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Saltos ⭕️ & Sapatilhas

| Women’s Health Lifestyle Blog| Um blog cheio de modernices, feminices e pedacinhos de neura com ciência.

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Saltos ⭕️ & Sapatilhas

31
Ago19

Sai dxi baixo

MartaGomes Saúde da Mulher

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Um tanto ó quanto aleonada. 🦁

<Tudo eu, tudo eu, tudo eu. Cala a boca Magda.> 🤣🙏Caco

Dizem-me que qualquer dia gosto de gatos. Não é que eu não goste. Mas eles nunca foram de me dar grandes hipóteses. Ao que, pelos vistos, é geral e eu nem fazia sequer ideia. Focado no meu eu, olhando só para a reação deles para comigo achei, claramente que “o problema não eram os gatos, era eu.” 🤣 este é o tal egozinho que tanto temos que gerir dentro de nós e que, na maioria das vezes, nem sabemos que se chama ego. Achamos que somos vitimizadas por este universo em que tudo está sempre a falar para nós. Tudo o que lemos é para nós. Tudo o que fazem é para nós e, claro, a cereja no topo do bolo, nunca é nada para nos agradar. Ou seja, faz tudo parte de um belo complô, atentando a nossa existência. Ou então, consideramos que somos umas tristes e que, muito menos os gatos, olham para nós. Sinceramente... muito sinceramente... isto é só uma esquizofreniazita, minhas queridas.

Pois bem, nada como aceitar que os gatos também estão ao nosso alcance, quiçá 🤷🏻‍♀️ que também olham para nós e, não é com desdém que se afastam, que rejeitam o nosso carinho. Vamos atrás do que é fácil quando estamos carentes. Procuramos um animal para cuidar e para dar mimo, uma vez que animais de grande porte de sexo masculino dão muito trabalho de manter por casa. O gato apenas tem mais do que beleza exterior, olhos brilhantes e ar meigo. O gato tem algo. E nesse interior, nessa sua personalidade, reconhece perfeitamente as nossas tendências a apegos e carências... que fazem parte do ser humano. E o gato pode aceitar quando, também, lhe apetece. Como pode olhar e dizer-nos “ei! Sai dxi baixo!!”.

Era uma vez um gato maltês. Tocava piano e falava francês. Queres que te conte outra vez?

30
Ago19

Requisitos mínimos

MartaGomes Saúde da Mulher

 

 

 

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Um prato cheio de proteína de alta qualidade e uma vista para o mar, por favor.🙏

Erramos muitas vezes na nossa alimentação pela falta não só de legumes mas, também, de proteína. A proteína é essencial para a estimulação de um neuropeptideo a nível intestinal que confere mais saciedade, para além de que, é essencial na construção de toda a nossa estrutura. Nós, mulheres, pecamos tantas e tantas vezes ao embarcar nas dietas hipocalóricas. Preferimos a perda de peso rápida a um corpo bem delineado. A perda de volume é bem mais importante do que a redução de peso propriamente dito na balança. Essa perda de volume é conseguida, também, com uma redução da ingestão de hidratos de carbono simples, mas caso a ingestão de proteína não seja em doses adequadas, a flacidez irá instalar-se. 😭 E é aí que choramos o Carmo e a trindade. Que nos chibatamos sempre que queremos um doce ou um chocolate. Que sonhamos, enquanto supostamente deveríamos estar a dormir tranquilamente, com maltesers ou as famosas argolinhas do lidl. 🤦🏻‍♀️🙋🏻‍♀️ 

O que fazer? Ingerir proteína em pelo menos 3 refeições por dia. Não nos podemos só limitar ao almoço. E leite e queijos esqueçam. Isso não é proteína de alta qualidade. Sim... temos que nos meter nos pós muitas vezes, é verdade! A iswari ou a essential Nutrition têm excelentes opções para adicionar a papas ou fazer um shake bem saboroso. 

Check out nos sites 😉

Iswari:

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Www.iswari.com

Código desconto: mgomes 

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Www.essentialnutrition.eu

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27
Ago19

Nortadas como deve ser

MartaGomes Saúde da Mulher

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Não é que estava na praia e veio um vento de norte que me fez ter vontade de escrever? Sobre quê? Mulheres! 🤷🏻‍♀️

De verdade que gosto de estudar este género. Tantas semelhanças e tantas diferenças umas das outras. E não, não vou falar do aspecto físico. Vou pisar terreno arriscado, tipo pântano, em que posso a qualquer momento ver o meu porta-aviões afundado.

Há dias escrevi um post sobre feminismo feminino. Como eu lhe chamei. Não concordo com o pré-conceito de que a mulher tem que amar um homem mais do que a si mesma e ser bela e recatada no seu lar. Segundo o meu ponto de vista é bom que a mulher se ame muito, que se ame a si própria. Só assim terá capacidade de amar alguém e de dar continuidade ao papel que lhe deram. Ok! Crucifiquem-me. Eu sei que a mulher não tem a obrigatoriedade de ter filhos mas como é que o mundo se desenvolve sem ela? Como é que nascem génios? Do ar e da cegonha não é certamente... por isso é perfeitamente natural que nos atribuam esse papel já que não há, ainda, sistema reprodutor como o nosso. Mas... este ar de norte trouxe-me aqui uma palpitação. Impor-nos idades para que tal aconteça arrepia um bocado a espinha. Mais do que esta nortada. Antes davam-nos o prazo até aos 25. Depois foi alargado aos 30. Agora quem passa dos 35 sem filhos já começa a ser arriscado e já se leva um alerta tia. Sou uma felizarda por trabalhar com mulheres. Até não curtia muitas vezes. Sempre paranóicas, sempre no disse que disse, sempre com ansiedades brutais, tantas vezes esquecidas de si. Quase que me esquecia que também era mulher. Tipo, eu, assim?! Never! Yep. Daqueles LOL’s mesmo grandes. Temos as nossas coisas, os nossos dias e não precisamos de ser recatadas fazendo de conta que tudo está perfeito à nossa volta e somos exatamente a miss perfeição. Porque um dia vem uma nortada daquelas bem frias que até acordamos de estalo. (Entretanto divaguei, normal, e agora volto ao rumo). Então, sou uma felizarda. Elas ensinam-me tanto, tanto. Supostamente, elas vêm aprender comigo mas sou eu que saio com bagagem no fim de cada dia. 🤫E cada vez mais tenho mães de primeira viagem aos 40, seguras, descontraídas, com as suas neuras como todas num pós-parto como é óbvio, com as suas olheiras como todas num pós-parto como é óbvio, com a sua flacidez abdominal como todas num pós-parto como é óbvio. Tudo independente da idade. E seja qual esta for, vejo nelas aquele sorriso de “aconteceu tudo na hora certa”. É apenas isso... confiar no vento que vem, no vento que passa e nos arrefece, no vento que chega e nos aquece. Tudo vem na hora certa. Eu cá deixo o fanatismo para outras vidas, quiçá... ou never!

 

 

13
Ago19

Dissertação do chinelo

MartaGomes Saúde da Mulher

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Saltos bola e Sapatilhas faz uma adenda aos seus gostos. É verdade, os chinelos sensibilizaram-me o coração e não estou a conseguir passar sem eles!!

Não sei como nem porquê mas cada vez mais os saltos ficam na prateleira. Excepto, claro, para os almoços executivos!! Um leãozinho tem sempre o seu lado snobe... por muito vegetariano que coma e fique domesticado há que marcar a posição em certos eventos. 

As sapatilhas andam a ficar na primeira linha de escolha mas, graças a um verão tímido que de vez enquando se solta, os pés já pedem para arejar. Não é que seja muita adepta de pés à mostra. É difícil ver pés realmente bonitos ou eu sou uma esquisita de primeira (é provável! Começa a ser um facto confirmado) mas, tenho que dar tréguas e eles merecem não estar sempre fechados numas sapatilhas. Senão não há pó de talco suficiente que nos valha! 

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Eu sei que o conceito de chinelo vai muito para havaiana e eu concordo que elas são lindas para irmos para a praia, para sairmos da praia, para um bar de praia ou, quiçá, ir ao supermercado depois da praia (e chega, está bom!). Arrisco-me a perder casamentos com estes meus gostos, ou melhor, des-gostos, mas ainda tenho que olhar para o lado se vejo uma havaiana num outfit não praia ou piscina. Mas qualquer dia vem um ar de leste e o meu gosto muda.

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E pronto, eis que surge este novo trend do chinelo de piscina ou chinelo de quarto ou lá como lhe quiserem chamar. Eu deixo as plumas para outra vida mas em matéria de cores e conforto, estou fã. Uso com vestidos curtos ou compridos, com cortinados, com calças de ganga a regar ou mesmo com calções mais clássicos. Podem-me chamar uma bela de uma

parola mas que brinco com a moda, brinco. E esta foi tipo flecha no meu coração. Juntando aos recentes gostos musicais, começo a formular mais um heterónimo de Marta Isabel, a chique do Guetto. 

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Já conto com 3 pares. Estes são da lemon jelly e sem sombra de dúvidas são os mais confortáveis até agora. O pé adapta-se tão bem, são super macios, fofos, cheiram bem, o néon é um bom refletor para quando cai a noite e, bem, às vezes parece que me apetece mastigá-los. Todo o calçado da lemon jelly é mesmo essa impressão que me dá... tipo pastilha elástica 🤷🏻‍♀️

Não foram nada caros, 20€ no site e a entrega foi de um dia para o outro. Não é patrocínio nem um conselho. Apenas uma exposição de factos que alguém se pode ou não identificar. Assim têm aqui a papinha toda feita. Porque uma pessoa vai de férias e não pode estar sempre a responder às mensagens 😜

Entretanto, continuo chinelando por aí. 🙋🏻‍♀️

 

08
Ago19

Feminina versus Feminista

MartaGomes Saúde da Mulher

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Duas palavras quase idênticas mas que podem ter significados diferentes.

Para escrever este post confesso que tive que ir ler algumas coisas sobre feminismo. E dentro do feminismo vi que existem duas definições ou duas correntes. A corrente do liberalismo em que a mulher pode fazer o que ela quiser com ela própria igualando-se ao homem e associando muito este “poder fazer” com fazer o que quiser com o corpo (desde trabalhar sem descanso, exposição corporal, poligamia, trabalho de força e hipertrofia muscular, entre outros...). E existe a corrente do materialismo ligada à libertação das mulheres oprimidas que cresceram com as crenças de que uma mulher deve amar um homem mais do que a si mesma, deve ser bela, recatada e do lar. 

Não me considero uma feminista. Mas...confesso que esta última condiz com a minha visão feminina. Passo a explicar... 

Uma mulher é um ser lindíssimo. Tem um encanto capaz de criar um misto de admiração, compaixão, desejo, amor num ser humano, independentemente do género. Por tais razões, pode também criar inveja, raiva, medo num ser humano incapaz de lidar com o “Algo” que uma mulher tem. Uma mulher foi feita para amar. Para se amar a si própria, para amar a pessoa que escolheu para partilhar a sua vida, para amar os seus filhos, para amar a sua família. E aqui já está a grande diferença em relação ao nosso passado ferido... actualmente, a mulher já se pode apaixonar e decidir com quem quer viver, casar, construir família. Já não lhe é atribuido um marido escolhido pelo pai. Actualmente, a mulher já não está recatada e bela no seu lar. Está bela, forte, corajosa e feminina fora de casa, no seu trabalho, activa na vida social e descabelada, de tshirt oversize e já sem maquilhagem no conforto do seu lar igualmente bela, corajosa e feminina. 

Efetivamente muito mudou. Mas continuamos com a visão conservadora e com os conflitos como se ainda nem tivéssemos oportunidade de votar. É certo que não devemos esquecer o passado, a forma como a mulher era vista, era tratada, mas, vamos limpar a ferida? Ela já está a cicatrizar mas volta e meia entramos em extremismos e tal vai lá sensibilizá-la mais uma vez. 

Eu não defendo a independência da mulher, a afirmação da mulher como sendo capaz de fazer tudo sozinha. Admiro as mães solteiras sim. Eu não era capaz. E sei que muitas, não podendo admitir, também não se sentem capazes. Mas apenas se adaptaram e a sociedade vê-as como seres inquebráveis, inantigiveis, dominadores. Quando tudo o que elas precisam é mimo, carinho... 

Eu defendo apenas a valorização da mulher. Começando a valorização por ela própria. O amor por si própria. A não luta consigo própria. A libertação, sim, dos seus próprios pensamentos que a oprime. E que decida sempre fazer o que é capaz de lidar com isso o resto da sua vida. 

Talvez, eu seja uma feminina feminista. Ou talvez seja apenas uma mulher, como tantas, que só quer que a ferida cicatrize de uma vez. 

 

 

 

01
Ago19

Made you look?!

MartaGomes Saúde da Mulher

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Made you look?!

 

Já fui gorda. Ou gordinha. Já fui mais magra. Ou menos pesada. Já tive mais músculo, fui mais rija, tive mais força. Ou então não. Foi só aparência. Há pessoas que acham que estou sempre a gozar quando na realidade falo a sério. Há pessoas que acham que estou a falar a sério quando na realidade só estou a brincar. Imagens. Nós construímos a nossa própria imagem. A forma como nos vemos. E o mundo constrói a deles. A forma como nos vê. Claro que é através da forma como nos vemos que eles nos vêem. Isto se formos autênticos. Existe uma linha tênue que separa a autenticidade da inautenticidade. Uma linha difícil de ver mas cada um de nós sabe que ela existe. E, sabe, interiormente quando está a desenvolver apenas a imagem que quer que os outros tenham e não a sua própria imagem. Não é fácil mostrarmos quem somos e, muitas vezes, nós próprios ficamos confusos com o que realmente somos. Porquê? Hoje podemos sentirmo-nos bem duma forma e daqui a um ou dois meses sentirmo-nos melhor de outra. Nem todo o mundo está preparado para lidar com mudanças, com desconstrução e nova construção de ideias, estereótipos. Por isso, muitas vezes temos que nos focar no nosso eu e não no que os outros pensam. O objectivo é sermos a melhor versão de nós mesmos, dia após dia, contando que as falhas fazem parte. Essas são a nossa versão mais autêntica. As que vergonhosamente escondemos por medo de não sermos aceites. Por quem mesmo?! O primeiro passo, provavelmente começa por assumirmos. Por nos assumirmos. Aceitando. Depois...o mundo trata de ficar do nosso lado.

 

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