a9/21666594_EdpHJ.jpeg" alt="6A6598CF-EE0B-4EE5-AAD5-C236E6784E2A.jpeg" width="640" height="480" /></p> <p> </p> <p>Milão foi, sem dúvida, um regresso a uma parte de mim que tinha ficado perdida. Dando um conselho, faz todo o sentido todas as mulheres visitarem Milão. Faz todo o sentido respirarmos moda, respirarmos classe, respirarmos beleza. É um bom ar que se respira. Eu, por parvoíce, já achei fútil. Agora, acho um bem essencial. </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:26236 2020-01-08T19:05:00 Só uma vez, desafio-te a aceitar ser a pior 2020-01-08T19:05:40Z 2020-01-08T19:05:40Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 492px; padding: 10px 10px;" title="2AE6EA6E-1CCE-475F-BA9C-0D8FE7774DD0.jpeg" src="https://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba2179f25/21660523_wvTLc.jpeg" alt="2AE6EA6E-1CCE-475F-BA9C-0D8FE7774DD0.jpeg" width="492" height="720" /></p> <p> </p> <p class="p1"><span class="s1">O post de hoje começa com uma pergunta. Podia começar com uma história e terminar com uma pergunta mas, só porque é ano novo vou inverter o sentido da coisa. <br />Já se propuseram fazer algo em que sabem de ante-mão que são realmente maus naquilo? Já se propuseram fazer alguma coisa que sabem que não ficarão entre os melhores?</span></p> <p class="p1"><span class="s1">Desafio-vos a fazerem algo em que sejam os piores. Algo em que sabem que vão perder perante os outros, que não vão estar à altura dos outros, que sentem que não têm jeito, estrutura para aquilo e que, juntando tudo, vai ser um esforço brutal fazê-lo. <br />Desafio-vos a fazerem exatamente isso que estão a pensar que nunca fariam para não passar vergonhas. É isso...</span></p> <p class="p1"><span class="s1">Para mim não é nada fácil propor-me a fazer alguma coisa que considero que vou falhar, ficar mal em frente a outros, não ter uma boa prestação perante os outros e blá blá blá mais a história de "eu e os outros". Eu, ser a pior, que vergonha MartaIsabel!</span></p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 960px; padding: 10px 10px;" title="2AD44469-FA7E-471F-A38D-A74B0448E764.jpeg" src="https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb2183fe3/21660524_tlMgr.jpeg" alt="2AD44469-FA7E-471F-A38D-A74B0448E764.jpeg" width="960" height="720" /></p> <p class="p1"><span class="s1">Não foi fácil propor-me a fazer uma coisa que de antemão sabia que iria ser a pior da equipa.  Primeiro neguei logo quando foi proposto. Depois, por várias circunstâncias, aceitei. Mas até à prova, muitas vezes, me apeteceu desistir. Principalmente no dia, principalmente in loco. Ao não aceitarmos algo em que podemos mesmo ser os piores é fácil ver como somos realmente duros, exigentes connosco próprios. E essa exigência em vez de nos construir, muitas vezes nos destrói como ser humano. É preciso muita força interior, muita construção do eu para enfrentar, para ir e não desistir sabendo que se vai “ficar mal”. </span></p> <p class="p1"> </p> <p class="p1"><span class="s1">No fim de contas, o que aprendi. Que a vergonha, o sentir mal está tudo relacionado com o como queremos parecer aos olhos dos outros. A partir do momento em que nos desligamos desse conceito de "o que irá parecer" toda uma série de experiências que nos mostram como estamos interiormente evoluidos ficam à nossa disposição. Sei que me vão dizer, "Exato, é porque ninguém nos vai gozar". Poderá acontecer gozarem-nos. Poderá acontecer usarem esse facto de termos sido maus em alguma prestação por alguém que apenas quer competir connosco, apenas tem a necessidade de se sentir superior a nós por algum conflito mal resolvido com eles próprios. E isso, claro, irá magoar-nos durante um determinado tempo. Se desligarmos o chip da comparação, de que deviamos ser como x ou y, qualquer interjeição não vai fazer sentido para nós.</span></p> <p class="p1"> </p> <p class="p1"><span class="s1">Para além disso, venci a minha própria limitação. Venci o meu Eu que tem medo de fazer alguma coisa em que possivelmente será fraco, será incompetente e, principalmente, passará vergonha em frente dos outros. E, a partir do momento em que assumi a vergonha como certa, um novo fólego entrou e permitiu-me fazer 5 kms em menos tempo do que os primeiros 5kms. Quando nos desarmamos as coisas fluem muito melhor do que quando decidimos arcar com a mercadoria toda. </span></p> <p class="p1"><span class="s1">No fundo, se olharmos bem para nós, para o que fizemos, aos nossos olhos não ficaremos mal. Aos olhos de quem gosta realmente de nós não ficaremos mal. E vamos receber os parabéns. Porque nunca pensaram que fôssemos capazes de assumir fazer algo em que sabemos de antemão que somos maus nisso, que nunca tivemos facilidade nessa área a vida toda e que sempre fugimos dela por esse mesmo motivo. Para além disso, muitos dos que nos vão apoiar são aqueles que não foram para a "arena" e que vêem uma grande coragem em nós uma vez que nos propusemos fazer algo para o qual nunca nos sentimos capazes. E vão-se identificar connosco. Vão criar uma empatia connosco pela nossa sinceridade, pela nossa passagem do testemunho real, pelo nossa forma de nos tentarmos adaptar a algo fora do nosso conforto. E é assim que melhor comunicamos com o mundo. Contando a nossa própria história, mostrando o nosso verdadeiro eu. </span></p> <p class="p1"> </p> <p class="p1"><span class="s1">Não me senti rejeitada porque eu própria não me rejeitei. Não fiquei frustrada porque para mim foi uma superação brutal. Foi uma quebra dos limites, barreiras que eu própria me impunha não fazendo nada em que não me sentisse capaz de ficar entre os melhores. Falhei perante esse meu padrão de ser sempre uma das. Sim. Mas mesmo assim fui até onde diziam que era o fim, fui até à meta e não desisti. O que me permitiu ver como tantas mudanças aconteceram em mim nos últimos anos. </span></p> <p class="p1"><span class="s1">Às vezes só precisamos de um empurrãozinho para cometer umas “loucuras” e testar o nosso crescimento pessoal ano após ano.  É nestas pequenas grandes provas que se auto-reconhece um novo eu e que devemos sempre lembrar-nos. Principalmente naqueles dias maus!</span></p> <p class="p1"> </p> <p class="p1"><span class="s1">Por isso, só uma vez, desafio-te a aceitar ser a pior. E vais ver que, no final, sabe tão bem essa auto-superação! </span></p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:28108 2020-01-07T12:48:00 Numa relação és co-dependente? 2020-01-07T12:48:25Z 2020-01-07T16:58:24Z <p class="sapomedia images"><span style="font-size: 14pt;">Confesso que é uma questão que já se vem a arrastar na minha cabeça à uns bons tempos. Depois entretanto surgiu o filme "marriage story" e eu disse, yeap! E depois vi um vídeo da Rachel Hollis a tocar também nesse assunto e foi aí que decidi instalar uma sondagem no instagram para escrever sobre o tema. </span></p> <p>É um tema peculiar porque cada um terá a sua percepção e os seus argumentos.</p> <p> </p> <p class="sapomedia images"><img title="9B6D45D0-00D4-4AEA-A4FF-01B8173C6101.jpeg" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4718554c/21660379_iJcWt.jpeg" alt="9B6D45D0-00D4-4AEA-A4FF-01B8173C6101.jpeg" width="433" height="274" /></p> <p class="sapomedia images"><img title="823C6C8F-4F02-4374-A4DB-6FDC3A0B5535.jpeg" src="https://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3217f52a/21660380_yJEj5.jpeg" alt="823C6C8F-4F02-4374-A4DB-6FDC3A0B5535.jpeg" width="478" height="441" /></p> <p><img title="245408E4-AFD2-4627-ADD9-79E6BC1CF538.jpeg" src="https://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd7182fe1/21660381_oSdTO.jpeg" alt="245408E4-AFD2-4627-ADD9-79E6BC1CF538.jpeg" width="453" height="333" /></p> <p><br />Quando não estamos numa relação chamam-nos muitas vezes independentes. A minha questão é: o que é ser independente e o que é ser co-dependente? Será que só podemos manter a nossa "independência" quando não estamos numa relação?</p> <p>Não tendo nenhuma relação amorosa podemos fazer coisas sozinhos ou então precisar sempre de alguém que nos acompanhe. Podemos seguir o nosso próprio instinto, fazer o que realmente queremos, o que decidimos que é melhor para nós ou podemos decidir embarcar no que os outros fazem e acoplarmos-nos a eles decidindo fazer tudo apenas com eles. <br />Ou seja, podemos não estar numa relação de um para um, numa relação amorosa, mas estamos a estabelecer relações, conexões, e podemos, também, ser co-dependentes de um grupo. Podemos sê-lo sempre ou podemos ser só de vez enquando. Seremos olhados de lado nesses momentos de dita "independência"?</p> <p><br />Agora falando numa relação, num relacionamento amoroso, num namoro ou num casamento... fará ou não sentido fazer tudo sempre com o par? <br /><br />Falando na primeira pessoa, eu sempre cometi o erro de num relacionamento fazer tudo sempre com o namorado. Ia com ele para todo o lado e ele ia comigo para todo o lado. Ele até podia fazer coisas só com os amigos dele e eu ficava em casa mas eu fazer coisas com um grupo sem ele estar presente não me fazia sentir bem. Nunca namorei com ninguém do meu grupo de amigos, ao contrário das minhas amigas, logo eu estar sem namorado enquanto os delas estavam presentes era sempre aquela sensação de "porque é que estás sem o teu namorado?!". Quando namoramos e saímos sem o namorado surgem aqueles comentários de "que relação é aquela 😱". E esses comentários entram tanto na nossa mente que nos fazem criar barreiras no campo da socialização. Se estamos sozinhas há o comentário de "o que está o teu namorado a fazer?", "namorada minha não andava sozinha na rua", "não parece nada bem andares sem o teu namorado". A minha questão é: Porquê? Porque sou mulher? Não posso sair com amigas de vez enquando? Não posso sair com amigas e amigos de vez enquando? Será que só posso sair se ele também estiver a fazer alguma coisa com amigos? Será que ficarei insegura se ele sair com amigas e eu não estiver lá? Será que tenho mesmo que estar sempre presente em todas as suas situações sociais mesmo que quase não abra a boca para mostrar que ele tem namorada? Será que a partir do momento em que <span style="font-size: 14pt;">namoramos a nossa vida passa a ser a do outro e a vida do outro passa a ser a nossa vida? Será que perdemos os nossos momentos, as nossas conversas só de mulheres, as nossas palhaçadas que só com quem temos imensas vivências entende? <br /><br /></span></p> <p><span style="font-size: 14pt;"><img title="378398D3-3369-4C99-8DB1-6BD96382ADE2.jpeg" src="https://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bbe17f36b/21660378_sjAO3.jpeg" alt="378398D3-3369-4C99-8DB1-6BD96382ADE2.jpeg" width="540" height="720" /></span></p> <p>Tenho tido muita sorte. Tenho amigas do coração que sempre estiveram lá. Sempre aceitaram quando embarcava num relação e me afastava e sempre me receberam de braços abertos quando voltava. E que me ensinam muito sobre relacionamentos sem se aperceberem. Ensinam-me como é possível fazer coisas com o marido, com o namorado e como é possível fazer coisas comigo quando eles ficam em casa na paz. Porque não é obrigatório que cada um saia no mesmo dia para ser permitido a mulher sair. Porque não é obrigatório andarmos sempre em par e sermos adendas. Porque não é obrigatório vivermos sempre a vida do outro e perdermos a nossa. E não é obrigatório sairmos sempre com a presença masculina. Essa crença limitadora em muito influenciou a minha vida, em muito influenciou as minhas atitudes, as minhas escolhas e a minha busca de ar fresco. E é também, essa a lição que retiro do "marriage story". Um dia vamos ficar cansadas. Um dia vamos querer a nossa vida sem ouvir comentários. E em vez de fazermos um switch off nessas crenças limitadoras de julgamentos e auto-julgamentos terminamos relações que no fundo eram realmente boas. Porque, afinal, só não soubemos estar nelas de forma a mantê-las. <br /><br /></p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:27725 2020-01-05T11:39:00 Comer bem em NYC - uma boa aventura 2020-01-05T11:41:10Z 2020-01-17T12:10:32Z <p>Tal como prometido, depois da saída de "Uma aventura no Inverno de NYC", sai a saga "Comer bem em NYC - uma boa aventura". </p> <p>Quem me acompanha no facebook e no instagram sabe que eu sou assim um bocado aficcionada pela comida saudável. Não sou vegan ou paleo mas, sempre que possível, evito trigo, lácteos e açúcar. Ou seja, em casa esses alimentos não entram e, fora de casa, estou sempre à procura de sítios onde possa comer sem eles fazerem parte do menu. Confesso que já fiz mesmo 9 meses sem tocar sequer em trigo e lácteos. A partir daí, foi muito mais fácil cortá-los da alimentação e até rejeitá-los quando aparecem à frente. Mas, de férias, esqueçam lá isso. Sou um bocado "anti-regras"! upss!! Mas sim, férias são férias e temos que estar cientes de que estamos fora da nossa zona de confronto e não controlamos nada. E, ao querermos controlar só vamos entrar em stress e mais dificil a adaptação será. Por isso, neste post, algumas opções são saudáveis à maneira de Marta Gomes, outras são saudáveis à maneira dos americanos. Nada a fazer! :)</p> <p> </p> <p>Fazendo o roteiro completo e começando pelo avião, posso referir que a Ibéria tem grandes refeições. Lembro-me do kitkat de sobremesa com café que me soube pela vida. Já não me lembrava da última vez que tinha comido um!</p> <p> </p> <p>Depois, aterrados em Nova Iorque, viagem de metro para o hotel, pousar malas, seguimos para a Grand Central Station onde jantamos no "Great Northern Food Hall". Yeh! Tarefa concluída com sucesso. Tinha conseguido comer uma pokebowl saudável!! Nada de trigo, nada de lácteos e legumes no prato! </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 290px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_E9148_1024 2.jpg" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1b177639/21659875_qnNLh.jpeg" alt="thumb_IMG_E9148_1024 2.jpg" width="540" height="382" /></p> <p class="sapomedia images">Dia 2! Pequeno-almoço no Hotel "The Fifth Avenue". Era óptimo, confesso! Tinha aveia instantânea para fazer umas belas papas, ovos cozidos e bananas. Tinha, também o belo do corn syrup para tornar as papas ainda mais apetecíveis. Tinha bagels, o famoso pão americano em formato de donuts, e tinha, claro, donuts fresquinhos, mais recheados e menos recheados. Comi um todos os dias! Upss!!! Mas vá, foram só 5 pequenos-almoços! Não foi assim tanto stress oxidativo para as minhas células e precisava de calorias para aguentar o frio na rua!! (isto é mentira! quanto mais açúcar, trigo, lácteos comermos mais frio poderemos sentir... se não temos facilidade em digeri-los o nosso sangue estará mais concentrado no tubo digestivo e, como consequência, vamos sentir mais frio).</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 445px; padding: 10px 10px;" title="A4FFFC0D-BD52-4F2D-9B56-EB6409163A7E.jpeg" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B6318cae2/21660027_w9vMe.jpeg" alt="A4FFFC0D-BD52-4F2D-9B56-EB6409163A7E.jpeg" width="445" height="720" /></p> <p class="sapomedia images">Depois segui-se no almoço num dos edificios de Rockefeller. Calei a voz da consciência e embarquei num hamburguer. Olhei para ele e só vi umas folhas de alface nas quais me quis concentrar firmemente como sendo capazes de dar todo o aporte de bioactivos que o meu figado precisaria para desintoxicar. E, o que é certo, é que não me caiu nada mal! E rendeu uma tarde toda sem fome!</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 959px; padding: 10px 10px;" title="EA2B0B17-8376-495C-9F84-3F0E0AD7AC51.jpeg" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B2c179cac/21660028_oDHVG.jpeg" alt="EA2B0B17-8376-495C-9F84-3F0E0AD7AC51.jpeg" width="959" height="720" /></p> <p class="sapomedia images">À noite passamos no Madison Square Garden. Fomos lá ver a possibilidade de lá entrar para fazer uma visita ou então que jogos poderiam haver para assistirmos. Mas, nada feito. Ia haver um jogo de Hoquei no Domingo (a estadia em Nova Iorque foi de Quarta-feira  a Segunda-feira) mas depois ficamos na dúvida e não compramos bilhetes. Aproveitamos e jantamos lá ao lado, no Penny, um género de mercado onde podemos ir buscar comida e bebida ao sítio que quisermos e depois sentamos num espaço comum. Aproveitei que tinham vegetariano e optei por um tofu com arroz integral e spirulina. :P A comida não é cara. Paguei tanto pelo prato como por um vinho a copo. É fácil encontrar comida ao preço de Portugal. Já em relação às bebidas não posso dizer a mesma coisa.</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 452px; padding: 10px 10px;" title="7F047D8B-1124-4085-B9AA-35193E90A062.jpeg" src="https://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4618451e/21660029_bQgbJ.jpeg" alt="7F047D8B-1124-4085-B9AA-35193E90A062.jpeg" width="452" height="720" /></p> <p class="sapomedia images">Dia 3: Novamente o belo do pequeno-almoço com o donuts da praxe! :)</p> <p class="sapomedia images">Depois de subirmos ao Top of the Rock deu-nos uma fome danada e fomos patinar um bocado no Bill's Burguer! Estavamos com aquela vontade de nos sentirmos mesmo Nova Iorquinos e, claro, depois de eu já ter desligado o botão do controlo da alimentação saudável os meus olhos até brilharam quando viram semelhantes batatas fritas. Não fui eu que escolhi esta entrada mas houve bom gosto!hahaha Toda a mixórdia possível estava ali metida!E<span style="font-size: 14pt;">stão a ver umas batatas fritas com queijo por cima e molho de francesinha?! Os americanos conseguiram ainda piorar a situação e adicionar bacon e ketchup e maionese acho eu. O nome era Junkie Fries. Não se esqueçam de pedir. :P</span></p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 260px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_9513_1024 2.jpg" src="https://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B89171ee0/21659898_QljQ2.jpeg" alt="thumb_IMG_9513_1024 2.jpg" width="405" height="449" /></p> <p> </p> <p class="sapomedia images">O hamburguer era óptimo e com a opção de guacamole e umas folhas de alface lá perdidas eu não poderia escolher outro. :)</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 540px; padding: 10px 10px;" title="D36CF8A6-78B5-4616-B6F3-EE0A8218B20A.jpeg" src="https://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B16189254/21660030_fzGoM.jpeg" alt="D36CF8A6-78B5-4616-B6F3-EE0A8218B20A.jpeg" width="540" height="720" /></p> <p><span style="font-size: 14pt;">Nesse dia andamos imenso! Andamos no Bus turistico e a pé também. Para além disso, de manhã tivemos chuva e à tarde um céu limpo com frio a ficar de rachar. Eu já começava a dar os primeiros sinais cansaço de toda aquela vida nova iorquina imparável. O hotel "The Fifth Avenue" ficava na zona da Korea Town. A melhor coisa que fizemos nessa noite foi mesmo isto:</span></p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 437px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_9612_1024 2.jpg" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B51171754/21659886_wZJzr.jpeg" alt="thumb_IMG_9612_1024 2.jpg" width="960" height="332" /></p> <p class="sapomedia images">Um banho quente e comida no quarto. É muito fácil fazer isto em Nova Iorque. Há imensos sítios com take-away. Vê-se imensa gente a ir buscar comida. Questiono-me se, realmente, costumam cozinhar em casa ou se funcionam mesmo como via no "Sexo e a Cidade" em que aquelas 4 ou pediam comida ou estavam sempre a ir experimentar restaurantes. </p> <p class="sapomedia images">A comida não é nada cara. Acho que este banquete nos ficou por pouco mais de 20€ para dois. Assim também experimentei comida koreana aka chinesa. Em NYC podemos encontrar restaurantes de todas as culturas facilmente. </p> <p> </p> <p>Dia 4:</p> <p>Mais umas papas de aveia e um donuts com café para fechar o pequeno-almoço no hotel. </p> <p>Este foi um dia de muito muito frio. Estava sol, temperatura negativa e um vento de cortar. E era o dia que tinhamos programado ir para Downtown. Foi uma dia dificil para mim, confesso. Ficar gelada e não conseguir aquecer por nada mexe muito com o meu humor. E com a minha memória também! </p> <p>Antes do almoço deu para esta foto que tenho a certeza que se me risse os meus dentes abanavam com o vento frio que estava! E fica sempre mais lady uma postura série de Louis Vuitton da China no braço. ;)</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 407px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_9952_1024 2.jpg" src="https://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B41182175/21660063_tsIYg.jpeg" alt="thumb_IMG_9952_1024 2.jpg" width="540" height="537" /></p> <p>Lembro-me de ter almoçado na ilha da Estátuta da Liberdade. É quase um Mcdonald's mas confesso que se fosse realmente um McDonald's tinha ficado mais satisfeita.</p> <p>Ao fim da tarde tive que ir direta para o Hotel tomar um banho quente e meter-me na cama porque fiquei mesmo de rastos e só precisava de aquecer e dormir. Ou seja, perdi um sábado à noite em NYC. Imprevistos acontecem... Nem sempre as coisas correm bem como queremos, como esperamos, como planeamos. E ali eu só precisava de recuperar para não perder mais nada em NYC. :)</p> <p class="sapomedia images"> </p> <p class="sapomedia images">Dia 5:</p> <p class="sapomedia images">Ida a Brookling em busca de um brunch! :) </p> <p class="sapomedia images">Falaram-me de um brunch em Brookling e já só pensava nisso. Fomos em busca disso e aproveitamos para conhecer pontos interessantes do lado de lá de Manhattan. Como já falei no post anterior, a zona do Dumbo é mesmo muito gira. Vale a pena pela incrivel vista que tem sobre Manhattan. Para além disso, antes de chegar ao Dumbo mas já do lado de Brookling existe um restaurante que tem uma vista priviligiada. Tem este jardimzinho que deu para umas fotos bastante interessantes. :)</p> <p class="sapomedia images"> </p> <p><img style="width: 462px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_9675_1024 2.jpg" src="https://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be4181584/21659899_bkwbi.jpeg" alt="thumb_IMG_9675_1024 2.jpg" width="960" height="346" /></p> <p>O restaurante chama-se "The River Café" e fica no final da Brookling Bridge. É gourmet, pede dress code especial e é para gastar uma nota. É necessário fazer reserva também. Claro está que não fizemos e eu não tinha levado nem um vestidinho na mala pois já sabia para o ártico que ia. Penso que ao jantar deve ser mais bonito pela vista sobre Manhattan iluminada. Talvez numa próxima será um local a visitar inside. </p> <p>Continuamos pela estrada fora até descobrir o brunch. E isto de <pela estrada="estrada" fora="fora"> foi mesmo a pé. Até que entramos num bairro daqueles que eu achei que só existia nos filmes com câmaras e policia à porta das casas. Só me lembro de perguntar "o que é isto?" e basicamente fiquei branca, o meu cortisol disparou e acho que só ganhei cor quando finalmente conseguimos sair dali e encontramos um taxi que nos salvasse. E, assim, fomos para o tal brunch que ficava nos confins de Brookling! Só eu para nos meter nestas cenas à procura de brunchs e afins! </p> <p>Lá chegamos a um sitio lindissimo sem sombra de dúvidas. Um jardim de Inverno. O restaurante estava vazio num domingo ao almoço o que era um bocado preocupante. </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 356px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_9700_1024 2.jpg" src="https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bfb17eb29/21659903_152HP.jpeg" alt="thumb_IMG_9700_1024 2.jpg" width="540" height="469" /></p> <p class="sapomedia images">Para além disso, o brunch era realmente fraco. As opções eram omeletes e pouco mais do que isso. Era um restaurante italiano e também tinhamos pizzas e massas se quisessemos. Mas não era esse o meu objectivo. Confesso que fiquei desiludida porque esperava aqueles altos brunchs como temos cá em Portugal com uns ovos benedict, umas panquecas de babar e um americano no mínimo. Mas não... O jardim de Inverno é realmente bonito e vale a pena. Para brunchs pareceu-me que no Soho ou em Chelsea havia mais opções dentro da linha que eu esperava.</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 349px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_9704_1024 2.jpg" src="https://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0b17fc83/21659904_L5O9U.jpeg" alt="thumb_IMG_9704_1024 2.jpg" width="540" height="459" /></p> <p>Acqua Santa - Brookling (556 Driggs Ave)</p> <p> </p> <p>Depois de uma longa caminhada de volta a Manhattan precisavamos de um lanche. Fomos ao Bouchon Bakery na Plaza Rockefelder. Babei com o brownie de lá. Maravilhoso! Acompanhei com um americano que me aqueceu da cabeça aos pés e ainda tive o brinde de umas bolachinhas e uma vista fantástica. É uma confeitaria ao estilo francese com uma montra de babar. Vale a pena lá passar. :)</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 346px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_9734_1024 2.jpg" src="https://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B251859b8/21659906_kwR3v.jpeg" alt="thumb_IMG_9734_1024 2.jpg" width="540" height="456" /></p> <p> </p> <p>Para terminar o dia, sendo o último jantar em NYC decidimos apostar num restaurante in. Consultei a blogger Nova Iorquina Alexa - EatingNYC e lá escolhi um restaurante digamos que, diferente.  </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 960px; padding: 10px 10px;" title="C564DF9D-C509-4901-BB50-863998E71335.jpeg" src="https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9c178a4d/21660067_ZFqG2.jpeg" alt="C564DF9D-C509-4901-BB50-863998E71335.jpeg" width="960" height="621" /></p> <p> </p> <p>O problema é: e saber escolher?! Arrisca-se num restaurante diferente, comida do médio oriente gourmet e, ainda por cima, nada está na nossa língua mãe. Logo, escolher acertadamente vai ser sempreuma sorte. </p> <p>Vieram os primeiros pratos:</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 413px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_9738_1024 2.jpg" src="https://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bda179b49/21659908_dQNEu.jpeg" alt="thumb_IMG_9738_1024 2.jpg" width="540" height="544" /></p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 417px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_9740_1024 2.jpg" src="https://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B9d17ee55/21659909_v0fsL.jpeg" alt="thumb_IMG_9740_1024 2.jpg" width="960" height="315" /></p> <p class="sapomedia images">E eis que eu olho para quem tenho à frente e perante tal situação fiquei na dúvida se era um inicio para o jogo do sério ou era mesmo um vou-te cortar o pescoço Marta Isabel. Eu até estava fixe porque eu gosto de tudo o que não tenha carne ou derivados mas naquela hora percebi que tinha asneirado! Ia dar barraca.</p> <p class="sapomedia images">Foi então que decidimos pedir mais um prato. Realmente a funcionária ficou um bocado admirada quando pedimos só estes dois pratos mas até nem considero que passasse fome só com uma saladinha! 😆</p> <p class="sapomedia images">O restaurante chama-se "NUR" tem óptimo aspecto e boas fotografias dos pratos no instagram. E para quem gosta de comida do médio oriente vale a pena experimentar porque este é daqueles bons restaurantes. Para quem vai experimentar pela primeira vez talvez não seja a melhor opção e não se identifique com o registo dos sabores. </p> <p class="sapomedia images">O prato principal foi esta beleza. 😜 Eu fiquei super entusiasmada com aquele pesto e um molho de iogurte. Já quem estava à minha frente revirou os olhos em 360graus e só saiu dali vivo porque é forte. 😅🤷🏻‍♀️</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 540px; padding: 10px 10px;" title="A53F4192-84B1-4C14-BD6F-E86011E5FE9F.jpeg" src="https://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B13189985/21660031_HUgPs.jpeg" alt="A53F4192-84B1-4C14-BD6F-E86011E5FE9F.jpeg" width="540" height="720" /></p> <p class="sapomedia images">P.s. É um restaurante caro. Tal como eu disse, para aquela noite mais "In" em NYC. Este não precisa de marcação. Existem imensos que, claro, gostaria de lá ir mas é para gastar uma grande nota, levar um alto dress e, certamente, marcar antes até de aterrar em NYC. One day. One day.</p> <p class="sapomedia images"> </p> <p class="sapomedia images">Dia 6: </p> <p class="sapomedia images">Depois do expensive siga para o bom e barato. Comida de rua!!! M-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a!! Comi um tikka massala óptimo!! Melhor do que em qualquer restaurante indiano que já comi! Não sei precisar quando foi a "roulote" mas acho que foi perto de St Patricks, a igreja que aparece no filme do Sozinho em Casa - perdido em NYC. Era mesmo bom e nem chegou a 10€!</p> <p class="sapomedia images">Para finalizar, a passagem pela Magnolia Bakery onde foram gravadas algumas cenas de "Sexo e a Cidade". </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 339px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_9850_1024 2.jpg" src="https://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bcd178894/21659920_15rs4.jpeg" alt="thumb_IMG_9850_1024 2.jpg" width="540" height="446" /></p> <p class="sapomedia images">Excusado será dizer que babei com este cheesecake com topping de caramelo salgado e nozes!!! Nem consigo olhar para ele que só me dá vontade de comer o ecrã!! </p> <p class="sapomedia images">É imperdivel a passagem por lá. Ainda bem que só lá fui no último dia senão tenho a certeza que não resistia a comer um todos os dias! Estive quase para voltar para trás e comprar mais uns para a viagem! Ao fim de 6 dias em NYC o meu cérebro já só pedia disto, confesso!!! 😂</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 330px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_9853_1024 2.jpg" src="https://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B6817ba66/21659921_ZD0oO.jpeg" alt="thumb_IMG_9853_1024 2.jpg" width="540" height="432" /></p> <p class="sapomedia images">Depois à tarde fomos para o aeroporto e o jantar já foi feito no avião nesse dia.</p> <p class="sapomedia images"> </p> <p class="sapomedia images">Concluindo, é fácil comer bom e barato em NYC. Há também muitos sítios "in" se quisermos gastar umas notas e uns bares e rooftops para beber um copo que também não sai nada barato. A nível de saudável é mesmo adicionar ao nosso comando o botão surprise. Às vezes podemos comer, outras vezes não. Vamos querer experimentar de tudo, isso é certo. Vamos querer experimentar principalmente o que não temos cá por isso é normal embarcar numas junkie fries e nuns hamburguers de vaca cheio de molhos. Faz sentido quando viajamos integrarmo-nos na cultura do local para onde vamos e desligarmos da nossa, das nossas rotinas, do nosso controlo. Se quisermos manter tudo sobre o nosso controlo então aí é melhor não sairmos do nosso conforto, da nossa casa, do nosso ambiente. Mas precisamos de desafios. Precisamos de experiências. E precisamos de nos sabermos posicionar, adaptar perante o que encontramos. Isso sim é realmente o que nos dá bagagem e o que nos forma como humanos. Sem dúvida, Nova Iorque é sempre uma boa ideia. No Inverno confesso, é uma verdadeira aventura para quem tem dificuldade em lidar com o frio como eu. Mas, Marta Isabel adora uma boa aventura! :)</p> <p class="sapomedia images"> </p> <p class="sapomedia images"> </p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:27585 2020-01-03T18:28:00 Uma aventura no Inverno de NYC 2020-01-03T20:29:40Z 2020-01-04T16:50:14Z <p>Pois bem, após quase um ano de ter feito esta fantástica viagem eis que agora vou escrever e postar um bocadinho sobre ela. Talvez pela conclusão a que cheguei ontem...que não "preciso" do novo ou não tenho que estar sempre à procura do novo para "fazer" história quando há tanta coisa que já fiz e que não registei. Sai esta com um delay de quase um ano!</p> <p> </p> <p>Em pleno Inverno, início de mês de Fevereiro, nada melhor do que escolher Nova Iorque para férias. Ou então não! Foi mesmo, let's freeze porque em Portugal it's not enough for me! É início do ano e poucas pessoas viajam nesta altura. Talvez por ainda estarem escaldadas do Natal, mais a questão do frio, as viagens para Nova Iorque são baratas nesta altura. A minha não chegou aos 300€, ida e volta. A nível de estadia, ficamos num hotel em Manhattan na 5ta avenida, "The fifty avenue". Muito bem localizado, óptimas condições e um preço acessível. Eu acho que não chegou a 600€ para duas pessoas mas já não me recordo bem. Sei que o único problema em Nova Iorque é a vontade que dá em lá gastar!!upss! Just in case, é melhor fazer uma vaquinha durante um ano antes de lá ir só para depois se puder gastar em compras.</p> <p> </p> <p>Nova Iorque é sem dúvida uma viagem de sonho. Uma viagem de sonho para muitas mulheres pela imensidão de lojas na 5ta Avenida mais a zona de Soho. É uma viagem de sonho pelo ar que se respira de que, naquela ilha, tudo é possível, todos os sonhos se podem tornar realidade. É uma viagem de sonho porque tantas e tantas vezes achámos que só vamos ver Nova Iorque nos filmes e nas séries. E quando estamos lá, nem acreditámos que estamos enquadrados nesse cenário. </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 398px; padding: 10px;" title="thumb_DCQFE8985_1024 2.jpg" src="https://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd91737cb/21659198_31eh4.jpeg" alt="thumb_DCQFE8985_1024 2.jpg" width="960" height="302" /></p> <p>Foram 5 noites, 6 dias. Com este número de dias foi possível ver quase tudo. Fizemos a rota turistica completa. Subimos ao Empire State Building e Top of the Rock em dias diferentes. Visitamos a Plaza Rockefeller numa manhã, o Central Park ao fim da manhã, Museu Madame Tussaud à tarde e Times Square ao fim da tarde.</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 334px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_E9949_1024 2.jpg" src="https://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd718798d/21659205_NOSRK.jpeg" alt="thumb_IMG_E9949_1024 2.jpg" width="483" height="490" /></p> <p class="sapomedia images"> </p> <p>Nesta zona de middle Manhattan não nos esquecemos da Central Station e dos filmes que por lá passaram como, por exemplo, "Friends with benefits" com o seu memorável flash mob.</p> <p><img style="width: 265px; padding: 10px;" title="thumb_ELRAE0319_1024 2.jpg" src="https://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B71176c64/21659196_Pi5FQ.jpeg" alt="thumb_ELRAE0319_1024 2.jpg" width="540" height="350" /></p> <p>Aproveitamos e jantamos lá no primeiro dia que chegamos num sítio bem saudável, The Market. Confesso que foi para começar bem porque, nos dias seguintes, foi só descarrilar!!!</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 342px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_E9148_1024 2.jpg" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb3182b74/21659177_QWRWJ.jpeg" alt="thumb_IMG_E9148_1024 2.jpg" width="540" height="451" /></p> <p class="sapomedia images">A voltinha de Taxi amarelo não podia faltar! Ficou logo para o primeiro dia porque tivemos um imprevisto no aeroporto em que basicamente fiquei presa quase uma hora por causa dumas tangerinas! Eu e a minha mania de transportar snacks saudáveis para todo o lado comigo dá asneira!xD Depois, estava a chover e do metro até ao Hotel preferimos ir de taxi. Não é barato como taxi não é barato em lado nenhum. Pelos vistos, também se pode chamar um uber. Mas, na minha opinião, Nova Iorque é mesmo para andar a pé para se conhecer bem a cidade. Ou, então, claro, de metro. </p> <p class="sapomedia images">No passe que compramos, New York city pass, tinhamos 3 dias para visitar tudo o que tinhamos escolhido. No segundo dia usamos o Bus city tour para ver a cidade quase de uma ponta à outra. Houve quem me perguntasse se eu lá fui ver prédios. Parece...Mas imagens destas valem milhões. Para além disso e outras coisas mais, sei que lá fui passar um grande frio e desfilar um look daqueles old school em que levava sempre uma meia-calça bem grossa por baixo dumas calças (vá lá que não me metia na bombazine), mais camisola interior polar, duas camisolas quentes, um casaco de pêlo, gola, cachecol e luvas para adornar e quase só se ver os lábios. Mas se me perguntarem se sabe bem lá estar, sim, sabe muitoooo bem. </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 420px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_9607_1024 2.jpg" src="https://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bca17f93d/21659199_pVP3s.jpeg" alt="thumb_IMG_9607_1024 2.jpg" width="960" height="318" /></p> <p>Na zona de Soho, Manhattan Downtown, há mais lojas (para desgraça a minha) e há imensos sitios para comer umas boas panquecas e beber um matchalatte quetinho para fazer frente ao frio da rua. Vale a pena fazer toda essa zona a pé até midlle Manhattan, para quem tiver tempo. Perto de Soho mas mais abaixo temos, também, a Little Italy e a China Town que vale a pena a passagem para dar uma olhadela. Eu, prefiro a verdadeira Itália. Quanto à China, ainda não sei, mas vi lá umas lojas de ervas engraçadas e aquela real exposição do peixe na rua típica dos chineses. </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 348px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_E9388_1024 2.jpg" src="https://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bbe187f80/21659223_pqjEZ.jpeg" alt="thumb_IMG_E9388_1024 2.jpg" width="540" height="459" /></p> <p class="sapomedia images">Depois, um dos dias foi reservado para Downtown, mais precisamente One World Trade Center e toda a sua história e a travessia até à Estátuta da Liberdade. Para aqui é preciso realmente tempo porque, sem querer, acabamos por nos perder nas "memórias". </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 632px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_E9618_1024 2.jpg" src="https://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B98178353/21659235_shGH6.jpeg" alt="thumb_IMG_E9618_1024 2.jpg" width="960" height="479" /></p> <p class="sapomedia images">Por fim, não deixem Nova Iorque sem ir a Brookling. Se ficarem em Manhattan vale a pena, não só, passar a Brookling Bridge como também conhecer um bocadinho da margem de Brookling que tem uma vista lindissima para Manhattan. Se forem corajosos podem, também, meterem-se no meio de um bairro e vão ver câmaras e policia e, mesmo assim, podem estar sujeitos a levar um balázio. Mas há quem goste de conhecer tudo sem se aperceber sequer no que se está a meter. As aventuras de Marta Isabel!!</p> <p class="sapomedia images"> </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 319px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_E9451_1024 2.jpg" src="https://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B93186224/21659242_iSpkZ.jpeg" alt="thumb_IMG_E9451_1024 2.jpg" width="540" height="419" /></p> <p class="sapomedia images">Em baixo, aquela vista que não vale nada a pena, que não vem no New York city pass e que, vá, ainda têm que dar um bocadinho às pernas para lá chegar. Mas, na minha opinião, se eu não parecesse um esquimó pós-natal, até dava uma foto digna de uma grande revista. ;)</p> <p class="sapomedia images">Fica na zona do Dumbo. Procurem no mapa e chegam lá. :) Ou então andem, andem, andem e vão encontrar!</p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 405px; padding: 10px;" title="thumb_CQQRE1077_1024 2.jpg" src="https://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0c1760ce/21659245_gTi5Q.jpeg" alt="thumb_CQQRE1077_1024 2.jpg" width="960" height="306" /></p> <p class="sapomedia images"> </p> <p class="sapomedia images">No último dia passamos na Highline fomos até Chelsea. Nesta zona vi também uma série de sítios cozy para um bom latte. Nesta viagem fui um bocado Starbucks addicted mas existem tantos sítios giros que não faz sentido ir sempre ao mesmo. Mas, era mesmo a questão de pegar num café e pormo-nos andar porque entramos mesmo no ritmo imparável dos Nova Iorquinos de querer estar em todo o lado o mais rápido possível. </p> <p class="sapomedia images"><img style="width: 406px; padding: 10px;" title="thumb_IMG_E9772_1024 2.jpg" src="https://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bd117a1e0/21659256_gVuIH.jpeg" alt="thumb_IMG_E9772_1024 2.jpg" width="540" height="536" /></p> <p class="sapomedia images">Upper Town não tivemos hipótese mesmo de lá ir. Falaram-nos de um sitio de óptimas bolachas que já não me lembro o nome mas, certamente, ficará para uma próxima. A melhor confeitaria de sempre na qual gravaram umas cenas de Sexo e a Cidade é imperdível. Mas dessa, falo e mostro o melhor bolo da minha vida que lá comi no próximo post. :)</p> <p class="sapomedia images">Concluindo,</p> <p class="sapomedia images">Para além de vistas fenomenais, do ambiente citadina ao máximo, do frio de congelar, da lojas de babar e da vontade de torrar o cartão de crédito, há, também bons sítios para comer. Confesso que não fui para o saudável. Deveria ter feito essa consulta antes de ir para lá mas não consegui planear nada. E há sítios lindos que se quer lá ir sem sequer pensar no que se vai comer ou beber. Ficará para uma próxima ida a Nova Iorque, certamente, essa investigação tanto de sítios saudáveis como bonitos para comer e beber. E, sem dúvida, andar muitooo a pé para me sentir naquela cidade. O requisito agora, para mim, é: não ir a Nova Iorque no Inverno... mas!!nos saldos de Verão quem sabe! hahaha</p> <p class="sapomedia images">A seguir, prometo, então, um outro post só relativo a comidas e coisas boas. :) </p> <p> </p> <p> </p> <p class="sapomedia images"> </p> <p class="sapomedia images"> </p> <p> </p> <p class="sapomedia images"> </p> <p> </p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:27072 2020-01-02T16:27:00 Ano Novo, Vida Nova. Será cliché? 2020-01-02T16:29:54Z 2020-01-02T16:29:54Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 675px; padding: 10px 10px;" title="2125976D-EF86-41AD-8DC8-906C567F19D3.jpeg" src="https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B7e1700a3/21658206_jnWhp.jpeg" alt="2125976D-EF86-41AD-8DC8-906C567F19D3.jpeg" width="675" height="675" /></p> <p class="p1"><span class="s1">Ano novo, vida nova. Tantas vezes é ouvido mas, será ou não um cliché?</span></p> <p class="p2"><span class="s2">Será que queremos realmente o novo? Será que estamos preparados para o que o novo acarreta consigo? Novo é zero kms. É começar do zero. É um início. É a primeira pedra para uma construção. É estar no chão e olhar para cima e ver quanto se tem que andar. </span></p> <p class="p2"><span class="s2">Novo não é estável. O novo pode desequilibrar. É o pesar da balança apenas de um lado. O lado do arranque. Novo é duro. Novo pode causar deslumbre aos nossos olhos mas traz consigo imenso para fazer. </span></p> <p class="p2"><span class="s2">Este ano não me sinto com força para dizer que quero o novo. Se calhar sempre fui assim. Ou então não. Mas não estou com força para começar do zero. Não quero começar do zero. Quero continuar com o que já construir e dar continuidade. Apenas dar continuidade. Um dia, o que construir poderá dar lugar a algo novo. Poderá dar-me capacidade para, em algum campo, iniciar, começar do zero, escolher o novo deixando tudo o resto para trás. Mas, por agora, apenas não é o momento. Ou então, estou só a ser uma tola. </span></p> <p class="p2"><span class="s2">Quem vai escolher manter e construir? Quem vai dar início ao Novo e começar do zero? </span></p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:26671 2019-12-31T11:22:00 2020 entre chinesices e numerologia 2019-12-31T11:23:30Z 2019-12-31T11:26:47Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 628px; padding: 10px 10px;" title="D4650219-2C15-486C-A8DA-7BDE0BA85644.jpeg" src="https://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B02183fcb/21657048_Hbivz.jpeg" alt="D4650219-2C15-486C-A8DA-7BDE0BA85644.jpeg" width="628" height="720" /></p> <p> </p> <p>Para finalizar o ano não poderia deixar de escrever umas linhas. Até porque agora apaixonada por outfits da alta sociedade dos anos 40 passo o meu tempo livre debruçada sobre estas altas costures.</p> <p>Ora bem. 2019 a despedir-se e um novo ano a chegar. Segundo a medicina chinesa, 2019 foi um ano de fecho de um ciclo de 12 anos. O ano do javali, do porco, com muito boa disposição, muitas festas e muito dinheiro em circulação. Segundo a numerologia, 2019 foi um ano de expansão mental. Um ano de fazer viagens, cursos, trabalhar a memória, a ligação entre o consciente e o inconsciente de forma a nos dar uma boa base de autoestima e autoconfiança. Tal como nos diz o Javali da Medicina Chinesa, foi um ano que nos permitiu desfrutar dos momentos da vida mais ligeiros com humor, boa companhia e muitas gargalhadas.</p> <p>Para mim, confere. Tudo está certo. Sem dúvida foi mais um ano de auto-conhecimento, de crescimento pessoal, de experimentação de coisas novas a nível profissional, de finalização de cursos, de várias viagens que me trouxeram riquezas enormes e de mais gargalhadas do que choros. Foi muito bom ver esta evolução, ver uma seriedade, uma tendência ao pessimismo ser posta de lado e um abraçar, novamente, daquilo que realmente eu sou. É, sem dúvida, maravilhoso ter-vos desse lado e saber que nunca estou sozinha. Há sempre palavras aqui e ali de pessoas que conheço pessoalmente e outras ainda não mas que, espero em 2020, tratar disso. Podemos não ser muitos mas já somos bastantes para ter vontade e mais vontade de continuar a explorar este projecto de Ser Blogger. Vocês são a real motivação de eu querer passar informação que até tantas vezes considero irrelevante mas que, para uns e outros faz sentido. Vocês são a minha real motivação para me apresentar exatamente do jeito que eu sou. E sem vocês os blogs, o facebook, o instagram e agora o canal no youtube não faria qualquer sentido.</p> <p>Venha 2020. Segundo a medicina chinesa é um novo ciclo de 12 anos. É o ano 1 desse ciclo, o ano do Rato de metal. O metal significa o Outuno o que indica que 2020 será um ano de colheita. O rato é apaixonado por tudo o que empreende com sede de reconhecimento e admiração. Tem dificuldade em aceitar e aprender com os seus fracassos daí que neste próximo ano, sem dúvida, a resiliência não deverá ser esquecida. Sendo o ano 1, 2020 é um ano de ambições e estratégias renovadas em que se volta as costas para o passado sem arrependimentos. Um ano, também, em que a liberdade será procurada, no entanto, a solidão será evitada. Talvez um contrasenso que poderá levar a algumas incongruências no plano afectivo. </p> <p>Pela numerologia, 2020 é o ano 4. É um ano de consolidação. Ou seja, tal como nos diz a medicina chinesa, um ano de colheita. Iremos consolidar o desenvolvimento dos anos anteriores, ou seja, do que encerramos no ano de 2016 (ano de fecho) e do que iniciamos no ano 2017 (ano 1). É chamado o ano de endireitar as coisas em que tudo é levado em consideração e, posteriormente, os aspectos indesejados são eliminados. Um ano que pede, também, tempo para descontrair de forma a evitar cair num estado de confusão e medo. Não é propriamente um ano de mudança mas, sim, um ano de consolidação das mudanças até então. Todo esse processo foi feito nos anos anteriores, toda essa descoberta de novos padrões foram feitas nos anos anteriores. Agora, para 2020, aquilo que desejo para mim e para todos vocês é que sintam essa vossa nova "pele". Que façam uma time-line e vejam como há imensas diferenças desde 2016 até então. Que apontem as coisas boas, o que gostam agora, o que é realmente importante para vocês agora, neste presente. E será esse novo Eu que este ano iremos consolidar. </p> <p>Se 2020 é o ano 4, os meus desejos são 4: prosperidade, resiliência, performance e elegância. </p> <p> </p> <p>Força! Estamos todos juntos em 2020. </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:26436 2019-12-30T22:30:00 Detox Pós-Natal e afins 2019-12-30T22:33:39Z 2019-12-30T22:33:39Z <p>Que tal um videozinho com 5 passos de uma simples detox pós-natal, festas e afins? </p> <p>Com a estreia do meu canal no youtube "Vlogger Life" trago os passos que ficarão facilmente na memória para integrarem logo logo na rotina agora que as festas estão a terminar. </p> <p>Se gostarem, subscrevam o canal porque para o ano haverá mais. :)</p> <p> </p> <p>Boas despedidas de 2019 :)</p> <p> </p> <p class="sapomedia videos"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/0drdf7TbSVo?feature=oembed" width=" 480" height="270" frameborder="0" style="width: 640px; padding: 10px 10px;" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p> <p> </p> urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:saltosbolaesapatilhas:25624 2019-12-22T11:01:00 Tenho saudades pra Caraças do Natal 2019-12-22T11:01:00Z 2019-12-22T12:01:06Z <p class="sapomedia images"><img style="width: 960px; padding: 10px 10px;" title="4746D2B0-17DE-44C8-944F-B7B345F8E3C3.jpeg" src="https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B3c1829f4/21651364_Q2N2W.jpeg" alt="4746D2B0-17DE-44C8-944F-B7B345F8E3C3.jpeg" width="960" height="720" /></p> <p>Foto: Memórias do Natal de 2014 </p> <p>Tenho saudades pra caraças do Natal. Tenho saudades pra caraças do Natal em que trabalhava na loja de roupa dos meus pais. Daquele Natal em que fazíamos turnos para irmos almoçar e à noite íamos jantar em grupo mas rapidinho para voltar. Daquele Natal em que trabalhávamos até às dez da noite e éramos brindados com as luzes de Natal e a música nas ruas. Daquele Natal bem frio em que sabia tão bem andar na rua com um casaco bem quentinho e um bom cachecol. Daquele Natal em que a cara branquinha ficava gelada e com as luvas mimávamos as pessoas na rua com um feliz Natal e um miminho na cara. Daquele Natal em que todos os dias via pessoas diferentes e as mesmas pessoas todos os dias. Daquele Natal em que formávamos uma família dentro de uma loja com três pisos, cheia de roupa linda e com uma decoração de babar. Daquele Natal em que trabalhávamos em equipa fazendo embrulhos uns para os outros, registando os clientes uns dos outros e tudo fluía. Daquele Natal em que no final do dia 24 estávamos nós a ver o que tinha sobrado e a escolher a peça que queríamos de prenda. Daquele Natal em que a moda fazia parte da minha vida com toda a força. E eu gostava. Gostava mesmo. Depois de ser Fisioterapeuta tirava férias de Natal para trabalhar lá nesses dias. Não imaginava o Natal de outra forma. Muitas vezes questiono-me porque quis tanto seguir a área do “corpo em rehab”.</p> <p>Hoje o Natal é outro. Hoje, o Natal é com as pessoas que querem melhorar a sua performance ou reabilitarem-se. Mas que em época natalícia deixam isso para as resoluções do novo ano. Hoje, o pré-Natal, é com as pessoas que se preocupam com o seu Eu, com o seu aspecto exterior, com a forma como o seu corpo é. Talvez para que depois se possam sentir melhor com aquilo que vestem. Talvez para melhorar a sua capacidade, a sua confiança na exposição.</p> <p>Hoje, o meu Natal é diferente. É de acordo com o que escolhi. Mas deixa-me muita muita saudade mesmo o Natal que tinha antes. Porque vivia-o com a minha família. Com a minha família do coração também. E Natal é isso. Conexão. Partilha. Ajuda. E baixar as armas da competição. E de tanta competição no mundo nem a natureza dá tréguas e lança este tempo maravilhoso para nos acompanhar neste pré-natal. Para, talvez, no meio de tantos telhados levantados a ajuda e a conexão possam vir ao de cima. E hoje, neste Natal, o que mais sentido para mim faz é partilhar-me. Por isso, todas as prendas que vou oferecer incluem-me sempre. Sim. É verdade, também acabam por ser prendas para mim. Por puder partilhar momentos com as pessoas maravilhosas da minha vida sem ser num ritmo frenético de trabalho. Porque agora sei que a vida não é só uma profissão que escolhemos. Não se resume só ao trabalho que escolhemos desempenhar. A vida é isto. Conexão. Comigo própria e com os outros. <br /><br /></p> <p>Já tiveram alguma grande mudança na vossa vida? Uma grande mudança implica uma grande perda. Perdemos uma coisa para ganharmos outra. E nem sempre é fácil percebermos esta ordem das coisas. </p> <p> </p> <p>O Natal de 2014 foi o meu primeiro ano diferente. Mas 27 anos de vida de um "padrão" não é fácil deixar ir. Mas, por outro lado, é muito bom sentir saudades. É sinal que aconteceu, que foi vivido, que foi o meu presente. E que bom que foi esse presente. </p> <p>E sim, confesso, que já são 6 anos de um Natal "diferente" e todos os anos desde aí vejo o meu Natal "reinventado". Nenhum ano foi igual ao anterior desde este 2014 de mudança. </p> <p>Neste estado de construção, de ambientação ao não estipulado, ao não programado, ao não definido, este ano não poderia ser diferente. Um Novo Dezembro. Há sempre uma possibilidade de inventar e reinventar. No mundo encantado dos brinquedos onde há reis, princesas, dragões. :P</p>