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Saltos ⭕️ & Sapatilhas

| Women’s Health Lifestyle Blog| Um blog cheio de modernices, feminices e pedacinhos de neura com ciência.

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Saltos ⭕️ & Sapatilhas

29
Nov19

Deixem a Princesa respirar

MartaGomes Saúde da Mulher

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Hoje o meu post vai para a respiração. Sim!! A respiração não é analítica. Respiramos de forma natural, inata, caso contrário, a vida não era possível. Mas...será que respiramos bem? Será que nos permitem respirar? Será que respiramos, realmente? Diariamente, em alguma parte do dia, foco-me na minha respiração. Fico aí uns 2 a 5 minutos a dirigir toda a atenção para a minha respiração. Pode ser considerada uma meditação. Sim, porque não é fácil pensar só na respiração. Não é fácil focar-me no movimento que o meu corpo faz quando inspira e no movimento que faz quando expira. E, para além disso, parece tão lógico que parece ridículo quando temos que nos focar em algo que já é automático. Podemos até considerar uma perda de tempo quando temos tanta coisa para ver, para pensar, para sentir. E aí está, quando é que nos permitimos sentir mesmo? Mas hoje não vou entrar por aí... Focando na respiração... quantas princesas bloqueiam a respiração para manter a barriga sempre quase colada às costas? É verdade... O padrão respiratório da maioria das mulheres é esse. Barriga para dentro quando inspiram e quando expiram contraem o abdominal de forma a manter a barriga firme. O que acontece? Inspiramos subindo os ombros usando músculos acessórios da inspiração. O diafragma fica encurtado, fica no andar de cima pois caso ele desça a nossa barriga tende a dilatar-se e irá estragar o figurino. Não é por acaso que naquelas fotos de praia, biquini, barrigas ao léu tanto se vê aquela apneia tentando levar a barriga para dentro ao máximo. Isso não é nenhum hipopressivo, minhas queridas. E para além disso, não é uma boa respiração capaz de promover as trocas gasosas necessárias ao bom funcionamento celular. É importante usarmos o diafragma para respirarmos. Depois de um bom treino respiratório podemos começar a fazer a respiração costal-lateral alargando as costelas em vez da barriga para fora, mas aí entra o pânico de muitas mulheres a dizerem-me, "eu não quero ficar larga de costas!". Porque alteramos, então, o nosso padrão respiratório? Em prol da imagem... Em prol da imagem, respiramos mal para não termos a barriga a empinar um bocadinho nos vestidos, nos top curtos ou nos biquinis. Em prol da imagem, respiramos mal para mantermos uma estrutura fina, estreita, frágil, débil. E, em prol da imagem, oprimido-nos a nós próprias gerando toda uma tensão, especialmente, cervical que nos mantém sempre com um ar de princesas intocáveis que nem mexem, nem respiram, nem falam. Pudera! Com tanta tensão toda nossa parte superior do corpo fica bloqueada. E o pior disso? Cada vez mais o perineo, a zona pélvica, fica tensa ou apagada, com menor capacidade de recrutamento muscular, com a força e flexibilidade alterada. Respirem princesas, respirem. Ninguém perde casamento por uma respiração diafragmática, por uma respiração abdominal. E ela é precisa. Muito! Deixo um exercício para fazerem: Coloquem as mãos na barriga. Inspirem devagar sentindo que empurram as vossas mãos contando até 4. Mantenham o ar lá dentro contando até 4 e progredindo para 8 à medida que vão conseguindo aguentar mais. Deitem o ar fora sem esforço, apenas como um suspiro, um alivio. Tenho a certeza que se vão sentir mais leves!! :)

24
Nov19

“Em sítio que eu te veja”

MartaGomes Saúde da Mulher

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"Quando fores à missa põe-te em sítio que eu te veja".

E deveria ser sempre assim. Sempre que alguém entrasse na nossa vida deveria ser porque os vemos, porque nos conectamos, porque tivemos empatia, porque é da nossa onda, porque nos vem complementar e não preencher. 
Ou seja, preferir o que realmente queremos em contrário ao que nos dá jeito. 
Quantas vezes nos diluímos? Quantas vezes o nosso eu perde a voz? Quantas vezes tentamos ser o que os outros querem que sejamos porque achamos que são as únicas pessoas que podemos ter e não as queremos perder? Quantas vezes desejamos ser igual ao outro para ser aceite, para ser parte integrante de um grupo? Quanta vezes não nos permitimos conhecer, estar, rir com outras pessoas com as quais até temos empatia mas o grupo em que estamos não gosta, diz que é errado, faz comentários para que nos afastemos dessas pessoas? Quantas vezes decidimos para nós o que os outros decidiram para nós? Quantas vezes nos perdemos? Quantas vezes perdemos o nosso potencial de ação?

Tantas vezes quantas forem necessárias para aprendermos.

 

E eu já sei que tenho que desligar umas quantas vezes dum visor e olhar em volta. Já aprendi, também, a não usar o telemóvel quando estou mesmo interessada em estar presente com a pessoa que tenho à minha frente. 

Também já percebi que, sem pressas, as pessoas que fazem e farão parte do meu núcleo se colocam num sítio que eu as veja, permitem-me que desenvolva o lado Yin, o lado feminino da escuta e acione o lado Yang, o lado masculino decidindo se merecem o meu eu, se me merecem conhecer ou se terão apenas a minha parte simpática, ética, mas, não menos eu. Sem receios do núcleo ser grande ou pequeno. E com toda a certeza de que é um núcleo, de que é conciso, de que faz sentido, de que me faz bem. Sem conflitos internos.

Para quê querer calçar uns stilettos o número abaixo ou acima do meu?

 

 

 

 

22
Nov19

Aceita

MartaGomes Saúde da Mulher

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Ninguém muda ninguém. Aceita.

Cuidar não significa “dar ordens”. Não significa querer ensinar, dizer o que a outra pessoa tem que fazer. Não significa moldar a outra forma do jeito que vemos que é o mais certo para ela. Isso a irá sufocar. Isso a irá ir embora. Isso a irá tornar mais distante, mais independente, mais fria, porque será mais fácil para ela não estabelecer vínculo com alguém que lhe quer instituir como deve fazer as coisas. Podemos achar que estamos a cuidar. Podemos achar que estamos a fazer o nosso melhor papel. Podemos achar que a nossa preocupação, o nosso carinho, a nossa proteção é tudo o que a vai encaminhar. Mas não. Tal apenas a vai destruir. E tal apenas nos criará sofrimento pela frieza, afastamento, agressividade que essa pessoa irá desenvolver contra nós sem querer. Mas apenas porque essa pessoa sabe quem é. Porque essa pessoa é determinada e não quer ser moldada. Apenas porque tem e quer continuar a ter voz activa. Apenas porque é e só quer continuar a ser ela própria. E apenas estamos a desgastar um laço que poderíamos fortalecer. Com colo. Apenas com colo. Aceitando a forma como a outra pessoa vê o mundo, como autenticamente é, e estando apenas ali, disponível, para quando ela precisar de colo. 
É um facto a aceitar. Ninguém tem o direito de mudar alguém. 

17
Nov19

O teatro, o livro e o sexólogo

MartaGomes Saúde da Mulher

Uma imagem que pode não ter ficado lá grande coisa. Uma imagem que facilmente se fará swipe sem olhar para ela ou ter vontade de ler o texto. Uma imagem que não acrescenta muito em termos de lifestyle alimentar, beauty ou até ciência. Uma imagem com um simples título “à escuta dos amantes” que tanto cria lapsos de linguagem lendo-se “à escuta das amantes”. Porque moralmente, apenas ao homem é permitido ter amantes. Moralmente, apenas ao homem é permitido ter várias mulheres. Mas, no fundo, são as mulheres que mais recorrem aos “Psis” para falar... dos amantes... dos vários homens que sempre preencheram e preenchem as suas vidas.
Se calhar, faz sentido largarmos os estereótipos. Se calhar, faz sentido deixarmos de achar que as mulheres só se preocupam com tachos e panelas. Se calhar, faz sentido deixarmos de achar que as mulheres só panicam, ficam obsessivas com possíveis casos dos maridos. Se calhar, faz sentido deixarmos de achar que as dúvidas das mulheres recaem apenas sobre os cuidados dos filhos, maridos e pais. Se calhar, faz sentido considerarmos que as mulheres também têm dúvidas. Que as mulheres se questionam se estão com a pessoa certa. Que as mulheres comparam. Com outros homens que já tiveram uma relação íntima ou mesmo com outros que só tiveram uma relação de amizade ou até mesmo com outros que os vêem como exemplos. Que as mulheres têm amantes. Ou no plano físico, ou no plano mental. Que as mulheres amam, amaram ou nunca amaram. Que as mulheres tiveram nenhum, um, dez ou mais de vinte relacionamentos. E, acima de tudo, para que os homens tivessem vários relacionamentos, essas mulheres por quem eles passaram e esses homens porque quem elas passaram é que fazem com que palavras se escrevam no plural. Tanto para eles como para elas. 
Se querem ouvir que só tive um homem, assim o direi. Se apenas me permitem dizer que tive dois, assim o direi. Se me pedirem a verdade, estejam preparados para a ouvir. O professor surge quando o aluno está preparado para aprender. 🤗
Não, ainda não li o livro. Mas assim o farei. .
.
#ensinaoquetensqueaprender #dontcreatlimitations #saudedamulher #womenshealth

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12
Nov19

Inter-dependência: afecto, entrega, intimidade, sexo

MartaGomes Saúde da Mulher

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O post de hoje vai para algo tão importante, tão esquecido, subjogado, visto como lascivo, ou visto como carência, parolice, fragilidade e mais coisas que tais. Não é fácil falar sobre afecto. Não é fácil falar sobre intimidade. Não é fácil falar sobre sexo. São tudo palavras, temas, que todos tendemos a fugir. São temas que causam desconforto, que causam discussões ou ausência mesmo de comunicação. São temas que nos colocam retrogradas. São temas que nos bloqueiam, não nos permitem avançar, não nos permitem desintoxicar de padrões, de crenças, de culpas... E em detox 21, este apenas poderia ser o final feliz! Porque sem afecto, sem entrega, sem intimidade, sem sexo o padrão de conflito está sempre marcado dando uma má informação às nossas células, cria um aumento de stress oxidativo e, aí, bye bye regeneração mitocondrial e anti-aging.

Não vivemos sem afecto. Sobrevivemos sem afecto. Sobrevivemos sem contacto. Activamos o modo luta/fuga das nossas supra-renais. Andamos sempre em activação simpática com adrenalina manifestada numa ansiedade inexplicável. Encontramo-nos em modo de sobrevivência activado. Mas não vivemos realmente. Precisamos do toque. Precisamos do contacto. Precisamos da interacção. Precisamos do vínculo. Precisamos da inter-ajuda, inter-comunicação, inter-relação para realmente viver. Precisamos de aprender e ensinar. Precisamos das experiências, das vivências. Precisamos do desconforto de nos darmos ao outro, de nos entregarmos sem controlar o que vamos receber. Precisamos da surpresa para o brilho nos olhos, para a congruência mental, para a felicidade que vem de dentro. E todo esse desconforto, todo esse não controlo, todo esse inesperado é o que acontece quando entramos no campo do afecto, da entrega, da intimidade, do sexo. 

Não é só para as mulheres que este é um campo frágil. Não são só as mulheres que se enchem de culpas ou tabus no que toca a falar de intimidade, no que toca a expressar a sua sexualidade. Pode o homem apresentar uma postura máscula, forte, segura mas, no campo da intimidade, todos estamos despedidos. E estando despedidos, todas as fragilidades surgem a olho nu. Para alguns, o foco pode ser receber. Para outros, o foco pode ser dar. Para outros, o foco pode ser dar para receber. E, para outros, o foco pode ser receber para dar. Diferentes percepções, diferentes formas de comportamento perante uma interação.

Se só pensamos em receber ficamos com duas opções: ou saímos frustrados porque, convenhamos, tendemos a criar expectativas bem altas, ou, reconhecemo-nos como perfeitos egoistas. E egoísmo e frustração andam sempre de mãos dadas.

Se só pensamos em dar pela boa imagem moral que criará, deixo as seguintes questões: que vazio é esse que existe? Que culpa é essa que se carrega?

Se pensamos em manipular os factos entrando no jogo de dar para receber ou esperar receber para dar, vamos lá pensar: que tipo de crenças foram desenvolvidas? Que tipo de ideologia foi construída? Que moralismo foi instituído?

No campo do afecto, da entrega, da intimidade, do sexo, as dificuldades apontam para o acto de dar, sem fazer disso um jogo, sem esperar nada em troca. Dar sentindo-se já a receber, sentindo já satisfação só pelo acto de dar de coração aberto, de presença, de vontade genuina. E é nesse tipo de dificuldade em dar que ficamos retrogradas. Que ficamos fechados. Que nos afastamos. Que entramos em contacto mas não vinculamos na realidade. Que nos tornamos dependentes ou independentes e fugimos, fugimos sim, da inter-dependência. E é na inter-dependência que se situa: o afecto, a entrega, a intimidade, o sexo. 

07
Nov19

a propósito das barrigas d'sonho...

MartaGomes Saúde da Mulher

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A propósito das barrigas d'sonho, existem diferentes formas de as ver a olho nu. No entanto, internamente, o principio é o mesmo: homeostase gastro-intestinal.

Marta, tenho saudades da minha barriga, sabes? Sim. Não é da minha barriga lisa, fibrada, sensual. Não. Tenho mesmo saudades da minha barriga. Da minha barriga que escondi de toda a gente. Da minha barriga, que por medo, não gozei. Ou gozei apenas sozinha. Da minha barriga, ainda que pequenina e amedontrada, me fazia brilhar os olhos quando olhava para ela, quando lhe punha a mão. A minha barriguinha fofinha que fazia confusão a tanta gente mas que para mim, lá no fundo, era uma alegria. Uma alegria e uma preocupação. Há pessoas que se preocupam com os gases, sabes? Preocupam-se se eles se soltam e que imagem vão passar. Eu, parva, preocupava-me com o que crescia dentro da minha barriga, com o quanto ainda ia crescer mais e, tal como as pessoas que se preocupam com gases, preocupava-me com o que poderia crescer nas cabeças das pessoas à minha volta quando eu revelasse o segredo. E esqueci-me, tantas vezes, de a aproveitar, de a mimar, de falar, sem medo, dela. É parvo. Completamente parvo. Mas apenas via a reação das pessoas consoante a minha percepção. Achava que todos estavam preocupados com a minha barriga quando, na verdade, era eu que estava preocupada. E, na verdade, era apenas a minha vida que ia mudar. Iria desaparecer durante os tempos e tudo continuaria igual. Iria voltar e ter que começar tudo de novo, tal como todos os novos inicios assim o pedem. Iria ter uma vida diferente, tal como em cada dia que se inicia temos essa oportunidade de fazer diferente. Iria ter mais responsabilidade. Sim, é a maior verdade. E talvez fosse isso que não aguentasse. Não porque não tenho responsabilidade nenhuma como bem podes achar, Marta. Mas, sim, porque com um copo cheio, mais uma pinga iria fazê-lo transbordar por completo. E nenhuma mulher foi feita para aguentar com tudo. Nenhum ser humano foi feito para aguentar com tudo. Por isso, sei o que me resta para um dia voltar a ter a minha barriguinha. Aliviar o copo. Não o ver sempre cheio. Não o querer sempre encher. Não me preocupar tanto com o que ele parece. Mas, não querer menos do que o melhor para mim. 

04
Nov19

A neura das viagens parte II

MartaGomes Saúde da Mulher

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Não é porque viajar é fixe, está na moda, dá para overposting, ostentar, passar aquele ar de grande vida, de ser mais do que os outros, de hedonismo, alta rotação, vida de blogger e mais não sei quantas coisas que se ouve. É mesmo porque me faz falta. É mesmo porque novas experiências fazem falta. É mesmo porque sair da rotina, sair do conforto, do controlado faz falta. E a mim muita coisa me manda pôr-me a mexer do lar para não cair na constante preocupação de cuidar de tudo e de todos, da responsabilidade que eu própria crio sobre tudo, do desconfortável conforto. Logo, uma qualquer saída causa logo umas palpitaçõeszitas. Por isso, o sonho de ser alguém que viaja constantemente é apenas e só para me desafiar. Para que pense menos e sinta mais. Para que viva mais o instante e menos o plano. Para que me permita conhecer mais mundo, mais culturas, mais diferentes visões e contrariar um carácter inquiridor. Depois de encontrarmos as nossas fraquezas só temos que enfrentá-las fazendo diferente. Porque não? Muitas vezes, as nossas exclamações deparam-se, exatamente, com auto-desafios. Digo, tantas vezes, “oh, quem me dera” viajar todos os meses. Não é uma ilusão. Não é algo que apenas possa ser feito por famosos ou hospedeiros e pilotos. Não é algo que queira só porque é fixe. É algo, que no fundo, me desafia. É algo, que no fundo, me faz desprender da minha rotina. É algo, que no fundo, faz frente ao controlo. E, fazendo frente ao controlo, viajar, deixar a casa para trás, não é fácil. E é aqui que se vê o apego às coisas, ao espaço criado, à rotina estabelecida. As desculpas para justificar a não saída, o não arriscar, o não ir e conhecer mais são pequenas mentiras que insistimos em contar a nós próprios e aos outros. São pequenas traições, boicotes, ao nosso próprio bem, ao nosso próprio, crescimento, à nossa própria evolução. A traição está mais presente nas nossas vidas do que aquilo que imaginamos. E se começamos por nos trair a nós próprios, se começamos por não nos enfrentarmos, se começamos por não sermos honestos com o que sentimos, com o que procuramos, com o que ansiamos, como podemos esperar que o mundo não nos traia, não nos passe rasteiras, não nos mostre de forma dura que o caminho que escolhemos racionalmente, conscientemente, baseado no ego, no julgamento, no medo, não é esse. A rotina confortável é apenas uma mera ilusão, uma mera virtualidade.O maior desafio, sem dúvida, será um dia viajar durante 20 dias ou mais conhecendo diferentes cidades. Não faço ideia se algum dia o chegarei a fazer. Porque, como é óbvio, não tenho malas para isto tudo 😆, ficar sem o “espaço” montado com as minhas coisas iria abanar com o meu apego, e mudar constantemente de local apenas seria simples se largasse o relógio, os compromissos com horários e apenas embarcasse ao bom sabor da independência que um carro nos dá. E é apenas isso que me fará sempre evoluir... que nos fará sempre evoluir... contrariar o ego, contrariar o conforto, contrariar o ócio de nada fazermos por nós próprios.

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