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Saltos ⭕️ & Sapatilhas

| Women’s Health Lifestyle Blog| Um blog cheio de modernices, feminices e pedacinhos de neura com ciência.

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Saltos ⭕️ & Sapatilhas

23
Abr19

Sapatilhas!!!

MartaGomes Saúde da Mulher

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Sapatilhas!!!🤩

Já não passo sem elas e parece que não sou a única!!!

A roupa que usamos, aquilo que calçamos e a forma como nos penteamos pode dizer muito acerca de nós. Segundo a medicina chinesa, através destes sinais ligamos as pessoas a órgãos, a personalidades.

Mas serão as sapatilhas ditadoras de juventude, falta de experiência, ingenuidade? Já não só as crianças ou os adolescentes que as usam. As raparigas já não afirmam os seus 18 anos com saltos altos. Uma mulher já não afirma a sua carreira profissional com saltos altos. Eles são lindos e eu sou uma apaixonada por eles também... mas as sapatilhas já não consigo dispensar. Ficam bem com qualquer outfit, são óptimas para trabalhar e não me dão ou tiram qualquer tipo de título. Quando confiamos naquilo que somos tudo o que usamos apenas enquadrará perfeitamente em nós e aí surgem aquelas expressões “qualquer coisinha te fica bem.” A mim dá-me um gozo enorme ver a minha mãe com os seus frescos 70 anos a usar a minha roupa e as minhas sapatilhas!! Adidas assenta-lhe como uma luva! Uma mulher linda que me ensina a cada dia que passa a que eu não tenha medo da idade. Porque, no fundo, não é a idade que nos define. É a informação celular.

 

16
Abr19

O básico

MartaGomes Saúde da Mulher

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Por cada viagem que fizeres agradece...Por teres tido tempo para a fazer. Por teres tido dinheiro para a pagar. E por estares disponível para receber o novo, agora.

 

Ansiamos pelo novo dia, por um futuro melhor, mas nem sempre estamos dispostos a recebê-lo como presente. Constantemente idealizamos o amanhã.

Cada dia é uma viagem nova. Na realidade não sabemos o que nos espera. Podemos ter o dia planeado, a agenda organizada, o dia como adquirido... a rotina instalada com tudo o que é bom e tudo o que é mau. E será que não é a rotina que nos causa o verdadeiro stress, burnout e outras disfunções mais?!

Questiono-me imensas vezes porque temos sempre tanto receio de experimentar algo pela primeira vez. Ou então, não sendo a primeira vez, porque temos tanto receio de um recomeçar. Porque nos faz tanta confusão começar do zero. Ninguém gosta de ver zeros em lado nenhum, excepto à frente de outros números. Todos fugimos do básico porque... é básico. Mas o básico é o mais difícil. Partir do zero é o mais difícil. Iniciar, reiniciar é o mais difícil. Mas é também o que mais nos estimula, o que mais nos faz querer viver, soltar verdadeiras emoções, encontrar a nossa autenticidade.

Desafios começam do zero. Viagens começam com um clique. E oportunidades... estão onde e sempre as quisermos agarrar.

 

Mind the gap. From London Eye, with love.

08
Abr19

Os Saltos

MartaGomes Saúde da Mulher

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Tic tac tic tac, o tempo continua a contar. Saímos dos 20’s e entramos nos 30’a muitas vezes sem dar conta. Até podemos fazer uma grande festa aos 30 ou um count down mas quando será que nos damos mesmo conta que estamos em outra década?!  Será que continuamos ou podemos continuar na década dos 30 como se ainda estivéssemos na década dos 20?! O que será que muda? Ou nada muda e diagnosticam-nos o síndrome do Peter Pan? 

Há muita coisa que muda após a entrada nos 30. Essa mudança não tem que ser o padrão de casamento e filhos. Essa mudança pode ser simplesmente estar melhor hoje do que ontem. Beber um ou dois copos em vez de uma garrafa and keep in balance. 🤸‍♂️ Preferir os jantares com conversas e risos intermináveis em vez dos ambientes em que a música é tão alta que só dá para entrar em transe e acordar no dia a seguir com uma ressaca descomunal. Não quer dizer que todas estas coisas não aconteçam na década dos 30. Aliás, a melhor parte é que geralmente acontecem inesperadamente. O pior é que a ressaca é bem mais difícil de passar. Na década dos 30 o corpo já não aguenta episódios destes semanais ou sequer diários tipo queima. Para além disso, as responsabilidades aumentam podendo mesmo ser apenas a responsabilidade da nossa imagem.

Há saudades que vão ficar sempre. E não têm outro lugar para estar a não ser na saudade. Nada irá mudar o passado. Ele foi, fica e permanecerá sempre connosco. Não faz sentido entrar no modo “ai se eu tivesse outra vez 20 e tal anos”, ou até, “quem me dera que os 30 estivessem a começar agora, faria tudo diferente.”  Não há “ses”. Há o presente para carregar no play. E restart again and again, quantas vezes forem necessárias até estar plenamente consciente do agora. Plenamente consciente do que somos agora. Aos 32 já não se é a mesma que se foi aos 28. Aos 32 já não se é a mesma que abriu o prosecco aos 30, chegou tarde e más horas ao jantar de aniversário e usava o cabelo à pocahontas. As diferenças podem ser mínimas, mas o mais importante é sempre existirem diferenças e não uma ordem constante. 

Procura o caos na ordem. O caos são apenas os desafios. A ordem é o que julgamos ter sempre sob controlo. Se não seguir o padrão fosse não querer crescer, todos os desafios seriam negados por falta de sobreproteção. E se há desafios mesmo que a medo, então não há síndrome do Peter Pan.

Afinal, qual é o padrão dos trintage?!

 

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